CenterVale Shopping abre temporada de liquidação

Sale Week: CenterVale Shopping abre temporada de liquidação de produtos com até 50% de desconto

De 28 de junho a 07 de julho, o aplicativo do shopping vai funcionar como “vitrine virtual” para os clientes conferirem produtos em promoção e o valor do desconto oferecido.

A temporada de grandes ofertas já começou! O CenterVale Shopping está oferecendo descontos imperdíveis para os consumidores que desejam adquirir peças selecionadas de marcas renomadas com descontos de até 50%. O empreendimento espera atrair um grande número de clientes nos próximos dias e movimentar o comércio local.

Marcas como Lindt, Hering Kids, Any Any, MOB, Alice Salazar, Jacques Janine, entre outras, participam da ação atendendo a diferentes públicos e estilos.

Assim como nas edições anteriores, os produtos em destaque na Sale Week são disponibilizados no aplicativo do centro de compras, como uma forma prática para que os clientes possam conferir antecipadamente os itens em oferta e o valor do desconto oferecido.

O Gerente de Marketing do CenterVale Shopping, André Santi, destaca a importância da liquidação para o varejo. “A Sale Week é o momento ideal para o lojista renovar o seu estoque para a próxima estação e, ao mesmo tempo, oferecer aos visitantes produtos com preços atrativos. Nesta dinâmica, o fluxo de venda aumenta e consequentemente atrai mais pessoas para o shopping, já que a maioria dos consumidores aproveitam esse período para renovar o guarda-roupa”, afirma.

Fonte: Alameda Comunicação

OOH e seu poder sobre a atenção das pessoas

Conheça algumas estratégias pelas quais as marcas e suas agências devem levar esse formato em consideração para o sucesso dos negócios

Quem se desloca por um centro urbano, dificilmente ficará imune a uma mídia out of home, seja em um relógio de rua, em um abrigo de ônibus, em alguma estação de trem ou metrô ou outro espaço público. Mas o que diferencia o OOH da publicidade tradicional e o que o torna mais palatável ao público, se comparado com outros formatos?

De acordo com Rodrigo Kallas, CEO da Kallas Mídia OOH, esse modelo se diferencia por, primeiramente, ser mais democrático e acompanhar o consumidor na sua jornada diária. Além disso, essa mídia tem um diálogo muito frequente com os espaços públicos por meio de zeladoria e cuidado, enquanto opera com exposição de marcas.

A seguir, o executivo elenca 5 estratégias que devem ser levadas em consideração por marcas e as agências que as representam.

Visual
Na correria dos grandes centros urbanos, são as imagens impressionantes, com cores fortes com uma mensagem bem pensada (e objetiva) que apelam ao nosso cérebro, que reage bem a um visual mais chamativo. Há que se lembrar que as pessoas, geralmente, gostam de uma surpresa. Pensar fora da caixa na hora de montar o OOH vai ser um diferencial. Quanto menos convencional for o anúncio, mais curiosidade vai gerar.

Simples assim
Para se destacar em meio a muita informação, uma tagline de destaque e uma mensagem direta e clara são mais eficazes do que um texto exagerado. Imagine só: você está andando pela avenida Paulista, geralmente com pressa, e se depara com um OOH. Se for muito complexo, a chance de dispersão é grande.

Além disso, a emoção convence muito mais do que a razão. Anúncios divertidos, dramáticos ou comoventes geram uma conexão com o público. Lembrando que esse formato, especialmente nos grandes centros urbanos, visa atender uma população que está sempre com algo na mente.

Pense na localização – e repita!
O espaço selecionado muda toda a mensagem. Imagine expor o mesmo conteúdo no centro histórico de São Paulo e na Faria Lima. Não preciso nem explicar que a eficácia será baixa, certo? Outro ponto que costumo sublinhar é que a repetição melhora a recordação: quanto mais vemos algo, maior será a familiaridade.

Efeito manada
Não é surpresa dizer que as pessoas tendem a seguir a multidão. Apresentar depoimentos e estatísticas de líderes de opinião pública, influenciadores, empreendedores e celebridades vai atribuir confiança ao seu anúncio. Mas isso não pode ser feito de uma maneira “top-down” e, sim, com horizontalidade. O público quer se ver, se reconhecer naquela mídia, ainda mais se for um indivíduo em trânsito, com hora para chegar e prazos para cumprir.

O poder do contexto
“O Marketing OOH é sobre entender um contexto, elaborar uma estratégia e executar o anúncio certo. É um pouco de ciência e um pouco de arte. Mas acima de tudo, é um negócio que precisa de dados por trás e de eficácia”, complementa Kallas. “Poder conversar com o público em qualquer lugar, além de interagir com o ambiente em que ele vive seu cotidiano traz uma nova possibilidade para marcas de entregarem uma mensagem”.

Fonte: RPMA Comunicação

Coluna Propaganda&Arte

Pesadelo Publicitário: Como Empresas Estão Usando Seus Sonhos para Vender Produtos

Por R. Guerra Cruz

Em 2021, a cervejaria Molson Coors lançou uma campanha publicitária inovadora que explorou a técnica de incubação de sonho direcionado (TDI) para influenciar os sonhos dos participantes com imagens de suas cervejas. A campanha consistia em mostrar um vídeo de 90 segundos com cachoeiras, montanhas e produtos Coors antes que os participantes dormissem. Entre os 18 participantes, cinco relataram ter sonhado com as bebidas da marca. Embora o número de pessoas influenciadas possa parecer pequeno, o experimento levantou questões significativas sobre os limites da publicidade e a manipulação do subconsciente.

A Técnica de Incubação de Sonho Direcionado (TDI)

A TDI é uma técnica que visa induzir imagens ou temas específicos nos sonhos de uma pessoa. A Molson Coors utilizou essa técnica de maneira pioneira no campo da publicidade, mas os resultados foram variados. Alguns participantes foram suscetíveis à indução dos sonhos, enquanto outros não relataram qualquer influência. A eficácia dessa técnica ainda está em debate, mas a iniciativa certamente colocou a Molson Coors no centro das discussões sobre ética na publicidade.

Repercussões Éticas e Regulatórias

A campanha da Molson Coors não passou despercebida pelos especialistas. Neurocientistas e psicólogos do sono expressaram sérias preocupações sobre a manipulação do subconsciente sem o consentimento explícito dos participantes. A falta de um consenso claro sobre as implicações éticas dessa prática levantou debates intensos sobre até onde a publicidade deve ir para captar a atenção dos consumidores.

Uma questão central é a vulnerabilidade do estado de sono. Durante o sono, as pessoas estão em um estado de consciência reduzida, o que levanta a questão sobre a capacidade de consentimento e a possibilidade de abuso dessa técnica. Alguns especialistas defendem a criação de diretrizes claras e regulamentações específicas para proteger os consumidores de possíveis manipulações.

Experiência Pessoal com Publicidade em Sonhos

Recentemente, baixei um aplicativo que funciona como um diário dos sonhos, onde posso registrar meus sonhos diariamente em texto ou áudio e adicionar tags para facilitar a organização. Para minha surpresa, fui alvo de uma publicidade dentro do app que parecia estar diretamente relacionada ao tema de um sonho que registrei.

Essa experiência pessoal ressaltou a presença crescente da publicidade intrusiva em áreas íntimas da vida, como nossos sonhos. A sensação de ser “vigiado” e influenciado até mesmo durante o sono é perturbadora e levanta ainda mais questionamentos sobre a privacidade e os limites éticos da publicidade.

O sonho acabou?

A utilização da TDI pela Molson Coors e a experiência com publicidade em um diário dos sonhos apontam para uma tendência preocupante: a exploração cada vez mais sofisticada e invasiva da mente humana pelas marcas. É essencial que consumidores, legisladores e profissionais da área de comunicação estejam atentos a essas práticas e discutam abertamente as implicações éticas e regulatórias.

Se nem nos nossos sonhos estamos seguros ou temos privacidade, talvez seja hora de capitalizar isso. Sonhos patrocinados podem ser a nova fronteira da publicidade, onde as marcas finalmente entram na cabeça dos clientes – literalmente. Afinal, o sonho de todo publicitário é fazer sua marca ser lembrada, mesmo que seja durante o sono.

Como o storytelling pode melhorar a imagem da sua marca?

Por Renan Cardarello*

O storytelling é um conceito bastante conhecido no mercado conhecido como o ato de contar histórias. Inclusive, é bastante investido por grandes marcas como Coca-Cola, Bauducco, Nike, Johnnie Walker, Disney, etc. Muito além de um simples relato, essa é uma ação que pode contribuir significativamente com o marketing da sua empresa, a qual precisa ser compreendida a fundo de modo a resultar em um aumento nas vendas dos negócios no seu dia a dia e, ainda, a construir uma relação mais próxima com seus consumidores.

Segundo dados apresentados em um estudo da Khoros Resource, 83% dos consumidores entrevistados disseram que prestam atenção tanto na forma como a marca os tratam, quanto nos produtos que vendem. E, dentre esse mesmo público, 73% afirmaram estar dispostos a pagar mais se eles amarem a marca. Levando em conta esse cenário, quem teria mais chances de ser considerado “amado” pelo público-alvo: marcas que apresentem uma história, uma narrativa, algo a ser contado, ou aquelas que focam apenas na questão de produto e precificação?

É evidente que os consumidores terão mais apreço pela marca que tente fazer uma boa comunicação com eles, em prol de criar um vínculo cada vez maior. Uma das grandes empresas que podemos citar como um exemplo perfeito de storytelling, pelo menos em território nacional, seria a Coca-Cola. A companhia sempre buscou, através de seus comerciais, focar na questão do compartilhamento da felicidade e da união, seja entre amigos ou familiares. Através desse longo histórico de narrativas contadas, ela se tornou a companhia de refrigerantes mais lembrada pelo público brasileiro.

Em aspecto internacional, podemos analisar a Nike e seu constante lema “Just do it”. Através de vários comerciais e formas de comunicação, ela, por vezes, utiliza o storytelling para conversar com seu público, sejam eles atletas ou não. Apesar de retratar atletas na maioria das vezes, a mensagem de ter um objetivo, um desafio e continuar na luta para superá-lo, é algo típico da marca. E, é claro, não são só atletas que possuem desafios.

Assim, fica nítido como o storytelling pode ser uma ótima forma de conseguir a atenção e afeição do consumidor, principalmente por se tratar de uma forma interessante de se apresentar uma ideia e que entretém o público com as mensagens, o que acaba por ser um pouco diferente de campanhas que apenas “esfregam o preço na cara do consumidor”. Aqui, o objetivo é diferente.

O marketing que utiliza a ideia de trazer entretenimento junto de suas mensagens até possui uma nomenclatura específica, por conta da necessidade de categorizar esses anúncios em alguma área: “advertainment”. Dessa forma, aquelas que incorporarem, fielmente, essa ação em suas estratégias, terão um enorme diferencial competitivo em prol de uma experiência fora do comum.

Afinal, basta relembrarmos de uma frase bem marcante de uma marca que iniciou seu caminho com o storytelling e, hoje, tem parte de seus serviços voltados a tentar trazer essa experiência para seus consumidores: “Onde sonhos se tornam realidade”, lema do Walt Disney World Resort.

*Renan Cardarello é CEO da iOBEE, Assessoria de Marketing Digital e Tecnologia.