Outback e Guaraná Antarctica se unem para comemorar o Dia do Amigo com descontos de até R$ 40 no delivery
Marcas irão propor desafios divertidos pelo Twitter, no dia 20, para os consumidores provarem as amizades e ganharem cupom de desconto duplo
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Amigo que é amigo não perde um momento especial e, claro, uma zoeira. Pensando em deixar o Dia do Amigo, celebrado no dia 20 de julho, mais divertido e saboroso, Outback Steakhouse e Guaraná Antarctica se uniram e apresentam o “Loucuras de Amigo”. Com desafios pelo Twitter, a ação convida o público a provar que amizade de verdade resiste mesmo durante o isolamento social. Juntas, as marcas irão propor desafios e quem concluir uma das provas ganha descontos para pedir Outback e Guaraná Antarctica pelo delivery via iFood. A ação irá acontecer durante a segunda-feira, 20, e todos que tiverem as participações válidas, ou seja, cumprirem ao menos um desafio, receberão dois cupons de desconto de R$ 20 cada para curtir e presentar o melhor amigo.
Para participar é simples, basta usar a criatividade e demonstrar o quanto essa amizade é única. São três desafios e o participante pode escolher um: enviar um áudio de 10 minutos para o melhor amigo, postar uma foto de gosto duvidoso e divertido do amigo com uma mensagem fofa ou fazer um print com o melhor sticker que você criou usando uma imagem dele. Só serão aceitas as participações publicadas na thread oficial da ação usando a hashtag #LoucurasDeAmigo e marcando o @OutbackBrasil e @Guarana.
“Em tempos difíceis, como o que estamos vivendo, escolhemos usar a diversão para celebrar a amizade e criar memórias com aqueles que dividimos boa parte da nossa vida”, explica Alexandre Lemos, gerente de marketing de Guaraná Antarctica.
“A gente quis aproveitar o Dia do Amigo para oferecer às pessoas momentos de diversão, alegria e ajudar a amenizar as saudades. Queremos que seja um dia de muitas risadas, celebrações e, claro, de uma forma muito gostosa para aproveitar um verdadeiro #MomentoOutbackEmCasa”, diz Renata Lamarco, diretora de Marketing do Outback Brasil.
Os cupons de desconto de R$ 20 poderão ser utilizados até 29/07 em pedidos de Outback com Guaraná Antarctica no delivery via iFood. O regulamento está disponível no site.
B Youth, da HSR Specialist Researchers, identifica Apple, Google, Coca-Cola, Lojas Americanas e Nike como as marcas que mais representam atributos admirados pelos jovens
Para outras gerações, estar associado à uma grife, poderia significar status ou fazer parte de um contexto social. Já para os jovens atuais, uma marca precisa ter atributos que traduzam seus valores e ideais de vida para que mereçam ser usadas por eles. Mas como entender o comportamento desse jovem em relação às preferências das marcas? O que move esse público em determinadas direções e outras não?
A HSR Specialist Researchers desenvolveu o , plataforma que identifica o comportamento do jovem atual e que mostrou as marcas preferidas por eles. E na ordem, Apple, Google, Coca-Cola, Lojas Americanas e Nike podem ser bem distintas entre elas na construção de marca e nos segmentos em que atuam, mas todas se conectam com esse público de alguma forma, apresentam alguns atributos que chamam a atenção desse consumidor.
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Por serem mais críticos, ansiosos, exigentes e questionadores que gerações anteriores, além de serem acostumados a produzir e gerar conteúdo digital, os jovens atuais também são mais engajados em movimentos sociais e gostam de cocriar produtos e marcas. “Buscam marcas verdadeiras e transparentes, que valorizem o ser humano e sejam embasadas em aspectos tecnológicos. Para eles, marcas devem aglutinar todas essas características para conquistarem admiração.” explica Lucas Pestalozzi, sócio-diretor da HSR.
As 20 mais – De acordo com B-Youth, o Top 20 das marcas mais admiradas pelos jovens ficou assim, na ordem: Apple, Google, Coca-Cola, Lojas Americanas, Nike, Nestlé, Natura, Magazine Luiza, Amazon, Ambev, McDonald’s, Netflix, Adidas, Nubank, Samsung, Avon, Casas Bahia, Renault, iFood e Instagram. Também foram indicadas na pesquisa Renner, Burger King, LG, Itaú, Facebook, O Boticário e Uber.
Interessante observar o que os jovens entendem como atributos principais das cinco principais marcas. São características que podem até ter pontos em comum, mas isso não é fundamental. Os atributos mais destacados por eles para a Apple, por exemplo, foram “inovação”, “qualidade”, “tecnologia”, “futuro”, “sonho” e “inteligência”. Já ao Google, os entrevistados atrelam, entre pontos fortes e adjetivos: “pesquisa”, “tecnologia”, “praticidade”, “inteligência”, “incrível” e “surpreendente”.
Da mesma forma, a Coca-Cola está associada a qualidades e entregas como “tradição”, “prazer”, “diversão”, “gostosa”, “felicidade” e “criativa”. Por sua vez, as Lojas Americanas são identificadas por “variedade”, “diversidade”, “qualidade”, “essencial”, “econômica” e “interessante”. Já os atributos destacados da Nike são “conforto”, “qualidade”, “estilo”, “perfeição”, “impecável” e “transparência”.
Metodologia e dimensões – “B Youth – A Voz do Futuro” foi realizada em junho, ouvindo 1,1 mil jovens entre 16 e 24 anos, das classes sociais A, B e C, nas principais capitais brasileiras, utilizando plataforma exclusiva de pesquisa que analisou estratégia de marca, estudos avançados, conhecimento aplicado e integrado.
Amazon mantém 1º lugar e é responsável por um terço do crescimento total das Top 100; O TikTok entra no ranking pela primeira vez em 79º lugar
As marcas mais valiosas do mundo viram seu valor total de marca aumentar em 5,9%, apesar dos impactos econômicos, sociais e pessoais gerados pela COVID-19, de acordo com o ranking das 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo BrandZTM 2020, lançado hoje pela WPP e Kantar. O valor de marca total das TOP 100 alcançou US$ 5 trilhões, equivalente ao PIB anual do Japão. Isso representa um crescimento de 245% desde 2006, quando o valor total do ranking chegou pela primeira vez a US$ 1 trilhão.
As 100 Marcas Mais Valiosas mostraram que são mais resistentes e menos voláteis na crise atual do que durante a crise econômica global de 2008-9, com um crescimento de US$ 277 bilhões em relação ao ano anterior. O portfólio do BrandZ continuou superando o mercado, incluindo o S&P 500 e o MSCI World Index, e mesmo na atual crise caíram menos que a média global. “Vemos uma melhoria significativa no valor de marca agora em comparação com 10 anos atrás, porque as empresas entendem a importância de investir na construção da marca e, como resultado, são mais fortes e resistentes”, afirma David Roth, CEO da The Store WPP EMEA e Asia e Chairman do BrandZ.
O ranking utiliza dados de avaliações que incorporam o desempenho do preço das ações desde abril de 2020 para refletir o impacto da COVID-19. Em um cenário de incerteza, as empresas que investiram consistentemente em marketing de longo prazo e na construção de marcas fortes conseguiram evitar o pior da crise. Antes da pandemia global, o valor total do ranking estava definido para aumentar em 9%. “Embora a pandemia tenha impactado a todos, independentemente do tamanho ou da geografia, o investimento consistente em marketing pode e ajudará a sobreviver a uma crise”, diz Roth.
A Amazon manteve sua posição como a marca mais valiosa do mundo, crescendo 32%, atingindo o valor de US$ 415,9 bilhões. Tendo entrado no ranking das 100 marcas mais valiosas do BrandZ Global em 2006, o valor da Amazon cresceu quase US$ 100 bilhões este ano e representa um terço do crescimento total das Top 100.
As marcas de tecnologia continuaram a dominar o topo do ranking, representando mais de um terço (37%) do valor das Top 100 e crescendo em geral 10%. A Apple manteve sua posição como a segunda marca global mais valiosa (+14%, US$ 352,2 bilhões), enquanto a Microsoft recuperou a 3ª posição (+30%, US$ 326,5 bilhões) à frente do Google (+5%, US $ 323,6 bilhões) em 4o, devido ao crescimento de seu ecossistema de local de trabalho habilitado para nuvem que incorpora o Office365 e o Microsoft Teams, permitindo que as pessoas mantivessem os “negócios como de costume” durante a quarentena.
As marcas asiáticas representaram um quarto de todas as Top 100, incluindo 17 chinesas. O Alibaba (+16%, nº6, US$ 152,5 bilhões) é a marca chinesa mais valiosa, com a gigante de serviços de Internet, Tencent (+15%, nº 7, US$ 151 bilhões) uma posição atrás.
O BrandZ Top 100 deste ano mostrou que inovação e criatividade são os principais fatores de crescimento, à medida que as pessoas passam mais tempo online. Uma das novas marcas, a rede social de compartilhamento de vídeos curtos TikTok (nº79, US$ 16,9 bilhões) foi a mais nova entrante deste ano, oferecendo conteúdo divertido e de entretenimento gerado pelo usuário.
BrandZ Top 10 Marcas Mais Valiosas do Mundo – 2020
O setor de varejo apresentou forte desempenho, crescendo mais rapidamente (21%) em valor de marca, impulsionado pelos principais players de comércio eletrônico. As marcas de varejo de comércio eletrônico Amazon, Alibaba e JD (+24%, nº 52, US$ 25,5 bilhões) demonstraram inovação e agilidade em tempos difíceis, juntamente com os varejistas mais tradicionais como o Walmart (+24%, nº 27, US$ 45,8 bilhões), que investiu em suas capacidades de e-commerce.
Mais da metade das representantes da categoria de mídia e entretenimento apareceu entre os 20 primeiros que mais cresceram, incluindo o Netflix (+34%, US$ 45,9 bilhões), subindo oito posições para o 26º lugar, Instagram (+47%, US$ 41,5 bilhões), subiu 15 lugares para a 29ª posição, LinkedIn (+31%, 43º, US$ 29,9 bilhões) e Xbox (+ 18%, 65º, US $ 19,6 bilhões) subiram 22 posições.
No entanto, as marcas de energia caíram 22% em valor, os bancos globais caíram 19%, os bancos regionais caíram 11% e os carros caíram 7%.
As marcas também encontraram maneiras novas e criativas de se envolver com os consumidores, construindo confiança e criando um nível de intimidade, principalmente em saúde e bem-estar. A marca Lululemon (+40%, US$ 9,7 bilhões) foi uma das que mais subiu, tendo mudado seu foco de roupas inspiradas em ioga para roupas adequadas ao trabalho, além de oferecer aulas on-line para as pessoas em casa.
“A inovação provou ser um fator essencial para o crescimento das Top 100 deste ano – e uma maneira de evitar o declínio. A criatividade também é uma característica importante e valiosa para as marcas mais valiosas do mundo”, afirma Doreen Wang, Líder Global do BrandZ na Kantar. “Empresas como Amazon, Apple e Google, os gigantes da tecnologia que continuam inovando, combinam com sucesso as duas, continuando relevantes para a vida dos consumidores e facilitando a escolha da marca.”
Destaques do BrandZ Global 2020:
A MasterCard entrou no Top 10 pela primeira vez este ano, devido ao forte desempenho financeiro, apoiado pelo crescente valor da marca, especialmente no engajamento dos consumidores: adaptando-se com sucesso às necessidades diárias e ganhando uma estreita conexão emocional por meio de seu posicionamento com propósito.
Cinco novas marcas aparecem no Top 100, lideradas pela marca de entretenimento chinesa TikTok, seguida pela UnitedHealthcare (nº 86, US$ 15,8 bilhões), Bank of China (nº 97, US$ 13,7 bilhões), Lancôme (nº 98, US$ 13,6 bilhões) e Pepsi (No. 99, US $ 13,3 bilhões).
Construir ecossistemas se tornou uma tendência na comunidade empresarial global. A Haier (no. 68, US$ 18,7 bilhões) é a principal marca ecossistêmica da internet das coisas pelo segundo ano consecutivo.
Os EUA representaram mais da metade das marcas do ranking. As marcas asiáticas representaram um quarto das Top100, 17 da China (incluindo Alibaba e Tencent no Top 10) e duas do Japão (Toyota e NTT).
A sustentabilidade é o novo luxo: atendendo à expectativa dos consumidores jovens de encontrar as características associadas ao luxo, mas com materiais sustentáveis e menos embalagens, quatro marcas de luxo chegaram ao Top 100 este ano, lideradas pela Louis Vuitton (+10%, nº 19, US $ 51,8 bilhões).
O relatório BrandZ com as classificações das 100 marcas mais valiosas do mundo estão disponíveis para download aqui.
Qual será o papel da propaganda na retomada? Ou: vamos criar um climão?
Antes de qualquer coisa preciso escrever aqui que não há condição de prever o que virá com um mínimo de confiabilidade. E que a proposta desse texto não é um exercício de futurologia.
O que quero discutir aqui é o que a propaganda pode fazer para tornar o cenário pós isolamento social menos desastroso. Discutir que papel a propaganda pode exercer na retomada da economia e dos negócios.
Dito isso tudo vamos em frente!
Criar um ambiente positivo
A propaganda pode e deve trabalhar junto às marcas para criar um bom ambiente para o país. Buscar um discurso que reconheça as dificuldades, mas que ao mesmo tempo motive a população a enfrentar e ter esperança. Tem que ser um discurso positivo aliado a ações concretas por parte dos anunciantes.
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Creio que as agências e seus clientes devem pensar e por em prática coisas que ajudem as pessoas. Que as motivem. O que exatamente será eu não sei. Marcas e agências vão ter que buscar o que é mais sensível e urgente em cada segmento. Já vimos um ensaio disso durante a pandemia por parte de alguns anunciantes e suas agências.
O que importa são as pessoas
O centro de tudo deve ser o lado humano. A preocupação verdadeira com as pessoas. As marcas precisam e devem vender. Produtos e serviços precisarão ser escoados. Mas entender o que pode de fato ser decisivo para que as pessoas retomem uma “vida normal” e comunicar e apoiar iniciativas em torno disso é fundamental.
A propaganda sempre foi motivadora
Sim, a propaganda ao longo da história ajudou a educar, a mudar e construir hábitos. Agora mais do que nunca deve buscar o diálogo, a comunicação de mão dupla. Ou melhor, multidirecional. Participar das conversas e construir discursos que resgatem a auto estima das pessoas. Que apoiem as pessoas em busca de novos caminhos e de novas soluções.
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Tornar visíveis as novas oportunidades
As marcas e as agência podem e devem mostrar às pessoas onde há novas oportunidades. Onde há espaço para uma nova colocação, um novo emprego, uma nova área de atuação econômica e até mesmo uma área que careça de empreendedores.
Sim, como diz aquele banco em suas peças publicitárias…
Só não dá pra ficar parado, só não dá pra não fazer nada. Temos que tentar. Mesmo que a gente erre. Mesmo que muitos digam que não estamos ajudando muito. Não importa. Temos que fazer.
Vamos começar a criar um climão positivo acima de todas as diferenças. Tá difícil. A política não ajuda. O isolamento também não. Mas não importa.
Acredito que temos a obrigação de fazer! Vamos criar esse climão!!!