Pool criativo trabalha inteligência social para marcas e personalidades

DIGIA chega ao mercado com proposta inovadora de inteligência social para marcas e personalidades

Ex-sócio da celebrada ACT1ON se junta a alguns fundadores da pioneira Urgh.us para somar expertises de publicidade e gerenciamento de mídias sociais e cria um novo modelo publicitário que atende talentos e mercado coorporativo

Marco Serralheiro

Nasce a DIGIA, um pool criativo que propõe um novo modelo de comunicação integrada. A agência investe em um modelo de inteligência social que passa por compreender o consumidor-seguidor e oferecer ações personalizadas que impactam em vendas – oferecendo a conexão entre dois polos de negócios essenciais para marcas e personalidades que pretendem se destacar: um voltado para a publicidade e projetos customizados; e outra para gestão de mídias digitais. A decisão de criar a DIGIA vem do entendimento sobre esse novo momento em que empresas necessitam compreender e atuar de forma ativa, interagindo diariamente com seus clientes através das plataformas digitais.

“Hoje rede sociais são muito mais do que simplesmente uma vitrine para qualquer empresa. O potencial para o setor é enorme, já que diversas marcas e corporações se transformam e entendem a urgência de expor suas ideias, produtos e projetos em redes sociais”, afirma Marco Serralheiro, CEO e co-fundador da DIGIA. Serralheiro é oriundo da ACT1ON, grife que em cinco anos de extremo sucesso assinou mais de 300 grandes campanhas publicitárias, conectando empresas com grandes personalidades.

Para formar a DIGIA, o CEO associou- se a Letícia Cordeiro, Felipe Basílio e João Márcio Dias, parte dos ex-sócios da Urgh.us, coletivo de grande êxito nas redes sociais que atua no mercado há seis anos e atende a talentos variados como atores, apresentadores e cantores. “Nosso modelo humanizado de trabalho, baseado no conceito de inteligência social, permitiu consolidar na internet nomes que antes eram poderosos em outras mídias, mas sem a mesma expressividade nas redes. O objetivo agora é oferecer esse conhecimento para marcas e empresas de todo o país”, pontua a ex-sócia da Urgh.us, Letícia Cordeiro, diretora executiva e co-fundadora da DIGIA, que chega ao mercado com importantes clientes, entre eles a Agência Africa e diversas personalidades como Bruno Gagliasso, Giovanna Ewbank, Rodrigo Santoro, Bruna Linzmeyer, Deborah Secco, Gloria Pires, Zeca Camargo, Fabio Assunção, Paula Fernandes, Xand Avião e Ana Furtado.

“A barreira entre vida real e virtual estão diluídas e hoje já não é mais possível distinguir suas diferenças. Entretanto, é fundamental que uma marca ou celebridade mostre sua verdade, só assim serão aceitas pelo público”, define Serralheiro, que acredita na ideia de “digital first”, ou seja, o online é o primeiro e mais fundamental lugar para estabelecer contato e gerar reconhecimento de uma marca com o cliente.

Iniciando suas atividades com 35 profissionais e amplo portfólio de serviços – tais quais pesquisa de imagem, monitoramento, análise de reputação, produção de conteúdo, criação de eventos, gestão de lançamentos artísticos, gerenciamento de crise, dentre outros – a DIGIA espera conquistar, em breve, clientes dispostos a transformar seus espaços digitais. Hoje, vale lembrar, são as empresas que dominam o comércio eletrônico que continuam em valorização no mercado, mesmo durante este período de crise e esta é a lógica da DIGIA: uma comunicação que dialogue com o público, que faça a diferença para as pessoas e, consequentemente, traga números expressivos e reais. “Negócios e personalidades que não mergulham de cabeça nas redes estão com os dias contados. Hoje é impossível pensar em qualquer marca sem considerar sua presença digital e é por termos convicção nesta ideia que existimos”, finaliza Serralheiro.

Fonte: Trigo Estratégia de Imagem – Fernanda Reis

5G no Brasil: O que esperar da nova tecnologia que chega envolta em polêmicas

Operadores de telefonia começaram em julho deste ano a operar testes com a nova tecnologia que promete uma internet mais rápida e revolucionária

Downloads mais rápidos e um maior cobertura no território brasileiro. Até o momento, esses são alguns pontos adiantados por algumas operadoras que começaram a testar o 5G, nova modalidade de conexão móvel. O leilão do espaço espectro que será atribuído à nova tecnologia deve acontecer apenas em 2021, mesmo assim as avaliações nacionais, que ainda não experimentam a conexão em todo o seu potencial, já falam em uma capacidade 12x mais veloz que a experimentada pelo 4G.

Bruno Maciel

Segundo o especialista em tecnologia e mídias digitais Bruno Maciel, um ponto relevante é que para a novidade, a Anatel, agência que regula as telecomunicações no país, exigiu uma cobertura de 95% sobre o espaço brasileiro, número maior que o tecnologia atual. “O grande ganho que vêm com esse requisito é a ampliação de sinal, que é um problema que dificulta o bom acesso à internet no país, em especial em cidades municípios de pequeno porte”, elucida.

No quesito velocidade, o especialista aponta quem a chegada do 5G pode vir a acelerar o processo de modernização e obtenção de casas e eletrodomésticos inteligentes. Apesar de já ter evoluído bastante nos últimos anos, a internet das coisas ainda não consegue entregar com totalidade ou mesmo construir um cenário possível para a automatização de transportes, iluminação entre outras inúmeras tecnologias que vem surgindo devido a um problema de baixa velocidade no Brasil, argumenta Bruno Maciel.

Polêmicas

Apesar dos possíveis avanços tecnológicos, a nova forma de se conectar vem envolvida em uma série de polêmicas e discussões acerca da privacidade dos usuários. Pois, se a internet estará presente em tudo e todas as coisas, será possível parar um país inteiro por meio dela. “Outro grande ponto é sobre a concorrências entre as grandes potências. Estados Unidos e China disputam o protagonismo no fornecimento de estrutura para países que desejam implantar a tecnologia. Sendo que o governo norte-americano propaga que a tecnologia chinesa será usada para espionagem”, pontua Bruno Maciel.

Apesar do Brasil ainda não ter tomado uma posição sobre a tecnologia no país, o presidente Bolsonaro disse que cabe a ele decidir sobre isso. Em contrapartida, o vice-presidente Hamilton Mourão já declarou não ter medo de retaliação caso o Brasil opte pelas estruturas chinesas, mesmo com o alinhamento que o governo tem com os Estados Unidos.

Fonte: MF Press Global

Ranking global e inédito de publicidade revela que os consumidores preferem seus anúncios no TikTok

Kantar divulga lista completa no Media Reactions, novo estudo que mede a percepção dos consumidores em relação à publicidade no mundo, incluindo o Brasil

A Kantar, empresa líder mundial em dados, insights e consultoria, divulga neste mês o primeiro ranking global de equity de publicidade. O ranking, que mede a percepção dos consumidores em relação à publicidade em diferentes ambientes, foi publicado em Media Reactions. O TikTok, plataforma social que ganhou ainda mais atenção durante a pandemia, lidera o ranking inédito global no quesito plataformas digitais.

O estudo Media Reactions, que entrevistou 4.000 consumidores e mais de 700 profissionais de marketing, incluindo o Brasil, fornece uma métrica global de “equity de publicidade”* para canais de mídia, assim como redes sociais, publishers e aplicativos mobile. Ele contém diagnósticos detalhados que também ajudam os anunciantes a entenderem o impacto que as diferentes plataformas terão em suas campanhas e suas marcas. Os aprendizados do estudo incluem:

Divisão online-offline:

Os consumidores preferem canais offline para receber publicidade e tendem a considerá-los como de melhor qualidade, mais confiáveis e menos intrusivos do que os canais online. Em geral, os canais de mídia em que os consumidores afirmam preferir consumir publicidade globalmente e no Brasil são:

O cinema lidera a lista em 4 dos 7 países avaliados (Austrália, Alemanha, Reino Unido e EUA), enquanto eventos patrocinados lideram o ranking no Brasil e na China. Os meios de comunicação impressos e os anúncios digitais OOH também são bem avaliados entre os consumidores.

Embora os formatos online sejam geralmente menos aceitos do que os formatos offline, as percepções dos consumidores são mais favoráveis para conteúdos patrocinados por influenciadores, anúncios em podcasts e anúncios de TV por streaming.

Entre todos os formatos, a publicidade na TV e em vídeo online continua a dominar a exposição a anúncios. Enquanto nosso estudo explorou uma variedade de ambientes, os consumidores claramente têm visões entusiasmadas e um pouco polarizadas entre os formatos. O estudo revela que alguns são considerados divertidos, de boa qualidade, relevantes e confiáveis, enquanto outros não agradam pela excessiva saturação e repetição.

Apesar da preferência dos consumidores por receber publicidade offline, o foco da comunidade de marketing permanece no engajamento digital. As prioridades dos profissionais de marketing em relação a plataformas estão, portanto, em desacordo com as preferências dos consumidores. As plataformas de anúncios preferidas da indústria são (em ordem de preferência) anúncios em vídeo online, anúncios na TV, anúncios em redes sociais, anúncios na TV por streaming e stories em redes sociais.

Ranking global de plataformas digitais

Em uma seleção de plataformas digitais globais, a Kantar também mediu a opinião dos consumidores sobre publicidade nas plataformas sociais/de conteúdo que eles usam. Com base em 11 variáveis, o TikTok ficou no topo do ranking global em equity de publicidade. As marcas de mídia digital que ficaram nas cinco primeiras posições para publicidade são:

Tabela 2: Plataformas globais de anúncios digitais preferidas dos consumidores:

Dentro do ambiente digital, consumidores e profissionais de marketing concordam em relação às plataformas digitais confiáveis, como Google, Instagram e Twitter. No entanto, os consumidores geralmente são mais positivos em relação à publicidade naquelas mais novas, como o TikTok, enquanto os profissionais de marketing preferem marcas mais estabelecidas, como o YouTube.

Em contraste com os rankings gerais de canais, o equity de publicidade é geralmente maior para as marcas globais de mídia digital do que para marcas de mídia locais (herança offline). Parece que as “falhas gerais” dos anúncios online são um problema menor para a maioria dos ambientes digitais premium incluídos em nosso estudo.

Perspectiva de investimento publicitário

Durante a pandemia da Covid-19, 60% das empresas relatam ter reduzido seus gastos com marketing, com 30% tendo reduzido muito**. A pandemia resultou em um maior foco em Propósito da Marca e Transformação Digital. Talvez como consequência, os profissionais de marketing agora avaliam a adequação da campanha e a receptividade publicitária antes do ROI e de considerações de custos ao tomar suas decisões de investimento de mídia.

As mudanças de investimento têm estado em grande parte alinhadas com a mudança de hábitos de mídia dos consumidores, que durante a pandemia se tornou mais digital do que antes. A alocação de investimento/recursos para canais digitais aumentou como resultado da Covid-19. O investimento em mídia offline em geral diminuiu em resposta ao isolamento entre a maioria das grandes sociedades.

Parece que as mudanças que aconteceram em 2020 vão acelerar ainda mais em 2021, especialmente para vídeos online. As plataformas globais mais propensas a se beneficiar são YouTube, Instagram, TikTok e Google. Espera-se que a TV se recupere junto com a OOH digital. Para a maioria das outras mídias offline, o ambiente de negócios desafiador de 2020 parece continuar até 2021.

Situação 1: Mudanças planejadas na alocação de investimento/recursos (alteração para aumento líquido planejado)

“O Media Reactions 2020 traz luz sobre o fato de que ter um publisher premium no mix pode sim garantir melhores resultados para a performance de uma campanha”, comenta Maura Coracini, diretora de Mídia&Digital da Kantar. “Saber as fortalezas que cada plataforma e canal de mídia podem “emprestar” para a sua marca facilita uma maior aceitação da publicidade e ajuda a ganhar maior relevância entre os consumidores. É natural que os investimentos de mídia se movam cada vez mais para o digital – principalmente com o aumento do uso dessas plataformas na pandemia – porém a saturação, a repetição e o excesso de segmentação em alguns ambientes podem jogar contra a marca no final do dia. As plataformas de mídia precisam gerenciar seu equity de publicidade tendo consumidores e profissionais de marketing em mente, garantindo que a experiência seja positiva para as duas pontas do ecossistema”.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues
Assessora de Imprensa

Pesquisa aponta crescimento de 11% das redes sociais

Número de usuários de redes sociais crescerá mais de 11% no Brasil até final de 2025

Uma pesquisa da plataforma Statista, feita no segundo semestre deste ano, revelou que o Brasil aparece em quinto lugar no ranking dos países em que o crescimento de usuários de redes sociais irá ser ainda mais significante após este ano de quarentena.

Divulgada pelo Cuponation, sistema de descontos online, o estudo aponta que entre 2020 e o final de 2025 o aumento de usuários brasileiros em todas as mídias será em torno de 11,59%, passando para 157.85 milhões de indivíduos ativos no fim da projeção.

No início deste ano, o Cuponation havia realizado essa mesma pesquisa, revelando que até 2023 essa estimativa seria de 20%. À época, os usuários brasileiros se posicionavam em média em 95 milhões, e chegariam a 114.5 milhões.

No entanto, com a chegada da pandemia, as suposições mudaram: com os brasileiros dentro de casa e com menos tarefas do dia a dia para realizar na quarentena, a população digital das redes sociais bateram recordes de 141.45 milhões de pessoas ativas apenas na metade de 2020 – o que representa um aumento de quase 40% acima da projeção.

Dentre as 20 nações presentes na primeira pesquisa citada, China ocupa o topo do ranking com 926.84 milhões de pessoas conectadas atualmente, e a previsão para daqui 5 anos é que esse dado seja de 1. 135.13 milhões. Veja a pesquisa completa no infográfico interativo do Cuponation.

Índia e Indonésia são os países que estão em segundo e terceiro lugares da lista, com estimativas de 490.3 milhões e 256.11 milhões para o final do levantamento. Canadá ocupa o último lugar, com projeção de 32.07 milhões de pessoas.

Fonte: Comuniquese – Giovanna Rebelatto