AI. Você já deve ter lido essa sigla em algum lugar. Não é uma interjeição de dor e sim um termo em inglês abreviado (Artificial Intelligence) ou aportuguesando IA, Inteligência Artificial.
Estes mecanismos estão em todo lugar hoje com a internet a todo vapor. Fazem atendimento personalizado para seu banco, fazem buscas por rastreamento de face, fazem varreduras em palavras que são produzidas aos milhões por dia nas redes sociais, estas inteligências realmente já fazem parte do nosso dia a dia e, portanto, já são normais e até naturais. Ainda assim, paradoxalmente assusta.
Você está se preparando para a fusão (homemXmáquina)?
Já está acontecendo e não é uma história de ficção científica, com androides e ciborgues, é algo mais palpável com pessoas utilizando celulares cada vez mais como extensão de suas mentes, cérebros, no caso da memória, até mesmo para resolução de problemas complexos. Em alguns casos, sim, parece filme de ficção científica e vemos pessoas se conectando a computadores para ganharem super visão, super audição ou algum tipo de ampliação sensorial ao se plugar à um computador preparado para isso. Mas essa assunto ficaria para outro dia. O foco aqui é o quanto nós estamos deixando a oportunidade passar e não estamos nos preparando para o futuro que está se desenhando.
Ok, Google, dessa vez você passou dos limites
Os atendentes virtuais que estão no seu celular, no banco, no site etc. são apenas coadjuvantes, talvez as grandes inteligências artificiais você nem saiba que existe, elas não tem voz, cara ou nome fofo. Quando a gigante chinesa Alibaba ou a Amazon, faz vendas, várias IAs se mexem para otimizar e maximizar as entregas. Eles podem prever o que você vai querer comprar no futuro e realmente vender. Ou em alguns casos, como do Facebook, eles fazem uma leitura profunda dos textos produzidos e conseguem saber se a pessoa está com bom humor, depressiva, etc. Além de caçar imagens inadequadas e proibir sua veiculação, no caso de pornografia, só para citar um dos problemas atuais.
Ai, ai, essa AI
As gigantes do comércio online estão se movimentando e aproveitando das IAs, porém nós, meros mortais, parecemos ainda engatinhar nessa compreensão e em como vai nos impactar no trabalho, no lazer e como podem nos ajudar na qualidade de vida. Será que nós estamos tão desatualizados que poderemos ser deletados nos próximos 10 anos deste mercado de trabalho atual? Eu não quero esperar a próxima atualização para descobrir. Por isso, sugiro perder o medo, conhecer e se especializar em áreas com menos dedicação de seus parceiros de trabalho. Programação, User experience, Marketing de Experiência e outras áreas estão crescendo muito e provavelmente muitos profissionais (e IAs) serão necessários para fazer tudo isso rodar.
Ação já impactou mais de um milhão de pessoas on-line
Com o conceito “Essencial é o gás que te move”, uma campanha produzida pela VCA Filmes e criada pela agência MariaSãoPaulo para a Copagaz tem abordado a capacidade dos brasileiros seguirem em frente mesmo em momentos difíceis como a pandemia. Os comerciais de 15, 30 e 60 segundos foram ao ar nas maiores emissoras de TV aberta do país nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e continua atualmente nas redes sociais com o depoimento de pessoas que não deixaram se abalar com a crise.
De acordo com a head de marketing da Copagaz, Emmanuelle Kalil, a ideia foi exibir histórias inspiradoras em um ano em que todos foram impactados pelos acontecimentos. “Não é só o nosso fogão que precisa de gás, ou energia, para fazer as coisas acontecerem. Nosso objetivo foi mostrar que todos nós temos um gás a mais para superar os desafios que encontramos na vida, e a campanha acaba gerando uma corrente do bem que leva essa energia positiva a todos “.
Os vídeos publicados no canal do YouTube da Copagaz e em redes sociais têm cerca de dois minutos de duração e os próprios personagens contam suas trajetórias nos últimos meses. Há, por exemplo, a história de um pai solteiro que divide seu tempo entre o cuidar das suas duas filhas, trabalho e afazeres domésticos; a representante de vendas que investiu R$ 200 para iniciar um novo negócio em casa; e um chef de eventos que passou a fornecer marmitas durante o isolamento social. Em comum, está a superação de sair de uma situação difícil para algo que lhes fez crescer como profissionais e pessoas.
“Além de contarmos histórias super interessantes, para essas gravações, nossa equipe teve de se atentar às recomendações dos órgãos de saúde quanto ao coronavírus. Consideramos de extrema importância levar essa mensagem também ao público na iniciativa da Copagaz”, conta o diretor executivo da VCA Filmes, Carlos Turqueto.
A diferença de gênero também é um ponto decisivo para o foco de campanhas publicitárias, homens e mulheres pensam diferente na hora de efetuar a compra.
Desde o início da humanidade, ficou determinado que o homem sairia para caçar e conseguir o sustento para a sua família, desenvolvendo habilidades mais agressivas e uma maior competitividade, já a mulher ficaria em casa cuidando dos serviços doméstico e dos filhos, o que a tornou mais empática e sábia para conviver em família e compartilhar recursos.
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Com o ingresso da mulher no mercado de trabalho, as grandes guerras e até mesmo a Revolução Industrial, o gênero feminino passou a ter essas funções menos demarcadas, ainda que algumas se mantivessem, agora as mulheres ocupam cargos de chefia que as fazem pensar diferente de antigamente.
Mas o que difere o cérebro feminino do masculino?
As mulheres realmente amadurecem mais cedo, o cérebro feminino atinge a maturidade aos 11 anos de idade, principalmente nas áreas de fala e da escrita, já o cérebro masculino leva três anos a mais para amadurecer. O uso distinto dos hemisférios (o hemisfério direito está ligado às emoções, enquanto o esquerdo está ligado a razão) é outra característica marcante.
O cérebro feminino consegue ter uma maior interatividade entre esses dois hemisférios, permitindo que elas realizem mais de uma atividade ao mesmo tempo, enquanto os homens tendem a se concentrar em uma única tarefa por vez.
É perceptível que a mensagem publicitária não pode ser executada da mesma forma para homens e mulheres, uma vez que as distinções cerebrais e hormonais geram comportamentos diferentes.
O gênero masculino está mais focado no preço, enquanto as mulheres se preocupam mais em como serão atendidas.
Como as mulheres compram?
As mulheres tendem a fidelizarem as marcas que já conhecem e confiam, esse comprometimento com uma determinada marca, normalmente vem das referências de amigas e até entre mães e filhas, para as mulheres, se uma experiência foi positiva para alguém que ela conhece, seus neurônios-espelho começam a entrar em ação, querendo testar o produto para confirmar ou não, a experiência passada.
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O gênero feminino possui uma grande necessidade em trocar experiências, portanto, é importante fazer o uso de depoimentos, promoções, eventos, fan pages, comerciais ou até mesmo spots em que elas fiquem à vontade para trocar informações umas com as outras.
As marcas devem compreender os valores femininos para que elas sintam-se sensibilizadas.
‘’De acordo com Barletta, as mulheres pensam em quatro fatores na hora de tomar suas decisões de compra: valores sociais, que se resumem a crenças e atitudes nas quais acreditam, valores de vida e de tempo, que aparecem como implicações sobre as diferenças entre os papéis masculinos e femininos; pontos-chave de comunicação, que nada mais são que os rituais típicos das mulheres e as diferentes expressões de um produto; e por fim, dinâmicas sintetizadoras, consideradas as diferenças na forma como as mulheres percebem e processam a mensagem transmitida.’’
Toda mãe tem cérebro feminino, mas nem toda mulher tem cérebro de mãe.
Todas as mulheres e gestantes se enquadram nas características citadas anteriormente, porém, durante o período da gravidez o cérebro feminino tende a sofrer algumas alterações.
Nessa fase, o foco das mulheres não é mais produtos relacionados a sua necessidade, o seu comportamento e a sua preocupação tende a ser o bebê. Como, então, as mensagens publicitárias devem se voltar a esse target? Afinal, nada é mais importante para uma mãe do que a saúde e a felicidade de seus filhos.
As propagandas precisam de muita criatividade, interação entre mães e filhos, e os cuidados com o bebê, o carinho na amamentação e a sensação de alívio em assistir uma noite de sono tranquilo, devem ser ressaltados.
Como os homens compram?
Diferentemente das mulheres, quando os homens entram no shopping eles já sabem onde querem ir e o que estão buscando, seja pegar um cinema, passar no supermercado ou até mesmo ir a sua loja predileta de sapato, sendo bem mais práticos na hora de tomar uma decisão.
O responsável por isso, de acordo com cientistas é a testosterona, o maior objetivo do cérebro masculino, além da praticidade é a autonomia. As campanhas de marketing voltadas para esse target, vão direto ao ponto. Outro fator a ser levado em consideração para alcançar esse público é o desempenho e o preço.
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De acordo com pesquisadores, a aspiração também tem que ser trabalhada. Um comercial que mostra as novas aquisições trazidas pelo produto tendem a ganhar o coração do gênero masculino, porque eles acham que terão esses mesmos benefícios se adquirirem o que foi ofertado.
Campanhas publicitárias com conotações sexuais também agradam esse público, porque o espaço destinado ao impulso sexual no hipotálamo cerebral masculino é 2,5 vezes maior que no hipotálamo das mulheres.
Use e abuse por curvas em suas ações de marketing, elas são associadas a sexualidade, fertilidade, saúde e nutrição, despertando o interesse dos homens.
É sabido que não basta desenvolver apenas campanhas com o objetivo de vender um produto ou fornecer um serviço, é necessário desenvolver cada uma das peças proporcionando emoções, para que a mensagem fique, de fato, gravada no subconsciente do seu consumidor. Elas produzem fortes estímulos eletroquímicos que influenciam todas as informações que recebemos.
As propagandas que transmitem emoção fazem com que o público relembre cenas já vivenciadas e associem aos produtos e serviços oferecidos, as emoções criam os comandos necessários para induzir os clientes a continuar com o processo de decisão por um determinado produto.
O grande desafio do marketing é conseguir atrair a atenção do expectador para a mensagem, como o cérebro humano é emotivo, as emoções auxiliam a prender a atenção do público-alvo do início até o fim. Mas, cuidado, quando fizer uso do marketing emocional, lembre-se que será justamente a emoção a responsável por causar lembranças no consumidor. Por isso, defina com cautela qual o sentimento você quer deixar para o seu público, ele sempre será lembrado pelo subconsciente.
A propaganda emocional é um dos caminhos para reter a atenção dos consumidores, sendo uma estratégia de suma importância no que diz respeito ao posicionamento de marca. Afinal, elas são anunciadas de duas formas: a primeira tem o intuito de sanar os problemas que o afligem, a segunda forma é oferecer ao consumidor a sensação de bem-estar e possa desfrutar dos benefícios oferecidos pela marca.
O texto publicitário é uma arma poderosa para todos aqueles que tem o objetivo de deixarem suas marcas no subconsciente dos seus consumidores.
Nos estudos intrínsecos a neurologia, faça a opção de escolher termos para atrair a atenção do seu público, isso fará toda a diferença e dará mais relevância a sua mensagem em comparação com as outras.
*Tatiana Lacaz Graduanda em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda no Centro Universitário Teresa D’Ávila Redatora na PsPonto – Agência de Comunicação e Marketing
Com criação da BETC/Havas, a marca alemã faz um convite à correção de estereótipos das buscas no Google antes do Natal, além de incentivar a prática feminina aos esportes
A PUMA Brasil lança sua nova campanha de Natal “Presente Das Minas”, que faz parte do empenho da marca em incentivar e apoiar mulheres na prática de esportes, seja para diversão, se manter ativa ou pensando em uma carreira profissional. O objetivo é contribuir com a discussão de estereótipos existentes em presentes para meninas antes do Natal.
Quando se procura por “presente de menina” em sites de busca na internet, os primeiros resultados apresentam um mundo cor-de-rosa que se multiplica nas lojas de brinquedo e sites. Isso fica ainda mais nítido quando vemos que, segundo o IBGE, no Brasil cerca de 68% das mulheres dizem nunca terem praticado esportes e, dos 32% que já praticaram, menos da metade participou de um esporte coletivo.
“Queremos ver cada vez mais meninas e mulheres inseridas no esporte”, disse Fabio Kadow, diretor de marketing da PUMA Brasil. “Criamos a campanha justamente para contribuir com a discussão e começar a mudar esses estereótipos que não têm mais espaço nas novas gerações”, conclui.
“Essa ação é mais do que um convite, é uma provocação da PUMA para driblarmos os estereótipos e propormos uma mudança de pensamento. Por que as minas não são incentivadas ao esporte tanto quanto os meninos? Para mim que sou mulher e mãe de menina e menino é um orgulho fazer parte disso”, disse Andrea Siqueira, diretora executiva da criação da BETC/Havas.
A campanha acontecerá nos sites de busca até o Natal, com termos como “brinquedo de menina” e “presente feminino”, entre outros, apresentando como resultados anúncios da PUMA, direcionados ao site que falará mais sobre a campanha e com diversas opções de presentes. A campanha também estará presente nas redes sociais da PUMA Brasil e poderá ser discutida nas redes sociais com a hashtag #PresentedasMinas, com o apoio das embaixadoras da marca.