Sorteado da Campanha de Natal ACIT inicia o ano com Carro 0Km
O evento de encerramento da Campanha de Natal da Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) aconteceu nesta quinta-feira,05, às 17h na sede da associação e contou com a presença do vice-presidente, Sr. Osnei Camargo, do cantor Diovani Cappy e de consumidores que foram prestigiar e torcer na expectativa de serem sorteados.
Todos os cupons preenchidos e colocados nas urnas de todas as campanhas TaubateAMO, promovidas ao longo do ano de 2016, concorreram ao sorteio do carro.
A promoção “De Carona com o Noel” teve como premiação para o sorteado, um lindo carro zero quilômetro da marca Fiat, modelo Pálio Fire. E ainda uma motocicleta Suzuki GS120 zero quilômetro para a vendedora contemplada.
O sortudo e sortuda que já iniciaram o ano com seus veículos zero quilômetro foram: José M. da Silva, ganhador do carro, e Aline, vendedora da loja Kika’s Modas que levou a linda moto.
Todas as campanhas TaubateAMO 2016 foram encerradas no dia 31 de dezembro de 2016 e as informações estão disponíveis no site www.taubateamo.com.br . E também podem ser obtidas na ACIT pelo telefone (12) 2125-8201.
A Associação Comercial e Industrial de Taubaté agradece a todos os associados, patrocinadores e clientes pela participação na Campanha TaubateAMO 2016. Em breve será lançada a nova Campanha ACIT 2017 que promete agitar o comércio da cidade.
O papel do profissional de Mídia na composição da estratégia de comunicação ganha cada vez mais importância no modelo atual das agências de publicidade brasileiras. Hoje temos um anunciante ainda mais exigente com resultados e eficiência de investimentos, principalmente em seus planejamentos de mídia. As responsabilidades do Mídia estão em mapear os hábitos de consumo de meios do consumidor, planejar a melhor e mais eficiente estratégia de pontos de contato, avaliar e traçar KPIs, até a negociação e compra de espaços.
Professores:
Filipe Crespo (Gerente de Mídia na Mullen Lowe Brasil | Passou por grandes agências como Ogilvy&Mather, África, W/McCann, Y&R, JWT e AG_407 atendendo os clientes: Bradesco, P&G (Gillette), LG Electronics, Perdigão, Peugeot, Casas Pernambucanas, RaiaDrogasil, entre outros.)
Heloisa Lima (Diretora de Mídia e BI na Leo Burnett | Passou pela DM9DDB, TribalDDB em NY, Almap BBDO, Dentsu Latin America, DPZ, Millward Brown e BFerraz)
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Um consultor de branding trabalha diretamente com a imagem da marca, considerando imagem, aquilo que a sociedade pensa sobre uma instituição, produto ou conceito.
Normalmente transformamos isso em “slogans” que são verdadeiras linhas fundamentais de compreensão de nossos trabalhos.
Temos visto um show de destruições de boas imagens construídas, seja por incompetência ou dessabores políticos no Brasil e no mundo.
Portanto, para esta última coluna do ano proponho colocar aqui minhas 7 imagens de destaque, que gostaria que retomassem o seu patamar na história, mas, também uma previsão do que acho que pode acontecer em nosso breve futuro. Vamos lá:
1- Brasil, um país de todos.
A ordem é o progresso que se impôs ao nosso país após o segundo impeachment da nossa história, parece suprimir da população seus anseios e vozes. Os desmandos e a corrupção continuam manchando nossa marca de país democrático, pacífico e colaborativo.
Há uma guerra cível latente, que poucos falam abertamente, mas, que claramente aparece no raio x da análise de imagem. Nossa política não representa mais o que a grande massa brasileira deseja, e que na minha análise se resume em outro slogan bastante óbvio “menos roubalheira, mais oportunidades.”
Gostaria que houvesse um remédio para esta marca no ano que chega, mas, não acredito nessa alopatia. Tendemos ao fim desta marca, e ao inicio de outra, mais madura, porém menos dócil, que é uma pena.
2- Petrobras, o desafio é a nossa energia.
O Brasil viveu uma euforia quando o diamante negro do nosso modelo econômico foi aparentemente alçado à principal produto de exportação do país. Revivendo um slogans da década de 50, “O petróleo é nosso.”, a Petrobras virou a marca da moda, mas caiu tão rápido quanto o orkut. E as novas medidas tomadas pelo atual governo recolocam esta empresa pública em seu “devido” lugar, perdendo a exclusividade na exploração das bacias encontradas, passa a concorrer diretamente com as gigantes do capital estrangeiro.
Para 2017, sob o ávido olhar do novo secretário de estado americano (um empresário do petróleo), esse slogan, podemos dizer que será enterrado embaixo do pré-sal.
3- Brasil, o país do futebol.
Não foi o 7 a 1 que enlameou a marca do futebol brasileiro, mas sim a mesma coisa que enlameia toda a sociedade, nossos políticos. E essa não mudou achou uma fuga. Se vestiu da competência de Tite e se manteve para os próximos anos provavelmente vencedora.
O fato é que quando pintamos de dourado algo não tão malcheiroso, isso não torna o produto melhor. Em algum momento o odor irá escapar e quem pagará será nossa própria marca.
Veja o caso da Chapecoense, passado a comoção e as bonitas homenágens que pautaram os noticiários o que sobrou de valoroso? Talvez uma boa relação entre as duas equipes que foram vítimas desse processo. No mais foi pura especulação.
Para o ano novo, espero uma imagem quieta de quem comanda o futebol. O momento não está favorável a eles, deixando o Tite fazer a limpeza que empurra a sujeira para debaixo do tapete.
4- A propaganda é a alma do negócio.
Não vou ser redundante e dizer aqui sobre as muitas críticas que faço sobre este slogan, já houveram várias outras colunas sobre o assunto. Mas o fato é que a marca propaganda, assim como toda a comunicação, perdeu um pouco do seu brilho, e precisa de reposicionamento.
Estou feliz por fazer parte deste trabalho de reposicionamento da comunicação. Para 2017, no que tange a meu compromisso com a matéria, andaremos alguns passos. A propaganda, assim como o jornalismo, precisa resgatar a verdade das coisas, entender que é fruto da comunicação que pertence a sociedade, portanto, antes de ser a artista que pinta de dourado o produto, como descrevi acima, ela é a que da nome aos bois, sem esconder aquilo que as coisas são, mas transformando o pensamento social sobre cada assunto através da conscientização.
Esse trabalho demorará décadas e só acontecerá se encontrarmos mais comunicadores que acreditem na verdade mais do que acreditam na vaidade e no dinheiro.
5- Um mundo em paz e amor.
O Slogan da década de 70, não representa mais o mundo. É preciso olhar pra isso e entender que a pacificidade, confundida com fechar os olhos e inagir, reprimiu a guerra interior nas pessoas e hoje parece querer escapar como água represada que encontra brechas e sai com pressão.
Primavera árabe, tiranos socialistas e ditadores democráticos assumindo poder e fazendo o terror reviver. Não há saída para isso, senão a consciência pelo amor ou pela dor.
Para 2017, não vejo o retorno da paz e amor, mas espero pela consciência desperta, como uma criança que espera ver o seu presente de Natal.
6- Filosofia é coisa do passado.
Para minha surpresa meu presente já estava debaixo da arvore e eu não o via. Essa é a esperança dos próximos anos! Pelo menos aqui no Brasil!
Alçados a pop star alguns professores filósofos estão na moda e se isso pegar teremos a consciência menos coisa do passado e mais presente.
Já que minha utopia está na moda, vou lançar uma proposta: Que tal votarmos no Leandro Karnal em 2018 ao invés do Justus ou do Bonsonaro!?
7- A esperança é a última que morre.
A frase retirada do mito grego o qual Pandora abre seu jarro (caixa) e liberta os males do mundo restando apenas a esperança, mostra que se hoje os males estão a solta tem um que ainda não foi liberto e carregamos dentro da gente. Esperar pacivamente é um mal que precisa ser reparado. Precisamos construir o nosso destino, mesmo contra tantas adversidades. Temos um ano novo se aproximando, mas os fatos antigos não mudarão se não buscarmos mudarmos nossos propósitos. Principalmente nós os comunicadores.
Por isso para fechar o ano de 2016 e deixar um “slogan” para a chegada de 2017 deixo uma frase que um bom amigo me falou e que pelas minhas pesquisas se trata de um provérbio Romano, sem um autor determinado.