“Cases” do mercado

GWM lança campanha publicitária do novo Haval H9

Artplan é a agência responsável pelo conceito “Um grande carro para grandes aventuras” que destaca o primeiro SUV de sete lugares da marca no Brasil

A GWM apresenta ao público brasileiro o novo Haval H9, primeiro SUV de sete lugares da marca produzido nacionalmente, com motor 2.4 turbodiesel, tração 4×4 e pacote de recursos premium. Para comunicar seu lançamento, a Artplan assina a campanha “Um grande carro para grandes aventuras”, conceito que reforça a grandiosidade do modelo em todos os sentidos: espaço, conforto, luxo e tecnologia.

O filme traz a cena de um primeiro encontro entre um casal. Durante a conversa, o personagem revela ser pai de cinco filhos, algo que poderia soar como um problema para sua parceira. Em vez disso, a protagonista imediatamente se imagina com todos a bordo do H9, aproveitando o amplo espaço e o conforto do SUV, que acomoda a família inteira com tranquilidade. A partir daí, a campanha exibe em detalhes os principais atributos do veículo: central multimídia de 14,6 polegadas, condução semiautônoma nível 2+, motor 2.4 turbodiesel, maior sete lugares da categoria, sistema de câmeras 540° com sensores de estacionamento, tração 4×4 com 9 marchas e 10 anos de garantia.

“O lançamento do Haval H9 representa mais um passo importante na consolidação da GWM no mercado brasileiro e já se tornou um sucesso absoluto de vendas. Estamos ampliando nosso portfólio com um SUV que combina força, conforto e tecnologia de ponta, reafirmando nosso compromisso em oferecer produtos que atendam às diferentes necessidades e estilos de vida dos consumidores”, afirma Lucas Coelho, Diretor de Marketing da GWM Brasil.

Com isso, a marca amplia sua presença no Brasil. Até então voltada apenas a veículos híbridos e elétricos, a GWM passa a oferecer uma nova linha de modelos a combustão, entregando ao consumidor maior diversificação e a possibilidade de escolher o tipo de motorização que melhor se adapta ao seu estilo de vida.

“Queremos mostrar que o Haval H9 vai além de uma extensão de linha: ele é um carro que comporta todas as pessoas importantes da sua vida, permitindo novas experiências. Ao trazer um tom leve e bem-humorado, criamos uma linguagem que aproxima o público do carro e reforça sua presença de forma natural e memorável”, afirma Roberta Moraes, diretora executiva de Criação da Artplan.

A ação terá uma ampla divulgação, com presença na TV aberta, TV por assinatura, rádio, cinema e mídia externa. O filme estreia no dia 4 de novembro. As agências Jellyfish e Oliver cuidam das estratégias digitais e de redes sociais, respectivamente.

 

Ficha Técnica

Agência: Artplan
Anunciante: GWM
Campanha: Encontro
CEO Artplan São Paulo: Gláucia Montanha
CCOs Grupo Dreamers: Rodrigo Almeida e Rafael Gil
CCOs Artplan: Marcello Noronha, Rodrigo Almeida e Rafael Gil
Diretora Executiva de Criação: Luiza Valdetaro, Roberta Moraes
Direção de Criação: Vinicius Turani e Jaime Agostini
Criação: Marcello Noronha, Athos Bernardo e Penélope Genoveza
Head de Negócios: Anna Sant’Anna
Direção de Negócios: Carolina Tebaldi
Negócios: Bruno Zambotti, Beatriz Oporto Zan, Camile Azambuja, Guilherme Mattuciak
Head de Planejamento: Paulo Vita
Planejamento: Silvia Paes, Nathalia Garcia, Poliana Amaral e Marcelo Oliveira
Head de Mídia: Joana Chulam
Mídia: Beatriz Ribeiro, Otavio Domeni, João Vitor Maiorano e Vitor Magnani
Diretora de Creative Data: Carolina Amorim
Creative Data: Victor Lebro
Diretora Geral de Produção: Camila Naito
Diretor Audiovisual: Felipe Cunha
Produtora Audiovisual: Lilian Santos
RP: Cláudia Nascimento, Luciana Thomaz

Produtora do Filme: Boiler Filmes
Direção: Dulcidio Caldeira
Produção Executiva: Juliana Martellotta e Carolina Teixeira
Head de Atendimento: Larissa Perrotta
Atendimento: Jonas Monte, Manu Fenerich e Sheilinha
Head de Produção: Juliana Sigolo
Equipe de Produção: Cynthia Gama, Cintia Varella, Marina Rohnik, Joyce Carvalho e Laura Civita
1º Assistente de Direção: Renata Racy
2º Assistente de Direção: Rodrigo Bontempo e Priscila Frazoi
Diretor de Produção: Nani Matias
Direção de Arte: Gabi Olivo
Produtor de Objetos: Gislaine Leal
Diretor de Fotografia 1ª Unidade: Pepe Mendes
Diretor de Fotografia 2ª Unidade: Nilton Loyola
Making Of: Murilo Ruocco
Diretor Camera Car: Hermes Bruchmann
Piloto Camera Car: Stanley Ostrower
Piloto de Performance: Pericles Itiro Matsumoto Junior
Produtor de Locação: Daniane Almeida e Bruna Rodrigues
Produtor de Casting: Carminha e Edu
Maquiador: Eliane Aptz
Figurino: Ana Cardoso
Head de Pós-Produção: Ricardo Quintela
Coordenação de Pós-Produção: Roberta Bruzadin
Montagem: Ricardo Quintela
Finalização: Rafael Barão, Rodrigo Azambuja e Renata Dalbem
Assistente de Finalização: Jean Neto
Color Grading: Bleach
Pós-Produção: Flow Effects

Produtora: Raw Audio
Direção Musical: Hilton Raw
Produção Musical: Hilton Raw, Fernando Forni, Ricardo Pinda e Rogerinho Pereira
Sound Design e Mixagem: Enrico Maccio e Philip Braunstein
Produção Executiva: Carol Peternelli e Lu Fernandes
Coordenação: Robério Barbosa

User Generated Content já não lidera engajamento, mas continua relevante para pequenos negócios, aponta pesquisa da Photoroom

Só 7% das marcas veem o UGC como motor de engajamento nas redes, mas ele segue gerando confiança e conversões em segmentos como beleza e moda

Ao longo dos anos, as mídias sociais sempre defenderam a ideia de que User Generated Content, conhecido como UGC, seria a força vital do engajamento digital. A ideia de que clientes reais dariam autenticidade às páginas das marcas e construiriam comunidades fiéis era quase um consenso no marketing. Porém, um novo levantamento da Photoroom, plataforma líder em edição de imagens com IA, revela que essa crença já não se sustenta.

De acordo com a pesquisa, apenas 7% das marcas ainda consideram o UGC um dos principais motores de engajamento nas redes sociais, apesar de quase um terço continuar a utilizá-lo em páginas de e-commerce. O levantamento ainda indica que 77% das empresas incorporam o UGC em algum ponto de sua comunicação, como nas listagens de produtos (30%), em ativos de marketing (21%) e em ambos (26%), mas menos de 10% avaliam que ele contribui de forma significativa para interações nas redes.

Para Matt Rouif, CEO da Photoroom, a percepção das marcas nem sempre corresponde ao impacto real do UGC. “O conteúdo gerado por usuário já foi sinônimo de autenticidade, mas as redes estão saturadas e até fotos amadoras podem parecer roteirizadas. Isso não significa que perdeu valor, e sim que precisa ser usado no contexto certo, com qualidade visual que valorize o produto”, pontua.

A queda de eficácia está ligada à supersaturação de conteúdo e à mudança nas expectativas do público. Consumidores mais jovens, como millenials e Geração Z, são expostos a tantos formatos que deixaram de ver o UGC como algo espontâneo. Além disso, imagens amadoras muitas vezes não mostram os produtos em seu melhor ângulo, criando uma barreira visual que desestimula cliques e interações.

O estudo revela, porém, que o UGC mantém relevância em setores específicos, como beleza e cuidados com a pele, que são categorias em que ele segue impulsionando conversões. Nesses casos, consumidores valorizam ver texturas, cores reais e resultados práticos, ou seja, fatores que fotos de clientes costumam mostrar melhor do que imagens de estúdio. Em contrapartida, nichos como joias e acessórios dependem de imagens profissionais, pois os consumidores exigem alta resolução para avaliar detalhes e acabamento.

Para pequenos varejistas, o UGC segue sendo um recurso estratégico e acessível. Muitos contam com orçamentos reduzidos para fotografia ou campanhas profissionais e aproveitam as fotos enviadas por clientes como ponto de partida para divulgar produtos.

Rouif conta que, segundo relatos recebidos de pequenos lojistas, avaliações com fotos feitas por clientes aumentam o clique e a intenção de compra. Quando combinadas a fotos de estúdio, essas imagens ajudam os consumidores a se verem no produto e contribuem para a conversão. Ele acrescenta que, com editores de fotos baseados em IA, mesmo lojas de menor porte conseguem redimensionar e ajustar a qualidade dessas fotos para garantir consistência visual nas páginas e campanhas.

Entre 2015 e 2020 sabe-se que o Instagram favoreceu imagens mais elaboradas e estéticas, enquanto o TikTok popularizou vídeos curtos e crus, considerados mais autênticos. Durante a pandemia, por exemplo, o uso de UGC cresceu quando as marcas recorreram a ele para suprir restrições orçamentárias e operacionais. Isso mostra que a importância do conteúdo gerado por usuário oscila conforme as plataformas, as tendências culturais e as condições do mercado.

A análise da Photoroom reforça que, mesmo com a perda de protagonismo nas redes sociais, o UGC continua sendo um recurso eficaz para construir confiança, reduzir barreiras de compra e fortalecer marcas menores, especialmente quando combinado com ferramentas de edição de fotos que melhoram a qualidade visual sem comprometer a autenticidade.

Metodologia

O relatório é baseado em duas fontes de dados: uma pesquisa interna da Photoroom entre os usuários e uma pesquisa externa entre proprietários de pequenas empresas e gerentes do setor. A Photoroom realizou a pesquisa com clientes em um painel de 1.131 usuários nos EUA, no Reino Unido e no Brasil, de 5 de dezembro de 2024 a 13 de janeiro de 2025. A pesquisa externa foi realizada via Centiment em um painel de 1.575 profissionais de 12 de dezembro de 2024 a 31 de dezembro de 2024.

Prepare-se para negociar com robôs: compra agêntica vai revolucionar o e-commerce e a publicidade

Por Rafael Schettini, head de Dados e Operações da Relevanc*

O que acontece quando não somos mais nós que escolhemos o que comprar, mas nossas inteligências artificiais? Esse foi o ponto de partida de uma discussão instigante que revela muito sobre o futuro da publicidade, do e-commerce e do próprio retail media. A ideia de “compra agêntica” – negociações máquina-a-máquina, em que agentes autônomos decidem, comparam preços e concluem transações – levanta questões cruciais sobre como será o consumo nos próximos anos.

Durante a última edição do Good Morning Retail Media, esse debate ganhou força em um painel que participei ao lado de Pyr Marcondes (Macuco Hub) e Alexandre Kavinski (WMS), vozes que têm acompanhado de perto essa transformação.

O conceito de compra agêntica

Um dos pontos mais instigantes do debate foi a “compra agêntica”, que é o momento em que IAs passam a interagir diretamente em processos de compra, negociação e decisão de consumo. Não estamos falando de um futuro distante. Pelo que podemos notar, em dois ou três anos será comum termos agentes digitais que, com base em nossos dados e preferências, irão escolher, comparar preços, negociar prazos de entrega e concluir compras em nosso lugar.

Esse avanço irá revolucionar o mercado e romper paradigmas. Se hoje a jornada de compra ainda depende da navegação ativa de consumidores em buscadores e e-commerces, em breve poderemos assistir à consolidação de um novo modelo: o de negociações máquina-a-máquina, em que o consumidor delega parte de seu processo de decisão a um agente autônomo.

O e-commerce como infraestrutura de dados

Esse novo cenário exige repensar profundamente o papel do e-commerce: formatos tradicionais de retail media (banners e produtos patrocinados) foram concebidos para influenciar humanos, não algoritmos. Quando a jornada passa a ser automatizada por agentes de IA, esses formatos perdem sua relevância.

A consequência disso é que o e-commerce deixa de ser uma vitrine e passa a ser uma infraestrutura de dados, capaz de fornecer informações completas e estruturadas para alimentar os agentes autônomos. Catálogo de atributos, políticas de entrega, confiabilidade dos reviews, histórico de preços: tudo passa a ser fundamental para garantir que o algoritmo escolha aquele produto, marca ou loja.

Não se trata de ficção científica. Grandes players já estão nesse caminho. O Walmart, por exemplo, criou um agente aberto, chamado Sparky, para interagir com outros agentes e ajudar consumidores em suas decisões. Já a Amazon aposta em um ecossistema mais fechado, integrado à Alexa+, com foco em manter sua lógica própria de monetização com publicidade.

On-site, off-site e a relevância das lojas físicas

Embora o avanço das estratégias digitais seja inegável, não podemos esquecer que o ambiente físico continua tendo peso decisivo no varejo. Prova disso é que, mesmo com a expansão do e-commerce, 87% das vendas do GPA ainda acontecem no offline. Ou seja, a loja física permanece (e continuará sendo) um pilar central do consumo no Brasil.

Nesse contexto, os impactos da Inteligência Artificial tendem a ser mais graduais: dificilmente veremos robôs fazendo compras em supermercados, mas podemos esperar uma renovação dos ativos tradicionais de trade marketing. Pontas de gôndola, carrinhos personalizados ou degustações podem ganhar nova relevância quando integrados à lógica do retail media, especialmente porque agora há mais capacidade de mensuração. Conectar essas ações offline a resultados concretos de vendas abre espaço para estratégias mais sofisticadas e eficazes.

Já no ambiente digital, o off-site também ganha relevância. Com a jornada de compra sendo cada vez mais permeada por interações automatizadas, falar com consumidores em redes sociais, mídia programática e outros canais externos ao e-commerce torna-se fundamental para manter a marca presente e relevante.

No contexto da compra agêntica, a hiperpersonalização ganha um novo patamar: não se trata apenas de ofertas dirigidas a um consumidor específico, mas de algoritmos negociando em nome dele, ajustando escolhas de forma dinâmica e em tempo real. Ainda assim, isso não elimina a importância da mídia de massa. Pelo contrário: campanhas de grande alcance continuam fundamentais para consolidar narrativas culturais e posicionamentos de marca — o que depois pode ser traduzido pelos agentes autônomos em experiências hiperpersonalizadas no varejo e no ambiente digital.

O próximo capítulo do Retail Media

Para quem atua no ramo do marketing, essa discussão é especialmente relevante. O retail media já nasceu como um campo orientado a dados, mas a chegada da IA eleva a outro nível. Se antes a questão era segmentar consumidores por seu histórico ou preferências de compra, agora o desafio é preparar nossos dados, algoritmos e narrativas para dialogar com outros algoritmos.

Isso implica investir em infraestrutura, em metodologias de mensuração e, sobretudo, em inovação. Significa também ajudar marcas e varejistas a entenderem que, no novo cenário, o dado não é apenas ativo, é linguagem. É por meio dele que as máquinas vão se comunicar, negociar e tomar decisões.

Nesse contexto, uma questão que merece reflexão é se, no futuro, as próprias inteligências artificiais poderão evoluir de facilitadoras a protagonistas também no papel de players de mídia.

*Rafael Schettini possui 10 anos de experiência na área de inteligência de dados, com passagens por agências de publicidade e pelo setor varejista. Atua há 4 anos na RelevanC, onde lidera iniciativas de insights de dados e otimização de campanhas. Atualmente é Head de Dados e Operações de Mídia da empresa.

PROMARK 2025 tem como assunto o futuro do marketing liderado pela Geração Z

Os contratos de estágio da Geração Z estão chegando ao fim. Os nativos digitais já começam a assumir posições de liderança, seja por meio do empreendedorismo, seja dentro de empresas pelo mundo todo, e estão imprimindo um novo ritmo ao mercado.

Algumas características marcam bem essa geração: a busca intensa por uma vida com propósito, refletida em suas carreiras profissionais; a capacidade de serem multitarefas, curiosos e adaptáveis; e o apreço pelo bem-estar e pela qualidade de vida, sustentados por um equilíbrio e limites claros entre a vida pessoal e a profissional. Ao mesmo tempo, apresentam uma visão mais aberta e holística, enxergando a si mesmos como seres únicos e integrados em todas as suas experiências.

É nesse cenário que a Universidade Paulista (UNIP) de São José dos Campos promove, nos dias 4, 5 e 6 de novembro, mais uma edição da PROMARK, evento que conecta profissionais e estudantes de propaganda, marketing, publicidade e comunicação.

Organizado pelos próprios alunos do curso de Propaganda e Marketing, o encontro é uma vitrine para os talentos da nova geração e um espaço de troca de conhecimentos e experiências. A participação é gratuita, com inscrições disponíveis no perfil oficial do evento no Instagram – @pmk.unipsjc – e também na plataforma Sympla.

A programação reúne especialistas de diferentes enfoques, desde criadores de conteúdo, estrategistas de lançamentos digitais que faturam centenas de milhões de reais com infoprodutos, atletas de alta performance, diretores de startups e muito mais!

Para o encerramento, no dia 06 de novembro, estão confirmados os nomes de Chrystian Borges (Aliança Divergente), Thiago Beatriz, Matheus Domm e Carolina Palma (Wibx Company), além da performance criativa de Summer Fever, drag queen e designer joseense.

Os debates convergem para um só tema: o futuro. Inteligência artificial, metamarketing, inovações tecnológicas e novas experiências de consumo estarão no centro das discussões. Afinal, o cliente mudou: está mais exigente, sofisticado e consciente. Quer ser ouvido, compreendido e envolvido em algo único. Já não basta o cafezinho na recepção, o ar-condicionado e uma música ambiente. É preciso envolvê-lo em uma experiência personalizada e verdadeiramente impactante.

PROMARK 2025
Dias 4, 5 e 6 de novembro
UNIP São José dos Campos – Rod. Pres. Dutra, km 157 – 5 – Limoeiro, São José dos Campos – SP, 12240-420
Inscrições gratuitas no Sympla