Tok&Stok lança campanha de incentivo a pequenos artesãos

Projeto tem o objetivo de oferecer mais visibilidade e apoio aos parceiros da marca diante do atual cenário mundial

Sempre buscando incentivar a produção do artesanato local e da cultura brasileira, a Tok&Stok, diante de um cenário de incertezas, consequentes da pandemia de Covid-19, lança o projeto Origem Artesanal, uma campanha digital que contará, no Instagram da marca, a história de cinco pequenos artesãos parceiros de longa data da rede de móveis e acessórios, destacando suas trajetórias inspiradoras de vida e superação.

O movimento de valorização tem o objetivo de firmar e renovar o compromisso da Tok&Stok junto a estes produtores, além de buscar novos caminhos que possam ajudar a manter as atividades diárias desses empreendedores, para que consigam garantir a sobrevivência de seus negócios como um todo. “Neste momento, não poderíamos deixar nossos pequenos parceiros de lado e, por isso, priorizamos o recebimento e compra de suas mercadorias, entendendo o contexto do cenário atual”, conta Maurício Ferro, Head de Marketing e Comunicação da Tok&Stok.

Este estímulo ao artesanato local já existe na marca desde sua inauguração, em 1978, quando sua própria fundadora, Ghislaine Dubrule, grande apreciadora da produção manual nacional, iniciou a venda de artesanatos selecionados na loja. Hoje, o portfólio da rede conta com 187 itens de 23 pequenos artesãos de diferentes localidades do país. “A Tok&Stok sempre teve muito orgulho de ser uma empresa que, além de nascer no Brasil, valoriza nossa cultura e a produção artesanal. Ao nos aproximarmos de pequenos produtores, surgem novas oportunidades para ambos. Para nós, a de oferecer produtos autênticos, carregados de valores cultural e humano. Para o produtor, a chance de crescer, se profissionalizar e ter seu produto comercializado em alcance nacional”, completa Ferro.

A campanha Origem Artesanal pode ser acompanhada no Instagram da marca (@tokstok). A cada semana, uma nova história será publicada. Para quem quiser conhecer o trabalho de todos os artesãos parceiros da Tok&Stok, seus produtos estão disponíveis no e-commerce www.tokstok.com.br.

Fonte: Insideout PR – Natália Brandão

Tem vaga para atuar em mídias sociais

Analista de Mídias Sociais 

A vaga é para São José dos Campos

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Principais responsabilidades:

  • Criar conteúdo para campanhas online – e-mail marketing, banners e anúncios nos principais buscadores;
  • Identificar o público alvo da companhia para melhorar a assertividade das publicações;
  • Mapear o comportamento do consumidor para otimizar os resultados esperados;
  • Analisar a performance dos conteúdos publicados – alcance, engajamento e taxa de respostas;
  • Desenvolver conteúdo para campanhas contínuas e sazonais junto ao time de designers gráficos;
  • Atender e orientar clientes que busquem contato ou informações por meio das redes sociais;
  • Desenvolver pautas e criar conteúdo para redes sociais – LinkedIn, Facebook e Instagram – garantindo a qualidade do conteúdo, adequando ao cenário pertinente e
  • Revisar sistematicamente os textos e conteúdos publicados.

Requisitos
Ensino superior completo em áreas de Marketing, Publicidade e Propaganda, Comunicação Social e afins;
Desejável Pós Graduação e/ou especialização na área;
Conhecimentos intermediários no Pacote Office, RD Station, marketing digital, Google Analitics, Adwords e administração de plataformas de mídias digitais e
Vivência prévia com ações digitais no contexto varejista será considerado diferencial.

Interessados devem enviar o currículo para o email selecao@farmaconde.com.br

Os fatores de comunicação e marketing que mais se destacam

Intensivão de VUCA

por Josué Brazil

Tenho ouvido, assistido e lido muita coisa sobre comunicação e marketing neste período difícil de isolamento social e luta contra a pandemia de Covid 19.

É muito conteúdo bom. Lives, podcasts, webinares, artigos e textos. Separei algumas coisas que estão aparecendo com constância e com as quais concordo.

1 – Posicionamento e/ou propósito – empresas e marcas que já tinham um propósito claro e bem definido e que o praticavam, estão em posição de vantagem. Quem adaptou ou reposicionou seu posicionamento/propósito mantendo-o verdadeiro e válido para o cenário de crise também saiu na frente e colhe e colherá frutos.

2 – Digitalização – quem já estava com os dois pés fincados no mundo digital enfrentou um pouco menos de dificuldades. Quem estava em processo de transformação digital e conseguiu acelerar de modo minimamente organizado também;

3 – Empatia – esse parece ser o item fundamental e definitivo desta crise. Praticar empatia pra valer, de verdade. Entender que na outra ponta há pessoas. Entender suas necessidades e aflições. Apoiar. Explicar. Colaborar.

4 – Customização – de tudo: serviços, produtos, distribuição, embalagem, atendimento, marketing e comunicação. Entender para atender. Dados aqui são importantes. Muito importantes. O consumidor seguirá sendo exigente depois da crise. Ele vai entender que as marcas podem e devem fazer mais.

5 – Verdade, transparência, ética – precisa mesmo explicar? Discurso falso ou atitudes contraditórias levam e levarão à rejeição.

Muitas outras coisas importantes e interessantes têm sido colocadas e discutidas. Essas, na minha modesta opinião são aquelas que se destacam. O fato é que o momento é de um repensar constante apoiado numa contínua análise de como as coisas estão se desenrolando. É um intensivão de compreensão do cenário VUCA (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) no qual o mundo já estava inserido.

Coluna Propaganda&Arte

Tudo vai (realmente) mudar depois da pandemia?

Ainda estamos no olho do furacão. Alguns dizem que as coisas vão piorar, outros ainda acreditam que tudo é uma conspiração, mas afinal: a propaganda e toda nossa compreensão do mercado vai realmente mudar após a covid-19?

Nós aprendemos na faculdade que a propaganda mostra aquilo que as pessoas querem, desperta desejos e nos oferece soluções, certo? E se todo o sistema que conhecemos estiver mudando, não só por uma mudança brutal da economia, mas por mudanças nas pessoas, como seres humanos? Isso pode mudar a regra do jogo e mudar DE jogo.

Eu trabalho com marketing e publicidade há mais de 10 anos e sinto que a partir de 2020, as pessoas vão começar a valorizar outros aspectos, muito além de produtos e marcas. As pesquisas de comportamento apontam a segurança como o principal atributo das marcas do futuro. Na verdade, já é do presente.

Ninguém está mais vendendo, ninguém mais quer falar de produto e com razão

Todas as campanhas que estou vendo/produzindo são ou 100% comerciais (como o serviço de delivery) ou 100% conteúdo para informar, entreter, auxiliar as pessoas. No final, as marcas estão tendo que ser mais humanas na marra. Claro, estamos revendo nossa Humanidade, nosso papel e nossa força como grupo.

Marcas globais e regionais estão buscando soluções, tanto comerciais como de comunicação. A hora da grande virada da propaganda parece que chegou, principalmente a digital. Quem está no celular nesse momento? Em casa? Todos nós (ou deveríamos). Quem está vendo mais séries do que nunca, vídeos no Youtube e canais pagos cheios de propagandas? Nós. Isso mesmo.

Image by fernando zhiminaicela from Pixabay

As agências estão revendo formas de trabalhar, os clientes delas também. Todo mundo quer entender o momento, quer superar essa fase, ver um cenário melhor. E tudo só vai melhorar quando a comunicação for eficiente. Das marcas, governos e pessoas. As mensagens de união e esperança parecem disputar espaço com as manchetes de desespero e angústia. A voz de uma marca agora não parece mais alta do que de uma pessoa. Todos têm valor, mas o que dizer nessa hora?

(Silêncio)

Desafio: pense em uma marca que está se sobressaindo nesse momento

Conseguiu pensar em alguma? Provavelmente você ficou sabendo de alguma empresa fazendo doações para hospitais, famílias, etc. Ou então ajudando de alguma forma filantrópica, mas nem todas estão divulgando. Parece que agora a propaganda percebeu que precisa ser real. Propaganda para mostrar que ajuda não pode ser mais importante que a própria ajuda. Ou seja, o marketing pensando na imagem só pela imagem não se sustenta.

Marcas mais humanas para pessoas mais humanas

Eu sei que muita coisa ainda vai acontecer e está acontecendo na vida de cada um. Estamos mais conectados, mais ligados, mais próximos e distantes. Esse dicotomia é reflexo de uma transição que já estava acontecendo e só vai acelerar daqui pra frente. Você quer se relacionar com marcas verdadeiras e com pessoas reais. Mesmo que esse contato seja virtual, pois agora, mais do que nunca, o virtual nunca foi tão real. Que esta mudança seja um ótimo motivo para nos tornarmos pessoas melhores. Assim, as marcas vão precisar acompanhar, afinal, para quem nós vendemos mesmo?

Fique seguro, cuide dos outros e se comunique melhor.

#FiqueEmCasa