Plataforma mede engajamento

Professor universitário cria plataforma inédita para avaliar o nível de engajamento das empresas nas redes sociais

O Engajômetro é um quiz com 16 perguntas que, combinadas, testam o nível de interação e engajamento das marcas no âmbito digital. Mas como essa ideia surgiu? A história começou em 2010, quando o professor Alysson Lisboa retornou de seu primeiro mestrado na Espanha. Lá, ele conheceu a fundo novas ferramentas de comunicação digital e um conceito chamado Transmedia Storytelling.

Desde então, foi desenvolvendo metodologias próprias para aplicar os conceitos estudados. O que intrigava o professor que, na época trabalhava com jornalismo digital e lecionava Marketing Digital, era o fato de que alguns conteúdos são mais aderentes que outros e, consequentemente, mais fáceis de serem propagados. Foi então que surgiu o Canvas Propagabilidade, um instrumento utilizado em sala de aula e também em congressos, workshops e mentorias na área de comunicação e marketing digital.

Durante o desenvolvimento da metodologia, que vem evoluindo constantemente, o professor Alysson sentiu a necessidade de digitalizar o processo para que mais pessoas pudessem ter acesso. Assim, nasceu o Engajômetro – um quiz com 16 perguntas que, combinadas, geram insights sobre a qualidade da propagação e engajamento da audiência de uma marca nas redes sociais. O professor Alysson é diretor da ETC Digital, empresa de Assessoria, Consultoria e Planejamento em Marketing Digital, com sede em Belo Horizonte (MG).

“Comunicação Social” não é uma ciência exata e há diversas variáveis quando falamos dos motivos pelos quais os conteúdos são ou não producentes. Segundo o pesquisador norte-americano e autor de importantes livros sobre convergência e cultura participativa Henry Jenkins, “a propagação, de todas as formas de mídia, depende tanto (ou mais) de sua circulação pelo público quanto de sua distribuição comercial”. Ele completa: “A propagabilidade é determinada por processos de avaliação social e com a participação ativa dos públicos engajados”. Para Jenkins, a circulação se dá pelo público e por meio dele. Mas a pergunta que o professor Alysson se fazia era: “Quais comportamentos das marcas nas redes sociais podem aumentar as chances de tornar o conteúdo ‘propagável’?”.

Esse foi então o ponto de partida para a criação do Canvas Propagabilidade, desenhado pelo professor, e que agora ganha uma adaptação para o digital. A ideia não é reproduzir a estrutura do trabalho anterior, mas sim apresentar uma evolução dos processos.

As respostas trazem apontamentos sobre comportamentos que dificultam que um conteúdo produzido para as mídias sociais chegue ao público certo. O grande desafio foi colocar pesos diferentes para cada resposta incluída no formulário. As pontuações são combinadas por algoritmos e, dependendo do que é marcado, indicam um nível de engajamento maior ou menor.

A comunicação por meio das mídias sociais levam em consideração diversos fatores e não apenas se há presença ativa em várias redes sociais, como Facebook, Twitter, Tik Tok etc. O empenho em construir conteúdo próprio, materiais ricos, como post blog e adaptar os materiais para cada público e rede são fortes indicativos de uma rede mais producente e próxima do cliente.

Ao final do questionário, o participante recebe um relatório sintético sobre o engajamento da marca nas mídias sociais. O índice é dividido em três níveis com pontuações diferentes, a partir das respostas geradas. Para utilizar o Engajômetro gratuitamente, basta acessar: www.engajometro.com.br e responder corretamente as perguntas. Para saber mais sobre o professor Alysson Lisboa, basta acessar o site da ETC Digital: www.etcdigital.etc.br.

 

Dispositivos móveis dominam a conectividade

Dispositivos móveis somam 91% do tempo de conectividade no Brasil

• De acordo com análise da Comscore, globalmente, o país só fica atrás da Indonésia e da Índia. Percentual cresceu 6% de um ano a outro

• Formato de vídeo se destaca no consumo digital global. No Brasil, a média de horas mensais por telespectador foi de 13,2 horas, em agosto deste ano

A nova realidade desencadeou um aumento mundial do número de internautas e da quantidade de horas que os usuários passam consumindo todo tipo de conteúdo nas mais diversas plataformas. O Brasil faz parte desse boom: 91% do tempo de navegação na Internet foi por meio de dispositivos móveis.

Nesse sentido, o Brasil cresceu 6% ano a ano, ficando atrás apenas da Indonésia (97%) e da Índia (91%), na lista de países pesquisados pela Comscore em todo o mundo.

Em termos de crescimento de audiência, o país apresentou aumento de 4%, assim como a Colômbia. Esse crescimento é inferior ao de países como Peru (10%) e Argentina (5%), mas superior ao de outros mercados importantes como Chile (3%) e México (1%).

O fenômeno faz parte de um contexto de alta conectividade na América Latina. Segundo o mesmo relatório da Comscore, a região é a segunda com maior número de minutos médios por visitante mensal (988), perdendo somente para os mercados europeu e asiático, sendo superada apenas pela América do Norte (1635).

O detalhe sobre o consumo específico revela que, embora tanto o consumo de notícias, quanto o de comércio eletrônico e serviços financeiros mantiveram crescimento constante de 2020. Por sua vez, o formato de vídeo está muito presente no mercado em nível global, com 1,919 milhões de pessoas consumindo vídeos online, a uma média 7,9 horas, em agosto deste ano.

No Brasil, a média de horas mensais por telespectador no mesmo mês foi de 13,2 horas, respectivamente. Os dois principais grupos de idade que assistem a vídeos são pessoas entre 15 a 24 anos e entre 25 a 34 anos.

A análise da Comscore inclui dados sobre comunicação e arrecadação de fundos de ONGs e o formato de vídeo é amplamente utilizado por ONGs por meio de múltiplas plataformas como Instagram, YouTube e Tiktok. Organizações como UNICEF, Greenpeace e Cáritas, entre outras, geram um grande número de menções nas redes sociais. Isso aumenta quando o conteúdo está diretamente relacionado às suas campanhas de arrecadação de fundos, sendo o Brasil e o México os dois países onde isso mais acontece entre os usuários da faixa etária de 25 a 34 anos.

“Não há dúvidas de que a pandemia de coronavírus impulsionou a aceleração digital e estabeleceu um novo patamar de audiência em diversas categorias de consumidores. O forte engajamento no consumo de vídeos, em especial, indica, em parte, o comportamento digital dos internautas frente a essa nova realidade na qual estamos todos inseridos”, conclui Alejandro Fosk, gerente geral da Comscore na América Latina.

Fonte: AVC Comunicação – Ana Paula Sartori

Unimed e 10 de Julho lançam campanha

Hospital 10 de Julho e Unimed Pinda lançam campanha de Natal e fim de ano

Neste ano, a campanha de Natal ressalta a esperança e os sonhos que ficaram na gaveta nos últimos anos.

Já é Natal no Hospital 10 de Julho e na Unimed Pindamonhangaba. Para celebrar essa data tão importante, a campanha deste final de 2021 é ancorada no desejo de dias melhores e na vontade de tirar os nossos sonhos do papel.

Dentro de diversas ações, estão incluídas as homenagens aos colaboradores e clientes.

A campanha foi criada pela agência Luck Comunicação e abrange diversos públicos, buscando de forma ampla transmitir essa importante mensagem de esperança.

Fonte: Comunicação/Marketing Unimed Pinda – Marin Cavalcante

Pesquisa revela cenário do marketing de influência em 2021

O levantamento “O Marketing de Influência no Brasil” está em sua terceira edição e teve mais de 600 respondentes

Como foi o cenário da indústria do marketing de influência em 2021 e as projeções para 2022? Essa e outras perguntas são respondidas na pesquisa “O Marketing de Influência no Brasil”, que foi promovida pelo Influency.me e que está em sua terceira edição neste ano. O levantamento foi divulgado por meio das mídias sociais do Influency.me — plataforma de marketing de influenciadores do Grupo Comunique-se.

O levantamento traz resultados valiosos tanto para quem pretende realizar campanhas com influenciadores, quanto para os criadores de conteúdo digital. Afinal, o material teve perguntas voltadas para os dois públicos, a fim de trazer insights para o dia a dia de trabalho de ambos os profissionais, além de entender como anda essa indústria no Brasil.

O cenário da influência digital no Brasil

O marketing de influência é uma estratégia que vem crescendo a cada dia. E é uma via de mão dupla. De um lado, cada vez mais surgem criadores de conteúdos na internet, interessados em empreender e alcançar a tão sonhada liberdade financeira. Do outro, as marcas têm enxergado nessa estratégia uma forma de impulsionar os resultados e se aproximar ainda mais do público.

A pesquisa “O Marketing de Influência no Brasil” — que contou com mais de 600 respondentes entre influenciadores e profissionais de marketing e comunicação — traz informações importantes sobre o mercado da influência. No material, será possível observar pontos como:

• O investimento no marketing de influência (2020 vs. 2021);

• Faturamento anual vs. tipo de agência;

• Quantidade de perfis e a rede social mais usada em campanhas;

• Indicadores de sucesso;

• Os maiores desafios na produção de conteúdo;

• A remuneração dos influencers… e muito mais!

“É notável observar mudanças no mercado em apenas um ano. As agências passaram a faturar mais, as marcas que não investiam passaram a investir, e as que já investiram aumentaram ainda mais o budget anual”, observa a supervisora de customer sucesso do Influency.me, Danielli Inácio. “Isso reforça a crescente valorização do Marketing de Influência e uma tendência ainda mais otimista para o próximo ano”, complementa a profissional, que foi a responsável pela produção do estudo.

O acesso ao material é gratuito. Clique aqui e acesse agora mesmo à integra do estudo!

Sobre o Influency.me

O Influency.me foi idealizado pelo empreendedor Rodrigo Azevedo, CEO e fundador do Comunique-se, media tech com 20 anos de história na comunicação digital do país.

A plataforma para influenciadores digitais foi desenvolvida em 2017, seguida pela implementação de uma área de especialistas responsáveis pela gestão completa de campanhas com influencers. Foi a partir desta visão empreendedora que marcas passaram a ter melhores resultados em suas ações com creators, utilizando a plataforma ou o formato full service, onde um time cuida de toda a campanha, desde a contratação e negociação com o influenciador até a mensuração de resultados.