Arroz e Feijão Fantástico estreia projeto com aulas de culinária online

Culinarista da marca, Claudete Brescancini ensina receitas e dá dicas de cozinha nas redes sociais

A partir de quarta-feira (24), às 17h, o Arroz e Feijão Fantástico oferece aulas de culinária online em sua redes sociais. O projeto Receitas Fantásticas tem a culinarista da marca, Claudete Brescancini, ensinando receitas e dando dicas de cozinha.

Dona Clau

Com o arroz e o feijão, a culinarista ensina o passo a passo de diferentes receitas, como massa de coxinha com arroz, e minestrone de feijão. As aulas serão divulgadas no YouTube, Facebook e Instagram da marca.

O projeto foi criado com o intuito de ensinar, de forma dinâmica, os pratos mais pedidos pelos seguidores do Fantástico, por meio de técnicas que surpreendem até mesmo a cozinheira mais experiente.

As aulas serão realizadas todas as quartas-feiras, às 17h. A participação é gratuita e acontece nas redes sociais da marca: @fantasticoalimentos.

Arroz Carreteiro

Sobre a Ruston Alimentos
A Ruston Alimentos está desde 1975 no mercado de grãos, quando lançou a marca “Fantástico”. Atualmente, é reconhecida como uma das principais empresas no setor de beneficiamento e comercialização de arroz e feijão, especialmente pela tecnologia empregada e controle de qualidade, e é líder em vendas na região do Vale do Paraíba. Além da linha “Fantástico”, a Ruston Alimentos também beneficia e comercializa os produtos: arroz e feijão “Saboroso” e arroz “Santo Gourmet”, entre outras marcas.

Fonte: CABANA – Alexia Silva

Boa gestão de influencers gera grandes resultados

Gestão de campanhas com Influenciadores gera volume de negócios que já atrai gigantes

Por Thiago Cavalcante (*)

Se havia dúvidas sobre o poder de impacto dos influenciadores digitais, o Covid-19 serviu para acabar com elas. Por meio de diversas campanhas realizadas nos primeiros meses deste ano, as chamadas celebridades do mundo virtual ajudaram a convencer pessoas a ficarem em suas casas, usarem máscaras, doar alimentos aos necessitados e uma série de outras iniciativas que garantiram a construção de uma imagem simpática junto aos clientes para várias marcas no período da pandemia.

Image by Markus Winkler from Pixabay

Um indício de como a utilização desta estratégia já foi incorporada definitivamente ao orçamento das agências foi o faturamento alcançado pela startup brasileira Inflr, que superou os R$ 5,4 milhões entre janeiro a abril. A empresa desenvolveu a primeira plataforma que conecta anunciantes a influenciadores dentro de um marketplace onde os anunciantes promovem seus produtos e serviços utilizando a influência dos ‘famosos’ junto a seus seguidores nas redes sociais. Essa receita veio de clientes como Itaú, Droga Raia, Laureate, Porto Seguro, Heineken, GSK, Amstel, entre outros

Pesquisas estimam que a atividade publicitária com influenciadores deve movimentar até US$ 7 bilhões no mundo em 2020 e este montante, como era previsível não passou despercebido pelas gigantes globais da tecnologia.

Desta forma, marcas como Alibabá e Playstation anunciaram recentemente o lançamento de soluções que prometem fomentar ainda mais este setor.

A gigante chinesa acaba de lançar a AliExpress Connect. O objetivo da empresa é criar um serviço no qual pequenas e médias empresas possam contratar influenciadores com apelo comprovado ao seu público-alvo. Dentro do serviço, o influenciador conecta seus perfis em redes nas redes sociais e faz a solicitação para participar das campanhas, que podem variar desde a replicaca de conteúdo, passando pelo uso de hashtags ou geração de conteúdo original. O influenciador é pago de acordo com as vendas geradas por meio da sua divulgação.

Já o PlayStation Brasil lançou a plataforma Jogando na Rede, que possibilita conexão entre a empresa, os criadores de conteúdo e o público final. Os influenciadores precisam fazer as missões, disponibilizadas pela PlayStation Brasil, para ganhar pontos, que podem ser trocados por prêmios exclusivos dentro da própria plataforma.

Estudos recentes mostraram que a maioria dos internautas brasileiros segue personalidades nas redes sociais e até 50% destes seguidores consomem produtos indicados pelas novas vozes da era digital. Mas, apesar de toda a efervescência em torno de seus nomes e atitudes, é ainda preciso profissionalizar este mercado formado por influenciadores de diversos nichos e alcances. Isto porque os profissionais de marketing se deparam com muitas dúvidas no momento de tomar uma decisão sobre este tipo de estratégia. Qual é o melhor nome? Qual o real nível de engajamento dele ou dela junto aos seus seguidores? E é aí que a tecnologia preenche a lacuna.

O algoritmo criado pela Inflr, por exemplo, calcula o valor de influência do post baseado no real engajamento promovido pelo influenciador. A ferramenta gera um índice de qualidade que considera vários quesitos, mas principalmente o engajamento do post. Para que a análise seja precisa, o algoritmo é integrado em diversas API’s de machine learning, o que gera um score e, posteriormente, o valor do post.

mage by Gerd Altmann from Pixabay

Desta forma a startup consegue entender, por exemplo, porque duas pessoas com 500 mil seguidores podem entregar resultados bastante diferentes e, portanto, cobrar mais ou menos pelo serviço.

Outros avanços podem ser vistos na possibilidade de fazer campanhas de remarketing e inclusive multissegmentar essa entrega por: idade, sexo, geolocalização, comportamento de compra etc.

Dessa forma, é possível concentrar em um único lugar tanto um repositório de influenciadores (divididos por diversos nichos) como uma central que pode ser usada por empresas de diversos tamanhos para impulsionar vendas.

E este é só o início.

Pelo que parece, a consolidação deste novo mercado para os influenciadores só depende de que eles se mantenham relevantes para os seus respectivos públicos. Isto feito, a tecnologia fará todo o resto para que eles influenciem cada vez mais e melhor, trazendo os resultados que o mercado publicitário tanto espera.

* Thiago Cavalcante é diretor de novos negócios da Inflr

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa

Pós-pandemia: Novas tensões socioculturais exigem novas respostas por parte das marcas

Empresas devem ajudar a criar produtos e serviços que abordem essas necessidades que surgiram durante a quarentena

Quase chegando à marca dos três meses de quarentena, o Brasil vislumbra uma possível flexibilização. A vida durante o lockdown alterou coisas que considerávamos garantidas e fundamentalmente afetando nossos valores e comportamentos. Ainda assim, a maioria das marcas está se comunicando de forma homogênea. “As marcas precisam entender essa nova realidade e precisam ‘consertar’ seu ponto de vista dentro dela para poderem ser ouvidas”, afirma Luis Bosisio, diretor de atendimento e planejamento e responsável pela área de Brand da Kantar Brasil.

Image by Tumisu from Pixabay

Para entender esse novo cenário e as tensões identificadas, a Kantar explorou o isolamento e a criatividade usando a EVA, plataforma de análise de imagem nas redes sociais, e especialistas em insights culturais:

  • Foi analisada uma amostra de mais de 20 mil posts no Instagram;
  • Eles foram reunidos pela tecnologia de reconhecimento de imagem da EVA para revelar grandes códigos e temas sobre o tópico;
  • Esses temas foram analisados para entender como eles refletem as tensões humanas e o que isso significa para as marcas.

Tensão 1: Produtividade vs. Bem-estar

As pessoas foram forçadas a rever os significados de sucesso e progresso e a buscar realizações de outras formas. Com isso, as marcas têm a oportunidade de “recalibrar” o conceito de sucesso e oferecer produtos e serviços de acordo.

Tensão 2: Comunidade vs. Desigualdade

Na mídia, vimos muitos conteúdos sobre a crise unindo as pessoas e fortalecendo as comunidades. Mas a realidade da COVID-19 é brutal e evidencia as desigualdades gritantes entre diferentes grupos da nossa sociedade. A oportunidade está em enfrentar essas divisões, se posicionar e assumir um papel relevante em relação à responsabilidade social.

Tensão 3: Introversão vs. Extroversão

A quarentena evidenciou os comportamentos desses dois grupos. Enquanto os introvertidos investiram mais em atividades como desenho, leitura ou meditação, os extrovertidos buscaram novas formas criativas de socializar e ganhar energia por meio de interações virtuais. Com isso, as marcas precisam planejar uma estratégia de marketing e mídia para alcançar os diferentes perfis e pensar em produtos e serviços que possam ser mais adaptáveis.

O entendimento dessas tensões permite que as marcas lidem com essas novas necessidades enquanto continuam fiéis ao propósito central delas. “Posicione-se. As pessoas esperam que as marcas ajudem se puderem, comportem-se de forma responsável e ofereçam novos produtos/serviços relevantes para essas grandes mudanças”, diz Bosisio.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues/Assessora de Imprensa

Na atividade

Outback inova com campanha produzida totalmente à distância para relançar o seu fondue

Com assinatura das agências Santa Clara e Ionz, projeto contou com conteúdo dirigido remotamente e com produtor, fotógrafo e diretor de arte como personagens

O Outback Steakhouse segue inovando em seus processos criativos e anuncia essa semana sua campanha direcionada para as plataformas digitais e que contempla o relançamento do fondue da marca. Como grande diferencial, essa é a primeira vez que a marca aposta em conteúdos feitos 100% à distância, respeitando as orientações atuais de distanciamento. Para isso, a empresa contou com a ajuda da tecnologia para criar formas disruptivas de produção e continuar se comunicando com os seus clientes em um tom divertido, como sempre fez.

O projeto, que tem assinatura das agências Santa Clara e Ionz, traz com um filme que será veiculado nas redes sociais oficiais do Outback (@OutbackBrasil). Além disso, a produção também contou com a parceria dos fotógrafos Ricardo De Viqc e Danilo Quadros, que fizeram todas as sessões do novo produto para as redes sociais da marca. Todo o processo também foi coordenado à distância pela equipe de marketing do Outback e todas as peças fotografadas foram produzidas na casa dos profissionais, que tiveram que preparar um “miniestúdio” com utensílios de cozinha que trouxessem a identificação do restaurante, levando em consideração objetos icônicos e cores.

“A inovação está no nosso DNA e o desejo de sempre querer pensar em novas experiências está refletido nessa campanha. Para nós foi um processo completamente diferente do que estávamos acostumados, porque levamos em consideração diversos fatores, como o atual cenário e como a gente poderia continuar conversando com os fãs da marca”, explica Renata Lamarco, diretora de Marketing do Outback Brasil.

Como principal desafio, a companhia fixou o objetivo de garantir o padrão de qualidade da produção para que os consumidores – já acostumados com a linguagem da marca – fossem impactados logo no primeiro momento. Por isso, para o filme, a empresa decidiu usar profissionais que já estavam escalados para trabalhar no projeto (fotógrafos, assistente de direção e a diretora de arte) para serem os próprios personagens da campanha. Afinal, essas pessoas já são familiarizadas com fundamentos técnicos.

Já para as gravações, que foram dirigidas remotamente pelas agências por videoconferências, a empresa utilizou uma estrutura especial, com câmeras, celulares e equipamentos de luz que pudessem ser ajustados de longe. Todas as filmagens aconteceram dentro das casas dos personagens – o fotógrafo contracenou com a sua família, a diretora de arte com os seus colegas de apartamento, a assistente de arte com o seu namorado e o outro fotógrafo com a sua esposa, que é culinarista. Dessa forma, a empresa conseguiu construir diferentes enredos, considerando três diferentes temáticas: amigos, famílias e casais. E o mais importante: sem nenhum produtor precisar ir até à casa dessas pessoas.

“Foi um grande desafio filmar um comercial, nos padrões Outback, à distância. Para trazer o appetite appeal de sempre e a identificação com os diferentes públicos da marca – no contexto atual – precisamos usar a criatividade também na produção. O formato do filme, com visão table top, foi pensado para que pudesse ser filmado em qualquer lugar mantendo um padrão estético. Uma família, um grupo de amigos e um casal, todos morando juntos, receberam direto do restaurante os produtos e foram dirigidos com maestria pelos Los Pibes, da produtora Awake. Os recursos e tecnologias usados nessa produção trouxeram novas possibilidades que certamente vão ser utilizadas nas produções futuras, mesmo que sem as restrições atuais”, conta Bernardo Machado, sócio-diretor de criação da Santa Clara.

“Esta campanha é inovadora e tem sua raiz no digital. A filmagem foi realizada de uma forma diferente e contemporânea de produção, totalmente adequada ao nosso período. Mas o diferencial é o uso de uma ação que já é presente na estética do digital: trazer o ponto de vista no olhar do consumidor. As pessoas se filmam e interagem com nossos produtos dando uma sensação de participação maior que somente os formatos Top View conseguem traduzir. Esta linguagem atualiza nossa comunicação e traz maior identificação junto ao público” diz Marcio Villar, diretor de criação da ÍONZ.

Ao todo, foram três dias de gravação à distância que resultaram em clipes com versões de 30, 15 e seis segundos. Os novos fondues da marca já estão disponíveis no delivery, pelo aplicativo iFood.

Confira aqui o filme oficial da campanha. E aqui, o making of da produção.

Fonte: Alameda Comunicação – Laís Reis