No mood ‘engenheiro’, Colinas Shopping segue investindo em melhorias

Nova comunicação visual e letreiros na fachada; modernização da Praça de Eventos, com novo elevador panorâmico; reforma de banheiros; construção de passarela para pedestres e iluminação (LED) do estacionamento são destaques

Shopping também lança novo filme institucional, reforçando a imagem do Colinas como um local de encontros e memórias

Investimento em 2025 é de R$ 11 milhões

Após completar 28 anos, o Colinas Shopping segue com os olhos no futuro, com investimentos de R$ 11 milhões em melhorias até o fim de 2025, que contemplam principalmente obras em infraestrutura e modernização do mall.

“As obras de melhoria visam garantir mais segurança, economia e eficiência, sendo executadas em etapas, para minimizar os impactos no dia a dia de parceiros e clientes”, afirma a superintendente do Colinas Shopping, Elza da Mota Santos.

“Após finalizar projetos tão importantes, como a comunicação e sinalização visuais, novo sistema de iluminação em LED do estacionamento e letreiros novos na fachada, agora é o momento de olharmos para dentro do nosso mall, para entregar uma nova praça de eventos, mais bonita e sofisticada”, completa Evandro Crivelari, gerente de Operações do Colinas Shopping.

No espaço, a instalação do novo elevador panorâmico já está na fase final, e os trabalhos de troca de piso e retrofit das colunas, paredes e teto começaram nesta semana.

Em paralelo, o Colinas Shopping finaliza a construção da passarela coberta para pedestres no Bolsão B do estacionamento, além de melhorias viárias e de iluminação. Na sequência, também serão modernizados os banheiros, com uma reforma completa para levar mais comodidade aos clientes.

Comunicação

Também para celebrar as quase três décadas de história, o Colinas Shopping lança uma nova campanha institucional, reforçando os laços com o cotidiano dos clientes que passam diariamente pelo shopping. O novo vídeo já está disponível nas redes sociais, em comerciais nas emissoras de TV aberta e em portais de notícias.

“Propusemos uma homenagem a tantas e tantas histórias que vemos acontecendo diariamente aqui dentro do Colinas. Somos um centro comercial, mas também um lugar de encontros, de memórias. E se temos investimento, com obras no complexo, é porque queremos continuar sendo esse espaço de encontros, esse espaço onde a vida acontece, seja na infância, na adolescência, na juventude ou na terceira idade”, explica Margarete Sato, gerente de Marketing do Colinas Shopping.

O Colinas Shopping ainda investiu na otimização do seu site e aplicativo, que contam com visual novo e ajustes para garantir mais agilidade na navegação, com uma melhor experiência de navegação para os usuários, principalmente em dispositivos mobile.

O app, com cerca de 20 mil pessoas cadastradas, também ganhou novas funcionalidades, com uma interface aprimorada para os usuários acessarem a programação, promoções, descontos e vouchers.

Emerson Marietto, CEO do Grupo Colinas, ressalta a estratégia de investimentos. “É uma renovação para um novo ciclo, para termos um shopping novinho. Estamos olhando 50 anos para frente, pensando em ciclos futuros, enxergando potencial de redesenhar esse corpo do complexo”.

Campanha institucional ‘A gente se encontra aqui’:

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O digital ultrapassou a TV e lidera a corrida pelo investimento em mídia

Foto de Alejandro Barba na Unsplash

Por Josué Brazil

O que já era esperado há algum tempo finalmente aconteceu. Pela primeira vez na história do estudo CENP-Meios, os investimentos reportados em mídia digital foram maiores do que a TV aberta, que até então – e historicamente – liderava o ranking.

No período entre janeiro e setembro de 2024, mais de R$ 7,04 bilhões de reais foram alocados à internet por empresas anunciantes, o que representa um share de 39,5% do bolo total publicitário. A TV aberta apresentou um total de R$ 6,72 bilhões, dando ao meio um share de 37,7% do total.

O que explica esse movimento?

A preferência crescente de anunciantes e agências de propaganda pela mídia online em relação ao offline deve-se a diversos fatores que tornam o ambiente digital mais atraente e eficaz para campanhas publicitárias. Um dos principais motivos é a capacidade de segmentação precisa que a mídia online oferece. Por meio de dados detalhados sobre comportamentos, interesses e demografia dos usuários, é possível direcionar anúncios para públicos específicos, aumentando a relevância e a eficácia das campanhas. Além disso, a mídia online permite a medição em tempo real dos resultados, possibilitando ajustes imediatos nas estratégias com base no desempenho apresentado. Essa flexibilidade é menos viável na mídia offline, onde a mensuração de resultados é mais demorada e menos precisa.

Outro aspecto relevante é o custo-benefício. As campanhas on-line tendem a ser mais acessíveis, permitindo que empresas com orçamentos variados alcancem seus públicos-alvo de maneira eficiente. A interatividade proporcionada pelo ambiente digital também é um diferencial significativo. Os consumidores podem interagir diretamente com os anúncios, seja por meio de cliques, comentários ou compartilhamentos, promovendo um engajamento mais profundo e uma relação mais próxima entre a marca e o público.

A abrangência global da internet é outro fator que contribui para essa preferência. Enquanto a mídia offline, como jornais, revistas e televisão, geralmente possui um alcance limitado a determinadas regiões ou públicos, a mídia online permite que as mensagens publicitárias tenham alcance de audiência em qualquer parte do mundo, sem barreiras geográficas.

Evolução constante

Dados recentes reforçam essa tendência. De acordo com o Cenp-Meios, o mercado publicitário brasileiro registrou um investimento de R$ 10,6 bilhões em mídia no primeiro semestre de 2024, representando um aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. Embora a TV aberta ainda liderasse – neste recorte do estudo – com 39,5% dos investimentos, a participação da internet vinha crescendo de forma significativa, refletindo a migração dos investimentos para o ambiente digital (Fonte:cenp.com.br)

Em resumo, a capacidade de segmentação precisa, a mensuração em tempo real, o custo-benefício, a interatividade e o alcance global são fatores determinantes que levam anunciantes e agências de propaganda a optarem cada vez mais pela mídia online em detrimento do offline.

Grupo Comercial Villa Simpatia anuncia expansão

Grupo Comercial Villa Simpatia anuncia expansão de suas lojas no Vale e Serra da Mantiqueira

Foto da fachada da loja do Villarreal no Bairro Urbano em São José dos Campos

A previsão é que as novas lojas iniciem suas operações até o final desse semestre. As inaugurações serão em Campos do Jordão, Caçapava, São José dos Campos e Jacareí

A Comercial Villa Simpatia (CVS), detentor das bandeiras Villarreal e Simpatia Supermercados anuncia a expansão de sua rede de lojas para mais cidades da região valeparaibana, incluindo a região da Serra da Mantiqueira.

Com um investimento total de mais de R$ 30 milhões, o grupo abrirá novas unidades nas cidades de Campos do Jordão, Caçapava, São José dos Campos e Jacareí. A previsão é inaugurar as novas lojas até o fim deste ano.

De acordo com o sócio diretor da CVS, Flávio Almeida, a expansão da rede aquecerá a economia local da região, bem como a geração de empregos diretos para os moradores. “A CVS é um grupo que nasceu aqui na região do Vale do Paraíba e temos muito orgulho disso, essa expansão representa um grande passo para nós, pois temos o compromisso de atuar socialmente nas regiões em que estamos, por meio de incentivos a projetos sociais e a geração de empregos, que nesse caso empregará mais de 300 pessoas diretamente em nossas novas unidades”, afirma Flávio Almeida.

Segundo o programa de expansão da CVS, as lojas Simpatia Supermercados serão inauguradas nas cidades de Campos do Jordão, Caçapava e no bairro Santa Cecília, região leste de São José dos Campos. Já o Villarreal Supermercados abrirá na região do Vila Branca, em Jacareí.

Fonte: Alameda Comunicação

O marketing corporativo está morrendo?

O marketing operacional (e não estratégico) está deixando os executivos cada vez mais insatisfeitos.

Por Felipe Simeoni*

Felipe Simeoni

Desde o início da minha atuação profissional no campo do marketing percebo um problema latente em muitas empresas: as iniciativas da área, em vez de serem reconhecidas como pilares estratégicos de uma companhia, são frequentemente vistas como necessidades secundárias.

A experiência em companhias me mostrou na prática que, principalmente em períodos de cortes orçamentários, o departamento de marketing é frequentemente a primeira escolha da diretoria para redução de custos. Isso vem, muitas vezes, de um pensamento enraizado no mercado de que essa área não é essencial para os negócios.

Além disso, o time comercial muitas vezes vê o marketing como assistente das operações, em vez de um parceiro estratégico que pode ajudar a otimizar a jornada do cliente. Segundo a pesquisa Maturidade do Marketing Digital e Vendas no Brasil, desenvolvida em conjunto pela Resultados Digitais, Mundo do Marketing, Rock Content e Vendas B2B, 45,3% das empresas afirma que não existe uma métrica acordada entre a área do marketing e de vendas, o que seria uma forma de melhorar os resultados e alinhá-los com os objetivos da empresa. Por fim, 40% das empresas geram demanda, mas não têm um comum acordo entre marketing e vendas sobre o que é uma oportunidade.

E então isso tudo se reflete nos números, mostrando que o marketing não está performando como o esperado. Percebo que falta preparo, entendimento das necessidades da área, comunicação entre os setores da empresa e, principalmente, uma estratégia sólida. A palavra final, em muitas decisões, vem de um cargo que não compreende o marketing, e, portanto, não consegue ser estratégico.

Enxergo na consultoria a principal solução para esse cenário. Ela pode ajudar o time a performar, atingir os resultados esperados e a converter contatos em clientes, principal desafio de 69% das empresas para 2024, de acordo com a pesquisa citada anteriormente. Com frequência, apenas um olhar externo pode apontar erros em uma estratégia que não está performando como o esperado.

Para ter melhores resultados, o primeiro passo é a iniciativa. A empresa precisa se perguntar o que pode fazer para tornar o marketing mais estratégico, e buscar ativamente formas de implementar essas ações. É nesse momento que surgem mais dúvidas. Devo investir em pessoas, direcionar investimentos, preciso de apoio especializado?

Minha experiência me mostra que alguns pontos costumam ter falhas comuns, como o microgerenciamento, a qualidade do discurso, alinhamento de estratégia com o mercado, falta de investimento em tecnologia e pessoas.

Muitas vezes o problema começa no microgerenciamento, com cada pequena atividade ou demanda do marketing sendo colocada sob uma lupa nas hierarquias mais altas. É preciso deixar os executivos de marketing trabalharem, e confiar na formação e experiência das pessoas contratadas. É claro que decisões importantes precisam de avaliação, mas quando a avaliação se transforma em microgerenciamento ela se torna prejudicial para ambas as partes. Um grande sintoma acontece quando os colaboradores passam um tempo significativo reportando o que fazem, em vez de executar as atividades que são remunerados para fazer.

O discurso dos líderes também precisa estar alinhado com as estratégias do marketing e vice-versa. Preparar o porta-voz da empresa, que a posiciona no mercado, muitas vezes em momentos de crise, é essencial para que haja uma continuidade lógica no discurso e consequentemente na imagem da empresa, incluindo as causas com as quais ela está relacionada.

O alinhamento de estratégia com o que acontece atualmente no mercado é essencial para não criar uma comunicação equívoca e acabar tornando a imagem da empresa negativa. Situações de crise ou calamidade pública como a pandemia, vivenciada recentemente – podem pedir um freio em determinadas estratégias de marketing por passar uma imagem de insensibilidade por parte da empresa e ainda reajuste de rota para manter o negócio conectado com seus valores.

Por fim, o investimento em tecnologia e pessoas qualificadas é um dos focos mais importantes da gestão, e a aplicação de recursos para a área do marketing não pode ser negligenciada. Dependendo de cada caso, pode ser preciso investir em sistemas e especializações no time, o que também pode ser orientado por uma consultoria.

Felipe Simeoni é executivo, consultor e mentor de Marketing