O espaço é gratuito e tem o objetivo de incentivar a leitura e democratizar o acesso a livros
Em Guará, o Buriti Shopping criou – recentemente – a ‘Biblioteca Comunitária’, cujo objetivo é disseminar o gosto pela leitura em diversos temas.
Um espaço é uma loja onde o público pode doar livros que já leu e pegar novos para conhecer. Basta escolher uma obra e substituí-la por outra que você já possui. Dessa forma, o acervo sempre estará em movimento.
Além de estantes, prateleiras e baú com diversos livros disponíveis, o espaço, localizado no Piso 1 (próximo à praça de eventos), conta com sofás e cadeira confortáveis para leitura. Se interessou em doar? É só comparecer a ‘Biblioteca Comunitária’ com um livro em bom estado e fazer a doação. É tudo gratuito.
“A nossa ideia é incentivar a prática da leitura com um espaço acolhedor e que inspire muitas histórias, além de fazer com que as pessoas peguem uma obra para ler e doe outra, pois sempre tem alguém que deseja lê-la”, declara a gestora de marketing do shopping, Bruna Marcon.
Serviço
Espaço Biblioteca Comunitária
Data: Indeterminado.
Hora: das 10h às 22h
Local: Buriti Shopping Guará, próximo à praça de eventos
Estudo realizado pela SBVC revela que 48% desse consumidor utiliza smartphones para suas compras online
Segundo estimativas do IBGE, nos próximos 20 anos a população acima de 60 anos, mais que triplicará, chegando a 88,9 milhões de brasileiros (39,2% da população). Ou seja, o Brasil está no momento de proporcionar mudanças e novas oportunidades de negócios em muitos segmentos, pois a população está envelhecendo em uma velocidade muito rápida, o que trará um grande impacto sobre os sistemas de saúde e outros, com elevação de custos e do uso dos serviços.
Pensando neste futuro cenário, a SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo em parceria com a AGP Pesquisas atualizou a pesquisa feita em 2017, com informações sobre os atuais hábitos de compra da população com idade superior a 60 anos. “Realizamos este estudo para analisar os fatores que levam este público a consumir, que aspectos eles mais prezam em suas compras e a presença do varejo digital entre essa população. Além disso, avaliamos a experiência de compra e os aspectos mais valorizados no consumo de produtos e serviços”, comenta Eduardo Terra, Presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.
O estudo da SBVC contou com 510 entrevistados numa pesquisa 83,3% dos 60+ afirmaram que eles mesmos são o elemento responsável pelo controle das finanças e decisões de compra em sua residência. Na média da população entrevistada, o item mais importante no orçamento mensal são os gastos com mantimentos (R$ 666), seguidos por Moradia (R$ 591) e Saúde (R$ 395), que obtiveram queda em relação ao ano passado, R$892, R$805 e R$758 respectivamente. É importante ressaltar que o consumo se dá em uma ampla variedade de canais: 47% dos entrevistados costumam ir semanalmente a redes de hipermercados ou supermercados, 55% ao mercado local e 59% às lojas de hortifrúti. Apenas 31% costumam ir toda semana à feira livre (sendo que 21% afirmam nunca frequentar esse canal). Percebe-se que o consumidor com mais de 60 anos, ao mesmo tempo em que utiliza super e hipermercados, tradicionais e de vizinhança, em seu mix de consumo, também vai aos hortifrútis para o abastecimento de itens perecíveis.
Sobre a experiência no ponto de venda dos supermercados, em 2017 os consumidores não a consideravam tão positiva, porém para este ano houve alteração, 32% consideram a experiência “muito boa”, versus 12% do ano anterior. Shopping centers não fazem parte do rol de escolhas e farmácias é considerado canal de reposição, 46% visita mensalmente.
Lojas cheias, filas, falta de atendimento são aspectos que atrapalham bastante a experiência de compra, pois dificultam o deslocamento pelo PDV e a finalização bem-sucedida da compra. “Assim como na 1ª pesquisa, o que mais nos chamou a atenção é o fato de que itens relacionados exclusivamente à experiência de consumidores 60+, como a disponibilidade de áreas de descanso, elevadores, escadas rolantes, são muito menos relevantes para a satisfação dos clientes do que itens que também são importantes para clientes de outras faixas etárias, como caixa sem filas”, ressalta Eduardo Terra.
Metodologia
O estudo entrevistou 510 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra da população acima de 60 anos, com especial interesse na comparação entre lojas físicas e online
Disponível no site: http://sbvc.com.br/2a-pesquisa-habitos-de-compra-do-consumidor-60
Consumidores querem marcas que apoiam verdadeiramente a diversidade
Pesquisa Diversidade, da Officina Sophia, aponta os temas que as pessoas consideram mais relevantes para apoio das marcas e identifica a relação disso com a propensão de compra
O Brasil e o mundo vivem dois fortes movimentos sociais: de um lado, o forte apoio às minorias e o respeito à diversidade; de outro, um crescimento de movimentos conservadores, culminando muitas vezes na tomada do poder político por esses. Segundo Paulo Secches, presidente Officina Sophia Conhecimento Aplicado, empresa membro da HSR Specialist Researchers, que coordenou o estudo sobre a Diversidade, é nesse universo amplo, múltiplo e diverso que as marcas e empresas devem se posicionar diante do tema.
O estudo aponta nortes importantes para a estratégia das marcas a partir de alguns questionamentos em torno de pontos marcantes ligados à diversidade. Deveriam as marcas fazer de conta que o assunto não é com elas? Ou manter uma posição de neutralidade? Ou ainda adotar uma posição explícita de apoio, mesmo que lidando com as manifestações críticas de correntes mais conservadoras da sociedade? Com base nessas perguntas, a pesquisa colheu insights para subsidiar a discussão, bem como fornecer parâmetros para a gestão das marcas e dos negócios.
O levantamento mostra claramente que as pessoas querem se aproximar de marcas com propósitos e crenças semelhantes às suas. Porém, algumas causas têm mais valor que outras e o estudo identificou quais os temas em que a sociedade é mais favorável:
A pesquisa Diversidade comprova ainda que as Marcas devem ter uma atuação forte e verdadeira, com engajamento genuíno. De modo geral, o brasileiro é favorável ao apoio de causas sobre diversidade. Entretanto, por parte das empresas, entende que deve haver pertinência com relação a esses temas, sem oportunismos. As entrevistas evidenciaram as bandeiras mais pertinentes para o apoio das marcas:
Outro ponto fundamental é que definir propósitos e se posicionar de forma transparente ao levantar algumas bandeiras pode resultar em um bom negócio, com reflexo em vendas de produtos e/ou serviços. Segundo o estudo, existe relação direta entre o apoio a causas e a propensão de compra dos consumidores:
“O consumidor se identifica mais com marcas que respeitam a diversidade de forma contínua e verdadeira no seu dia a dia. As empresas, portanto, devem estar atentas às demandas da sociedade ao definir suas estratégias de negócios. Ademais, o envolvimento de maneira superficial e a defesa de causas por oportunismos ou modismos pode ser um verdadeiro tiro no pé”, assegura Secches.
Amostra – A pesquisa quantitativa Diversidade foi realizada nacionalmente, no mês de julho. Foram entrevistadas 2 mil pessoas, entre 18 e 50 anos, homens e mulheres, de classes sócio-econômicas ABCD (Critério Brasil), de São Paulo (Capital e interior), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste. O estudo sinaliza ainda que, em média, o apoio aos temas e causas identificadas como mais relevantes é maior nas classes sociais C2D, seguidos pelas B2C1. As classes AB1 também demonstram apoio significativo, mas em menor percentual. Em todos os casos, a proporção de apoio é maior na amostra feminina.
Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone
Especialista explica a importância do marketing com micro-influenciadores
O marketing com micro-influenciadores é uma tendência forte no universo digital e parece que vai se manter em alta por muito tempo. Mesmo empresas que ainda não estão investindo nesta vertente do marketing digital pensam em começar o quanto antes, pois é uma estratégia que tende a gerar bons resultados a baixo custo.
Porém, há quem ainda pense que os micro-influenciadores não são tão importantes, pois são comparados com os números de seguidores de celebridades ou líderes da indústria. Porém, o que deve ser destacado é o envolvimento direto que ele tem com seu público, geralmente muito mais relevante do que seu número de seguidores como um todo.
“O que ocorre é que os micro-influenciadores, apesar de possuírem um público relativamente menor em comparação com celebridades da internet, tendem a ser extremamente ativos e fiéis, gerando uma alta taxa de resposta para praticamente qualquer coisa que publicam”, explica Rodrigo Darzi, CEO e sócio da Agência de Marketing Digital IMMA.
Rodrigo também comenta que os micro-influenciadores dão um ar de autenticidade maior do que celebridades quando comentam algo sobre uma determinada empresa ou produto. “As pessoas sabem que as celebridades são pagas para fazer propaganda, mesmo em suas páginas pessoais. Por outro lado, elas veem os micro-influenciadores como pessoas que estão simplesmente dando uma opinião sincera”.
Como os seguidores de um micro-influencidor costumam confiar em sua opinião, o engajamento acontece de forma natural, rápida e econômica. E empresas de diversos portes tem visto com bons olhos como uma estratégia fundamental no marketing digital, principalmente as menores, que não possuem uma grande verba para gastar com publicidade.
Para ter sucesso com o marketing por micro-influenciadores, conhecer o público da marca é fundamental, pois são as interações e discussões da comunidade que irão indicar as pessoas que se destacam como influenciadores de opinião.