O poder transformador do Brand Health para o ecossistema de relacionamento da marca

*Por Anderson Passos

“Na Vedacit, priorizamos o estudo de mercado como peça fundamental de marketing para desenhar novas estratégias e comportamentos associativos”

Decisões estratégicas devem ser tomadas a partir de avaliações criteriosas. Na área de marketing, muitas vezes, os índices são projetados de forma subjetiva e este é um grande erro. Ainda mais quando se trata de trabalhar a marca, seu posicionamento, valor, potencial e sua representatividade, ou seja, o “Brand Equity”, mesmo compreendendo suas características inerentes a um ativo inatingível.

É justamente nessa convergência que entra a importância dos estudos científicos, pesquisas de mercado, que devem ser utilizados para obter conhecimentos aprofundados sobre cenários adjacentes entre stakeholders, tomadas de decisões e identificação de oportunidades e diminuição de riscos. Algumas técnicas poderosas para essas ações podem ser efetivas com o auxílio de uma estruturação de “Brand Health”.

Esse é um processo que utiliza ferramentas de marketing com a orientação de dados para compreender como a marca se relaciona com seus públicos estratégicos e como está posicionada diante da concorrência. Além disso, traz um panorama sobre o impacto dos propósitos de atuação do negócio e sua imagem frente à toda cadeia de relacionamento.

Atributos de satisfação também são avaliados e considerados como indicadores fundamentais de associação da marca com sua grade de valoração. E por que essa análise é tão imprescindível às marcas? Será que o investimento em pesquisa é realmente válido?

O mundo mudou e as relações de consumo estão cada vez mais focadas na identificação direta com um produto ou serviço. Ainda mais em um cenário pandêmico, no qual fomos obrigados a repensar nossos valores, somos também convidados a ter novas atitudes e posicionamentos.

Um recente estudo publicado pelo “The Boston Consulting Group – BCG”, instituição de reconhecimento global em pesquisa, destacou o quanto o consumidor indica intenção de priorizar produtos de maior valor – seja em categorias mais caras ou marcas premium – em vez de aumentar seus gastos ampliando apenas volume de compra. A pesquisa aponta ainda que o brasileiro está procurando produtos que sejam saudáveis, que apresentem melhores resultados e tenham qualidade superior ao de concorrentes e esse comportamento não deve mudar nos próximos anos.

Veja a fonte aqui.

Deixo aqui a provocação sobre como as marcas estão desenhando suas estratégias e o quanto investem em pesquisas para compreender como está o relacionamento com os stakeholders.

Algumas empresas simplesmente definem suas prioridades para a conclusão de metas pontuais. Essas empresas podem até criar propósitos, mas são muitas vezes vazios e desconectados com seus públicos. Aliás, seus valores são meramente discursos que soam bem, mas não representam de fato os atributos de seus produtos e serviços.

Por outro lado, empresas que enxergam que precisam entregar soluções completas, selecionam de forma cuidadosa seus critérios e incluem esses aspectos no dia a dia com todos os agentes de relacionamento, desde o público interno até o externo. Essas marcas que usam valores centrais como padrões de relacionamento são aquelas que mantém os avanços na direção certa.

A conexão entre a marca e o consumidor deve existir como um elo de confiança. E para que isso aconteça, seus zeladores precisam compreender o percurso de sua individualidade na cadeia de relacionamento. É um convite ao reconhecimento da “alma da marca”. Gosto sempre de lembrar o pensamento de William Lyons, que ergueu uma das maiores marcas de automóveis do mundo, a Jaguar. Para Lyons, uma marca é sinônimo de estilo, performance e compromisso total com a qualidade.

E aí? Como está seu “Brand Health”?

* Anderson Passos é gerente de Marketing e Relacionamento com o Cliente na Vedacit, líder no mercado de impermeabilização. Formado em Comunicação Social na PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica), com MBA em Marketing com módulo internacional na FGV-Campinas (Fundação Getúlio Vargas) e Babson College em Boston (EUA) e aluno especial de mestrado em Semi-ótica e Rituais de Consumo em Marketing na USP (Universidade de São Paulo). Possui 21 anos de experiência em Comunicação Corporativa, Marketing Institucional, Relacionamento com a Imprensa, Eventos, SAC e Assistência Técnica, com atuação em empresas de grande porte multinacionais e nacionais.

APP Vale do Paraíba lança o Podbrifar, seu programa de podcast

Novo canal de podcast é voltado para o mercado publicitário regional. Tema de estreia aborda dados e comunicação

A APP Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, estreia nesta segunda-feira, dia 25/10, o seu canal de podcast. O conteúdo foi batizado de Podbrifar, nome surgido de um brainstorm entre os membros da diretoria da Associação na região e sugerido pelo diretor Raffael Cavalheiro.

Com a proposta de periodicidade quinzenal, o Podbrifar vai trazer temas que possam contribuir para a formação e atualização dos profissionais da região e, deste modo, impulsionar o mercado publicitário. Também pretende dar espaço aos profissionais que atuam no Vale do Paraíba.

No primeiro episódio, o tema é “DADOS E COMUNICAÇÃO – ESSA MISTURA DÁ CERTO?” com os convidados Natália Karalkovas Simões, analista de dados ou data Science na Nexxys, e Kaique Oliveira, fundador do Digital Data Lab, especialista de marketing na Mobly e membro do Examanas. O episódio será mediado por Josué Brazil e Arison Sonagere, membros da diretoria da APP Vale.

O novo formato de conteúdo se junta às lives mensais que a APP Vale já realiza e amplia o portfólio de conteúdos que a regional vem realizando desde o início do ano. A primeira temporada do Podbrifar conta com a parceria do Laboratório de Áudio do Departamento de Comunicação Social da Unitau. A ideia é que cada temporada seja produzida em parceria com uma instituição de ensino da região.

A identidade visual do podcast foi desenvolvida pela equipe de estagiários da ACOM, Central de Comunicação da Universidade de Taubaté (Unitau). O trabalho foi coordenado por Karina Dias, que dirige a ACOM e é diretora da APP Vale.

O conteúdo estará disponível no Spotify e no Deezer.

Fonte: Assessoria de Imprensa APP Brasil

Investimentos em publicidade digital

Investimentos em publicidade digital movimentaram R$ 36,9 bilhões no Brasil, em 18 meses

Dados exclusivos do Digital AdSpend retratam o ano de 2020 e o primeiro semestre de 2021. Estudo com metodologia inédita também revela que o período de pandemia da Covid-19 impactou no aumento da familiaridade dos consumidores com as tecnologias e uso das plataformas digitais.

O IAB Brasil, associação que representa o mercado de publicidade digital no País, em parceria com a Kantar IBOPE Media, lança o estudo Digital AdSpend. A nova versão traz como destaque o fortalecimento da publicidade no digital, que teve um investimento acumulado de R$ 36,9 bilhões, considerando o ano de 2020 (R$ 23,7 Bi) e os seis primeiros meses de 2021 (R$ 13,2 Bi).

O Digital AdSpend conta com uma metodologia inédita, com captura mais abrangente, e que traz maior granularidade ao dado com análises do comportamento de setores e categorias no mesmo padrão de mercado dos demais meios. Com isso, a pesquisa traz uma visão estratégica dos investimentos em mídia digital no país, considerando visões setoriais e expectativas para os próximos meses.

“A partir deste ano, o IAB Brasil conta com a Kantar IBOPE Media como parceira na elaboração do Digital AdSpend para levar uma visão ainda mais ampla dos cenários de setores e categorias que fazem parte da publicidade digital”, explica Melissa Vogel, CEO da Kantar IBOPE Media no Brasil. “O estudo tem como objetivo disponibilizar informações para que o setor tome as decisões de maneira estratégica, compreendendo as atividades publicitárias com os mesmos critérios em todos os pontos de contato utilizados pelo consumidor”, complementa.

Dados 2021

Na análise comparativa de janeiro a junho de 2021 com o mesmo período de 2020, o Digital AdSpend indica que os investimentos em publicidade digital tiveram um crescimento de 25% no primeiro semestre deste ano.

Em relação à distribuição por tipo de dispositivo, mobile e desktop, os números ficaram bem próximos ao mesmo período de 2020, onde os anúncios publicados em mobile representaram 73% do share total.

Expectativa de crescimento para 2021

O IAB Brasil perguntou também para os seus associados sobre a previsão para o investimento em publicidade digital neste ano comparando a 2020 e identificaram que 79% das empresas associadas pretendem aumentar seus investimentos, outros 16% pretendem manter e apenas 5% diminuir.

Entre as empresas que pretendem aumentar, 34% aumentarão de 11% a 20% os seus investimentos e outras 32% declararam que irão potencializar o investimento entre 21% e 30%.

Dados 2020

O levantamento também revela que as compras dos anúncios em digital no ano passado foram 48% a mais em relação ao último relatório publicado pelo IAB Brasil, em 2019, com base de 2018.

Segundo o levantamento, cerca de 90% das transações de mídia digital em 2020 foram feitas de maneira automatizada, sendo 83% em plataformas self service, 4% em Programmatic Direct e 3% em Programmatic RTB (lances em tempo real). Completaram o share de modelos transacionais, as compras diretas (não automatizadas), representando 6% das transações e Adnetworks com 4%.

Outro destaque do estudo está na relação de direcionamento dos anúncios em Digital no ano de 2020, pois 73% dos investimentos foram endereçados para dispositivos móveis, sendo que as redes sociais tiveram 46% do total dos anúncios veiculados.

Os dados exclusivos também apontam que em 2020 o vídeo foi o formato líder nas redes sociais e representou mais de 80% do total da verba investida na publicidade digital, em comparação aos demais formatos de anúncios que foram 17%.

Os índices são reflexos, principalmente, do período de pandemia da Covid-19 que acelerou a adoção dos consumidores às tecnologias e plataformas digitais. De acordo com o estudo, 56% das pessoas entrevistadas afirmaram que a crise do Coronavírus fez com que elas incorporassem a tecnologia no seu dia a dia.

Setores que mais se destacaram

O Digital Adspend também analisou os números dos top 15 setores que investiram em publicidade no Digital. Em 2020 esses setores corresponderam a 94,4% da verba destinada às mídias digitais e os três anunciantes com maior participação na publicidade digital foram Serviços ao Consumidor (21,9%), Comércio (14,8%) e Financeiro e Securitário (12,2%).

Já em 2021, os 15 Top setores correspondem a 93% do investimento digital e alguns segmentos mudaram de posição no ranking por aumentar os investimentos, como Telecomunicações, Cultura, Imobiliário, Automotivo e Farmacêutico.

E o comparativo entre os primeiros semestres de 2021 e de 2020 revela um aumento no volume de anunciantes em canais digitais de 57% e comprova a curva de crescimento. Os setores com mais crescimento em novos anunciantes foram: Imobiliário (+142%), Eletros (+117%) e Serviços (+111).

“Pesquisas como estas são importantes tanto para quem compra quanto para quem vende espaços e soluções para publicidade. Nossa missão ao divulgar uma pesquisa como esta vai muito além de entregar um número frio. Queremos dar mais possibilidades de cruzamentos de dados, mais abertura para conversas, questionamentos e criação de hipóteses em uma época em que todos estão fechando seus planejamentos para o próximo ano”, comenta Cris Camargo, CEO do IAB Brasil.

Para conferir o estudo completo do Digital AdSpend, acesse o link aqui.

Fonte: XCOM – Agência de Comunicação do IAB Brasil

Brinquedos estão em alta neste Dia das Crianças

Pesquisa ACI/Unitau revela que 64% dos consumidores de São José dos Campos vão comprar presentes nesta data e reforça tendência de recuperação da economia

Uma boa notícia para a criançada: neste Dia das Crianças, os brinquedos estão em alta na lista de compras.

Isso é o que revela a mais recente pesquisa de intenção de compras feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio do Nupes (Núcleo de Pesquisas Sócio-Econômicas), com foco no Dia das Crianças, em 12 de outubro. O levantamento ouviu 322 pessoas entre os dias 23, 24 e 29 de setembro e 1o. de outubro, em locais de grande concentração de consumidores: praça Afonso Pena, Rua 15, Calçadão da Rua 7 e nos shoppings CenterVale, Centro, Jardim Oriente e Vale Sul. O grau de confiabilidade do levantamento ACI/Unitau é de 95%.

Segundo a pesquisa, 70% dos consumidores disseram que vão comprar brinquedos neste Dia das Crianças, seguido de roupas, com 19,6% de citações. O índice está bem acima do patamar de 2018 e de 2019, quando a preferência por brinquedos ficou na faixa de 50,3% e 58%.

Mas nem só as crianças têm uma boa notícia para esta data, os lojistas também têm o que comemorar. O levantamento ACI/Unitau revela que 64% dos consumidores de São José dos Campos planejam comprar presentes neste Dia das Crianças, com 48% declarando que vão gastar mais este ano do que em 2020. Esse índice (64%) é levemente superior ao registrado em 2019. No ano passado, é sempre bom lembrar, o Dia das Crianças coincidiu com um período de restrição parcial na abertura do comércio e não houve rodada da pesquisa ACI/Unitau.

Outro indicador positivo: este ano, o tíquete-médio de presentes deve ficar na faixa de R$ 50 a R$ 100, valor citado por 51,4% dos entrevistados, com 24,5% dos consumidores optando por compras acima de R$ 101.

As datas comemorativas do comércio, como Dia das Mães e Dia dos Namorados, têm mostrado uma recuperação crescente da economia, com as vendas voltando a patamares pré-pandemia – disse Eliane Maia, presidente da ACI. Segundo ela, as vendas do Dia das Crianças caminham para acentuar essa tendência. “É um sinal claro da força da economia”, disse.

Tendência

O levantamento revela ainda uma predileção do consumidor pelas lojas físicas. Segundo a pesquisa, 70% dos consumidores preferem fazer suas compras em lojas físicas, principalmente por gostarem de ter contato direto com o produto (56,3%). Esse número, no entanto, é bem abaixo do levantamento anterior: em 2019, as lojas físicas respondiam por 90% da preferência dos consumidores no Dia das Crianças.

O levantamento apontou ainda que:

  • 36,27% dos consumidores farão suas compras em lojas do centro;
  • 30,88% vão optar por lojas instaladas nos shoppings;
  • 74,5% dos consumidores disseram que vão pagar suas compras à vista, usando cartão de débito (41,2%) ou dinheiro (30,4%); esse índice é menor que em 2019, quando 81% disseram que iriam pagar suas compras à vista;
  • 46% dos entrevistados afirmaram pesquisar preços antes das compras.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho