– Planejar o calendário de redes sociais, sugerindo conteúdos, formatos e postagens alinhados ao calendário da marca, storytelling e linha editorial.
– Criar e organizar cronogramas de postagens diárias, programando conteúdos para cada rede social.
– Monitorar canais digitais, interagir com o público e estimular o engajamento.
– Elaborar briefings para a equipe de criação com direcionamento de formatos, linguagem e peças.
– Acompanhar resultados de social orgânico e mídia paga, analisando métricas, campanhas e performance.
– Realizar pesquisas de concorrência, benchmarks e acompanhar tendências de mercado.
– Planejar estratégias para novas redes sociais (ex.: TikTok) alinhadas ao posicionamento da marca.
Requisitos:
Experiência anterior como Social Media.
Conhecimento das principais redes (Instagram, YouTube, Pinterest).
Heavy user de redes sociais, atento às mudanças de algoritmo e tendências digitais.
Perfil proativo e colaborativo, com boa comunicação para interação com o time de conteúdo.
Conhecimento de vídeo, filmagem e ferramenta de edição de vídeo.
Local de trabalho: Jacareí, SP
Horário de trabalho: A Combinar
Faixa salarial: R$ 2.000,00 a R$ 3.000,00
Tipo de contratação: A combinar
Mandar curriculum para marketing@estreladolar.com.br
Estudo analisou ativações realizadas entre 2023 e 2025 e revela que criadores de porte micro e médio concentram a maior parte das ações no Instagram, TikTok e YouTube
Influenciadores categorizados como “micro” (com base entre 10 mil e 50 mil seguidores), e influenciadores de porte “médio” (entre 100 mil e 500 mil seguidores), representam os dois grupos mais contratados para campanhas de influência, aponta levantamento realizado em fevereiro deste ano pela Influency.me – empresa especializada em marketing de influência, com mais de 9 milhões de criadores cadastrados em sua base. O estudo analisou ações no Instagram, TikTok e YouTube, as três principais plataformas utilizadas pelas marcas. A análise abrange campanhas entre 2023 e 2025, e identifica um padrão recorrente na distribuição de investimentos por faixa de seguidores.
Os dados mostram que a maior concentração de campanhas ocorre com influenciadores que possuem entre 10 mil e 50 mil seguidores, especialmente no Instagram. Já os criadores que têm entre 100 mil e 500 mil seguidores aparecem em seguida, mantendo participação expressiva nas três plataformas durante todo o período analisado.
Por outro lado, influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores representam uma parcela menor do volume total de campanhas, sinalizando que as marcas têm priorizado a diversificação do investimento em múltiplos perfis de micro e médio porte.
Para Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me, o cenário acompanha a evolução do setor. “Quando analisamos as faixas mais contratadas, existe uma lógica econômica clara por trás desse movimento. No caso dos microinfluenciadores, estamos falando de um universo muito maior de oferta. Em nossa base, são cerca de 730 mil perfis nessa faixa, o que naturalmente aumenta a concorrência e pressiona os valores para baixo, tornando essa categoria extremamente atrativa para marcas com orçamentos mais enxutos. Além disso, quando bem selecionados em acordo com os objetivos, esses criadores entregam ótimos negócios.”
Já a faixa de influenciadores de porte médio, entre 100 mil e 500 mil seguidores, reúne cerca de 150 mil profissionais, apontam dados da Influency.me. “Aqui, as marcas conseguem dar um salto relevante em alcance e percepção, dentro de um investimento ainda viável, especialmente para campanhas com maior orçamento. No fim do dia, é uma equação de oferta, demanda e eficiência financeira que explica por que essas duas faixas concentram a maior parte das contratações”, complementa o CEO.
Instagram lidera volume com microinfluenciadores
No Instagram, a faixa de 10 mil a 50 mil seguidores concentra o maior número de campanhas em todos os anos analisados. O grupo de 100 mil a 500 mil seguidores ocupa a segunda posição em volume de ações. Enquanto isso, os perfis com mais de 1 milhão de seguidores mantêm presença nas estratégias das marcas, mas com participação reduzida no total de ativações. Isso indica que a utilização desses criadores ocorre de forma mais pontual, em ações específicas.
TikTok combina micro e médio influenciadores
No TikTok, o levantamento aponta equilíbrio maior entre as faixas de “10 mil a 50 mil” e “100 mil a 500 mil” seguidores. A combinação sugere uma estratégia híbrida: creators com forte conexão com nichos específicos e perfis médios com maior potencial de viralização. Assim como observado no Instagram, a presença de influenciadores acima de 1 milhão também é limitada, reforçando o movimento de diversificação de investimento.
“Em vez de concentrar investimento em poucos grandes nomes, as empresas estão distribuindo verba em múltiplos perfis com audiência qualificada. Isso aumenta a capilaridade, melhora a mensuração e tende a gerar um retorno sobre investimento mais consistente”, acrescenta Azevedo, CEO da Influency.me
YouTube prioriza autoridade e profundidade
Já no YouTube, a maior concentração das campanhas está na faixa de 100 mil a 500 mil seguidores, com creators mais nichados, audiência fiel a temas específicos e alto impacto em decisões de compra. Embora o volume total de campanhas na plataforma seja inferior ao observado no Instagram e TikTok, o foco está em conteúdos mais aprofundados, com maior tempo de retenção e potencial de conversão qualificada.
Tendências para 2026
O avanço das campanhas com micro e médio influenciadores evidencia uma mudança estrutural no marketing de influência no Brasil, considera Azevedo, CEO da Influency.me. “Mais do que ampliar alcance, as marcas passam a priorizar relevância, afinidade com nichos específicos e capacidade de mensuração de resultados. A tendência indica que, em 2026, micro e médio influenciadores devem manter o protagonismo, consolidando um mercado cada vez mais orientado por dados e performance”, finaliza.
Por Josué Brazil (com a colaboração maneira da IA)
Imagem gerada pela IA do Canva
A publicidade brasileira sempre teve um trunfo poderoso: a capacidade de conversar com o público de forma criativa, próxima e emocional. Mas, nos últimos anos, o desafio deixou de ser apenas criar boas histórias — e passou a ser contar histórias que representem de verdade quem somos. Em um país diverso como o nosso, com tantas vozes, rostos, sotaques e contextos, falar com o Brasil real é uma responsabilidade que as marcas não podem mais adiar.
De acordo com um levantamento da Kantar IBOPE Media (2024), 77% dos consumidores brasileiros afirmam que valorizam mais marcas que representam a diversidade do país em suas campanhas. E não é só uma questão de “bonito de ver”: 63% dos entrevistados disseram que se sentem mais propensos a consumir produtos de empresas que valorizam pluralidade e inclusão. A pesquisa mostra o que já se percebe nas ruas e nas redes — a audiência quer se enxergar nas mensagens publicitárias, e não apenas observar um ideal de consumo distante da própria realidade.
Por outro lado, esse movimento ainda caminha entre acertos e tropeços. O Relatório “Publicidade e Diversidade no Brasil”, do Instituto Locomotiva (2023), revelou que mais de 60% das pessoas negras sentem que raramente se veem representadas de maneira positiva nas propagandas. Isso mostra que, embora o discurso da diversidade tenha ganhado espaço, a prática ainda é limitada. Muitos anúncios acabam reproduzindo estereótipos, reforçando papéis sociais rígidos ou usando a inclusão como mero “acessório estético” — o que o público, cada vez mais atento, percebe rapidamente.
O crescimento do conteúdo local
Essa cobrança vem acompanhada de uma mudança cultural mais ampla: o crescimento da cultura de conteúdo local. Plataformas como TikTok, Instagram e Kwai têm mostrado o poder do que é regional, espontâneo e autêntico. Um levantamento da Nielsen Brasil (2024) aponta que vídeos com referências culturais locais — gírias, sotaques, tradições — têm até 35% mais engajamento do que conteúdos “neutros” ou genéricos. Ou seja, o público brasileiro quer ver o Brasil — em toda sua complexidade, alegria e contradições — sendo contado por quem vive essa realidade.
É aí que entra o papel estratégico das marcas e agências: mais do que “incluir”, é preciso pertencer. A publicidade do futuro — e já do presente — é aquela que entende que representatividade não é moda, mas espelho. Marcas que falam com empatia, autenticidade e respeito conquistam algo que vai além do clique ou da venda: conquistam relevância.
Olhar, escutar e traduzir
Em tempos de algoritmos, automação e inteligência artificial, é curioso perceber que o maior diferencial competitivo das marcas talvez continue sendo humano: a capacidade de olhar, escutar e traduzir as vozes do seu tempo. No fim das contas, é sobre isso que se trata a relação entre publicidade e sociedade — sobre quem escolhe falar, quem é ouvido e quem, finalmente, se vê.
Você provavelmente já ouviu falar em tráfego pago, especialmente se está buscando formas de atrair mais clientes pela internet. Mas o que isso significa, na prática? Em termos simples, é o investimento em anúncios (Google, Instagram, Facebook e outras plataformas), com o objetivo de atrair visitantes para um site, página ou perfil. Mas atenção: apesar de parecer simples, essa é uma área que exige conhecimento técnico, visão estratégica e, principalmente, responsabilidade.
Hoje, o mercado de tráfego pago sofre com um problema grave: a banalização. Por ter uma barreira de entrada muito baixa, bastando um curso rápido na Hotmart ou alguns vídeos no YouTube, formou-se uma legião de “especialistas” que se dizem prontos para gerir campanhas de marketing. Muitos deles oferecem serviços a preços tão baixos que parecem irresistíveis. Mas aqui vale o alerta: se é barato demais, talvez a estratégia seja testar em você primeiro. E ninguém quer ser cobaia quando o que está em jogo é o orçamento da própria empresa.
Gerenciar tráfego pago vai muito além de apertar botões em uma plataforma. É um trabalho que envolve análise de dados, conhecimento profundo do público-alvo, testes constantes, criatividade na construção das campanhas e, principalmente, um alinhamento estratégico com os objetivos do negócio. Sem isso, o que era para ser um investimento se transforma facilmente em prejuízo.
A verdade é que o marketing digital exige profissionalismo. Contratar um especialista com experiência comprovada não é luxo e sim uma necessidade. Esse profissional será responsável por gerir recursos preciosos, como o seu orçamento de marketing. Ele entende onde investir, como distribuir os recursos entre diferentes plataformas e como evitar gastos desnecessários, buscando o máximo retorno sobre o investimento (ROI). Isso significa que seu dinheiro será alocado de forma estratégica, e não queimado em campanhas sem rumo.
E mais do que isso, terá acesso a números sensíveis da sua empresa, como leads, vendas, custo de aquisição de cliente e taxa de conversão. Ele precisa saber interpretar esses dados para propor estratégias eficientes e sustentáveis.
Não existe fórmula mágica ou receita pronta. Cada negócio é único, com seus próprios desafios, públicos e metas. Por isso, desconfie de soluções “de caixinha” ou promessas de resultados milagrosos. Um bom gestor de tráfego entende que é preciso criar uma estratégia personalizada, alinhada ao modelo de negócio, aos objetivos e ao momento de cada empresa.
Mais do que um executor, o profissional de tráfego pago precisa ser um parceiro estratégico. Alguém que pensa junto com você, que compreende o cenário do seu negócio e que trabalha com responsabilidade e foco em resultados reais.
Em resumo: o tráfego pago pode ser uma ferramenta poderosa de crescimento, desde que usada com seriedade e profissionalismo. Investir em um especialista qualificado é investir no futuro da sua empresa. Afinal, no marketing digital, o barato pode sair muito, muito caro.
*Marcelo Freitas é bacharel em ciência da computação, consultor de tráfego pago e fundador da Spot-A Marketing.