A vaga é para trabalhar home office (mesmo após a pandemia) e, quando puder, ter reuniões presenciais uma vez por mês.⠀Não é preciso ter experiência anterior – mas a agência busca alguém proativo e organizado
Principais atividades:⠀
– Criação de artes para redes sociais (escolha de conteúdo de acordo com o setor de cada cliente e design). A criação é a principal atividade, então ter um portfólio é um diferencial, mas não obrigatório – se tiver artes soltas que desenvolveu no passado, de trabalhos da faculdade, tá valendo!;⠀
– Além da criação de conteúdo para o ambiente digital, eventualmente será necessário criar conteúdo impresso como cartão de visita, flyer e apresentações institucionais;⠀
– Interação com o público;⠀
– Criação e envio de e-mail marketing;⠀
– Publicação do conteúdo nas redes sociais necessárias;⠀
– Monitoramento das redes sociais;⠀
– Auxílio no desenvolvimento de estratégias para mídias sociais;⠀
– Criação e apresentação de relatórios, com métricas e interpretação de resultados atingidos;⠀
– Geração de relatórios a partir das ferramentas de monitoramento de mídias sociais.⠀
.⠀ Pré-requisitos:⠀
– Cursar Publicidade, Marketing, Design ou áreas relacionadas;⠀
– Pacote Adobe (Photoshop ou Illustrator);⠀
– Pacote Office;⠀
– Preferência por Inglês avançado ou fluente;⠀
– MUITA qualidade na escrita e clareza de comunicação;⠀
– Ter um computador pessoal e acesso a internet;⠀
– Ser heavy user de redes sociais.⠀
Os interessados devem mandar o CV para o e-mail contato@lifconsultoria.com.br com o assunto: Estágio Social Media LIF.⠀
Sou fão do meio rádio. Sempre fui. E creio que este amor pelo rádio fez com que eu também me apaixonasse pelo podcast. Foi aos pouquinhos… No começo eu estava tímido…mas agora, confesso, não sei viver sem.
Ouço enquanto pego estrada, enquanto atualizo o blog, enquanto trabalho. E ouço basicamente podcasts que tratam de marketing, propaganda, inovação, negócios, tecnologia e como isso tudo tá junto e misturado.
Image by Florante Valdez from Pixabay
Tenho aprendido demais com os conteúdos. Muito mesmo. É uma maneira fácil e leve de renovar e ampliar conhecimentos. Como sou professor, tenho transferido muito do que tenho ouvido nos podcasts para as minhas turmas.
Pensei, então, em dividir um pouco da paixão com vocês e fazer uma lista dos podcasts que ouço com frequência. Vamos lá!
O primeiro da lista tem ser o The Shift. O formato é bacana, a edição é boa, o papo flui com simplicidade e profundidade ao mesmo tempo. O assunto principal é inovação. E os convidados são sempre bons. É feito e comandado pelas jornalistas Cristina de Luca e Silvia Bassi. Toda santa quinta feira tem episódio novo.
A segunda recomendação vai para o canal de podcast da Meio&Mensagem. Eles tem dois diferentes podcasts por lá. O Next, Now e o Woman to Watch. Marketing, propaganda e inovação estão no cardápio. Os convidados/entrevistados são de alto nível.
Depois tem que entrar na lista o APPcast, o podcast da APP – Associação dos Profissionais de Propaganda. Aqui o assunto é propaganda. Sempre! Eles variam os assuntos/temas e os convidados, mas mantêm um ótimo nível.
Também faz parte da minha lista o Morsecast. Mobile, Big Data e Inovação são o assunto deste bem elaborado conteúdo. Ele também é semanal e traz aquela deliciosa mistura de tecnologia, inovação, marketing e comunicação.
Um dos que entrou recentemente no meu rol de queridinhos foi o “É tudo negócio”, podcast do Grupo de Atendimento e Negócios. Eles têm parceria com a Jovem Pan e procuram trazer profissionais da área de Atendimento de agências e empresas ligadas à indústria da comunicação. Quem curte atendimento, novos negócios, liderança e planejamento tem que ouvir o “É tudo negócio”.
A minha mais recente “descoberta” é o Mídia & Marketing, podcast da UOL.Semanal, o podcast traz convidados para falar sobre o universo da propaganda e da criatividade. Ouvi poucos episódios, mas eles já me ganharam.
É isso. Estão aí as dicas. Aproveite aquele tempinho livre e saboreie conteúdo de primeira.
Nesta edição do Dança só deu elas. Vejam as profissionais que estão mandando bem demais no mercado de comunicação e marketing.
A jornalista Ariane Caldas acaba de assumir o cargo de Analista de Marketing Comercial na Monthac Salas Limpas. Ela estava atuando anteriormente na Quero Educação.
Outra jornalista, Carolina Tavares, passa a atuar como Assessora Comercial na Bevel – Criação e Marketing, em Taubaté.
E a publicitária Gabriela Torres, que estudou e iniciou carreira no Vale do Paraíba, agora passa a ser Gerente de Conteúdo na Prodweb, em Passa Quatro, MG.
(com participação do Psicólogo Francisco Rodrigues)
É. Parece que você encontra tudo mesmo no Google. Em 2019, muitos descobriram algo interessante. Veja o que o Google respondeu para a 3ª pergunta mais comum nas buscas dos brasileiros ano passado: “Como fazer as pessoas gostarem de mim”. O especialista digital resume assim:
Elogie as Pessoas.
Revele um segredo seu.
Espere o melhor das pessoas.
Mantenha-se bem humorado.
Imite seu interlocutor.
“Abrace” seus defeitos (com moderação)
Por fim, sorria.
Parece uma receitinha de bolo, não é? Mas, segundo outro especialista (dessa vez um humano) o Psicólogo Francisco Rodrigues, precisamos analisar outros aspectos, como o uso excessivo do celular nos últimos tempos, as relações (ou ausências) entre as pessoas e a comunicação como fio condutor disso tudo. Um exemplo é como as propagandas atuais estão buscando aceitar as pessoas como são, representando públicos mais diversos, de cores, estilos e perfis bem mais plurais.
A propaganda está mais inclusiva? Isso é reflexo desta busca por ser amado? Segundo o Psicólogo Francisco: “a necessidade de atenção, de ser ouvido continua, pois o celular não te ouve, não te escuta, não ouve suas dores, ele apenas distrai. Portanto, as propagandas estão sim entrando nessa necessidade primal do ser humano: ser atendido na sua atenção, carência.”
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Isso é fato. As pessoas buscam ser amadas, querem ser aceitas e isso parece ser algo intrínseco ao ser humano. As redes sociais e a propaganda digital, portanto, estão criando novos horizontes e tipos de relações. Nos negócios, buscamos novas estratégias para fazer sucesso e tentamos “copiar” fórmulas que nem sempre funcionam. Talvez por isso, os influencers (pessoas com perfis famosos) estão em alta. Eles são pessoas, buscando ser elas mesmas, algo novo para muitas marcas. Sobre esse fenômeno, Francisco lembra: “Um exemplo marcante é o Influencer Whindersson Nunes, que viralizou de uma forma que chegou a ser o influencer digital mais bem pago no Brasil. Se formos analisar seus vídeos, ele não procurar agradar as pessoas, adivinhar o que elas querem, ele simplesmente coloca quem ele é, não inventa algo que não é. Essa honestidade dele com ele mesmo acabou gerando uma conexão incrível com as pessoas. Pois estamos vivendo uma época onde a pressão para você ser algo diferente está tão grande, que as pessoas ficam perdidas e nem sabem como se manifestar.” Nessa hora, as marcas podem dar direcionamentos, dar dicas para onde ir, como agir, criar grupos que pensam igual e realmente atender ao público. Essa mudança está fazendo a gente repensar tudo, inclusive a Propaganda.
Sobre as novas tecnologias e facilidades do digital, Francisco opina: “Acredito que essa sensação de liberdade acabou impactando muito a propaganda, pois agora você precisa ‘acertar’ exatamente a necessidade da pessoa, senão ela não vai querer ver o que você tem pra vender, ela simplesmente troca de mídia, fecha o vídeo etc. Portanto, o novo marketing precisa ter atenção à real necessidade das pessoas, precisa ser mais verdadeiro e honesto com as pessoas.” – conclui Rodrigues.
Mas afinal, alguém pode manipular outra pessoa a ponto de ser amada?
Todo mundo quer ser amado, inclusive as marcas. Poucas conseguem o feito (tirando os haters) e isso envolve muito trabalho. Sobre isso, Francisco conta que existem técnicas reais para manipular as pessoas. Até alguns palestrantes que propõem autodesenvolvimento na internet usam para ganhar fama, porém isso não tem uma duração longa. Portanto, não deve ser um caminho a ser seguido pelas marcas que pensam mais longe e de forma séria. Essa informação nos faz questionar o motivo de tudo isso, seja você uma marca, um influencer ou um palestrante. Você quer ajudar as pessoas ou apenas ganhar dinheiro? De 2019 para 2020, o mundo mudou. Sim. A pandemia mudou muito a relação das empresas, marcas e seus consumidores. Nós, comunicadores, precisamos entender as pessoas, ouvir mais elas e sermos rápidos nas ações. Da mesma forma que não podemos deixar uma relação amorosa esfriar, as marcas precisam se preocupar realmente com as pessoas e a todo momento demonstrar esse “amor”.
Para fechar nosso bate-papo, Francisco concluiu: “A Covid-19 trouxe uma situação delicada, onde o marketing precisou se reinventar, pois agora as pessoas só irão comprar o que é essencial. Ou seja, não adianta tentar manipular as pessoas para vender algo, se este algo não for essencial. As pessoas não irão comprar, pois elas sabem muito bem o que é essencial agora. Comida, máscaras, internet rápida etc. Talvez essa crise trouxe à tona a real necessidade das coisas”. Concordo 100% com a opinião do Psicólogo, afinal estamos vivendo juntos toda essa mudança e todos queremos ser amados: eu, você, as marcas e até a Inteligência Artificial do Google (Assistente Pessoal) que foi programada para nos contar piadas. Quem diria que chegaríamos a esse ponto na nossa relação?