Coluna “Discutindo a relação…”

Os dados e a automação nos libertam

Tenho ouvido e lido muita discussão em torno da presença e uso dos dados e da automação no universo da propaganda e do marketing. Tem sido assunto de artigos, colunas, webinars, podcasts etc.

E, fazendo uma reflexão sobre tudo que ouvi e li até agora, parece que há um certo consenso em torno da ideia de que o uso de dados e de automação podem colocar em evidência o que sempre foi o ingrediente principal do trabalho de comunicação: a inventividade, a criatividade, o encontro de soluções a partir de uma capacidade aguçada de compreensão do cenário e do problema.

Vamos olhar o dados e a automação com bons olhos

Sim, os dados e a automação, ao contrário do que muita gente possa inicialmente pensar, não vieram tornar a propaganda mais chata e previsível (caso dos dados) e nem mesmo tirar empregos (caso da automação). Creio firmemente que ambos vão deixar espaço para que nossa capacidade se amplie. Sim, dados e automação vão impulsionar a presença humana na etapa em que ela é mais necessária: a intuição, o insight, a criatividade.

Imagem de Arek Socha do Pixabay

Não vai faltar big idea na propaganda porque temos que nos orientar por dados (prefiro informação, mas tudo bem). Embora o digital tenha tornado a comunicação ainda mais rápida e fluida, a busca pela ideia que definitivamente vai diferenciar marcas e produtos segue sendo importante e extremamente útil. Há mais “feijão com arroz”, mais peças focadas em performance e no dia a dia? Sim, há. Há mais assertividade e customização da comunicação. Sem dúvida!

Quanto a automação… Não sou daqueles saudosistas e românticos que fica dizendo que o bacana era fazer as coisas na unha, na munheca. De modo algum. Prefiro um zilhão de vezes usar ferramentas de automação de marketing e propaganda que nos deixem com tempo e espírito livre para exercer o que nós, humanos temos de melhor: criatividade.

Tem o lado de que temos que conhecer e aprender a lidar com novas ferramentas e tecnologias e que nem sempre isso é tão fácil ou prazeroso assim. Tudo bem, concordo. Mas há tantas soluções na forma de serviços e empresas terceiras e parceiras pra nos dar uma forcinha que fico esperançoso de que a dor destes aprendizados pode ser bem menor

Então, amigas e amigos, estou cada vez mais convencido de que dados e automação não são grilhões que nos acorrentam, mas sim chaves que nos libertam.

“Rompendo com antigos padrões, abrindo-se para o novo”

ACIT realiza palestra online com o tema “Rompendo com antigos padrões, abrindo-se para o novo”

No dia 27 de abri, terça-feira, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté realiza mais uma palestra online com o tema “”Rompendo com antigos padrões, abrindo-se para o novo”.

O objetivo do encontro é trazer a reflexão sobre as mudanças do período de crise e a preparação para a inovação e a adaptação.

A palestra será ministrada por Camila Judice e é voltada para todos os associados, empresários e empreendedores e seus colaboradores.

A transmissão, que acontece a partir das 8h30, é aberta a todos que quiserem assistir, porém é preciso se inscrever previamente. As inscrições podem ser feitas pelo link encurtador.com.br/oGJKW e o inscrito receberá a chave de acesso à sala de transmissão. Maiores informações podem ser obtidas via email cursos.acit@taubate.com.br, pelo telefone (12) 2125-8210/8211 ou ainda pelo whatsapp (12) 99189-7964.

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté trabalha com o objetivo de atender e auxiliar as empresas da cidade para que se desenvolvam e, assim, possam oferecer os serviços com alto nível de qualidade aos seus consumidores.

Sobre Camila Judice – Pós-graduada em Administração de Recursos Humanos com ênfase em Desenvolvimento Organizacional, especialista em Pedagogia Empresarial. Atua há mais de dez anos na área de recursos humanos, treinamentos, administração de pessoal, recrutamento e seleção. Professional e Leader Coach, Membro da Academia Brasileira de Coaching. É certificada internacionalmente em Sucesso em Liderança. Formação completa em Constelação Familiar Sistêmica e Organizacional. Formação inicial em HQI (Homeostase Quântica Informacional). Assessora de Gerenciamento Empresarial, especialista em Eneagrama aplicado em processos de Coaching e Desenvolvimento de Lideranças. Formação Intensiva em Eneagrama, Tradição Narrativa de Helen Palmer e David Daniels. Especialista em Educação Sistêmica. Palestrante, Consultora e idealizadora do Instituto Eneaser Desenvolvimento Humano.

Fonte: Assessoria de imprensa ACIT – Bruna Abifadel

Seja omnichannel para vender mais. Site não é cartão de visita e prateleira não é banner. Entenda.

Da presença à atitude: marcas precisam mudar comportamentos para melhorar a experiência de compra do cliente e se destacar em um cenário multicanal

*Hugo Alvarenga

Durante muito tempo se defendeu que uma empresa precisa marcar presença em diferentes canais de venda. Esse tipo de mantra causou uma corrida desordenada das organizações por novas possibilidades e vitrines. O estrondoso crescimento do e-commerce nos últimos meses, porém, mostrou que presença é insuficiente. O que adianta estar presente sem se comunicar direito, construir relacionamento ou vender o quanto precisa? Por isso, 2021 consolida uma nova era no varejo. A era da diversidade dos canais levada a sério, em que mais do que marcar presença será necessário marcar novas atitudes em cada canal.

Hugo Alvarenga

No início da pandemia, nos EUA, quase 40% dos compradores não conseguiram encontrar os produtos que precisavam e tiveram que comprar itens de outras marcas, que normalmente não comprariam, de acordo com o Instituto Ipsos. Suas marcas preferidas até poderiam estar online, mas provavelmente não se mostraram preparadas para realizar uma entrega efetiva como faziam tradicionalmente. Primeira lição que fica: site não é cartão de visita, rede social não é relatório, prateleira não é banner. Esses meios são ferramentas poderosas para captar a atenção do consumidor e vender. Seus canais estão vendendo? Que experiência você oferece ali?

Quando alguém vem me contar muito empolgado sobre os números do e-commerce, lembro que os nossos tempos falam, por incrível que pareça, menos do comércio eletrônico e mais de uma necessidade de as marcas olharem para as novas jornadas multicanais de compra. A venda online é peça-chave, mas não exclui outras formas de venda. Restaurantes que disponibilizam produtos em supermercados, fabricantes que “pulam” o varejo e oferecem seus produtos diretamente ao consumidor, lojas que reforçam o e-commerce e transformam seus espaços físicos em ambientes de experiência com produto.

São muitos exemplos e, ao investir nos seus canais de venda, há empresas que descobrem a segunda etapa da evolução: ser plural nos canais exige ser multi em um monte de áreas. Marcar atitude além de presença em cada meio impacta na forma como você cria relacionamento, produtos, conversas, posicionamento…

Recentemente, uma famosa grife de roupas lançou um curso online sobre branding, com lista de espera para a primeira turma. Quem imaginaria que um dia o setor de moda e vestuário abraçaria a área de educação, de um jeito muito natural, sem que uma marca perdesse a sua identidade? O professor do curso, aliás, é um dos próprios sócios-fundadores da grife, ajudando a construir uma experiência de relacionamento do cliente omnichannel muito próxima das pessoas.

Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke do Pixabay

O conceito omnichannel se ramifica. Dá licença para as empresas testarem canais, mas também novos produtos. Nada é estático, muito menos o portfólio de uma empresa. De uns tempos para cá, uma estratégia comum é lançar com alguma regularidade produtos em edição limitada, para gerar buzz e conhecer na prática o gosto do consumidor. Uma rede de fastfood brasileira vem se destacando nessa área. Alguns dos lançamentos de maior sucesso entram no cardápio fixo das lojas e os que não têm desempenho satisfatório são descartados. Enquanto isso, o cliente experimenta sabores diferentes e sempre volta para conferir as novidades.

Quando o próprio entregador vira canal de relacionamento

O varejo online, por sua vez, é mestre em ser omnichannel sem abandonar o mundo virtual. Há empresas que além de manter o e-commerce no site ingressam em marketplaces no Whatsapp, onde vendem desde materiais de construção e produtos para pet a passagens aéreas.

Existem supermercados brasileiros inclusive sem única loja física, com o comércio totalmente online, conseguindo maior controle de estoque e logística. Um deles firmou parceria sustentável com a Coca-Cola para substituição de garrafas de vidro, graças a seus diferenciais de logística reversa e equipe própria de entrega, que supermercados tradicionais não possuem. Um caso em que o delivery por si vira canal de relacionamento sustentável.

O e-commerce tem uma grande participação na economia multicanal. Para termos uma noção de impacto, enquanto a Ford demitiu pouco mais de 6 mil colaboradores com o encerramento da produção de carros no Brasil, os aplicativos de entrega são a primeira fonte de renda para cerca de 4 milhões de pessoas no país, segundo o IBGE.

Outros números reforçam a dimensão. Há alguns anos um estudo de Harvard com quase 50 mil consumidores nos EUA revelou que as pessoas que compravam produtos em diferentes canais gastavam 10% a mais online do que as que realizavam compras em um único canal. O estudo Riverbed Retail Digital Trends, com 3 mil pessoas nos EUA, Austrália e Alemanha, apontou que 89% dos consumidores consideram que ter uma experiência de compra digital positiva é tão importante para voltar à loja quanto o preço.

Ser omnichannel, construindo eficiência no e-commerce e em outros canais de venda, virou pré-requisito para a sobrevivência das empresas. No início da pandemia, em muitas organizações a multicanalidade foi conduzida na base do grito e do desespero. Em 2021, temos a obrigação de pensar a multicanalidade de forma estratégica.

*Hugo Alvarenga é sócio-fundador da b8one, laboratório de soluções digitais especializado em e-commerce, que cresceu 800% em faturamento em 2020 e atua para grandes marcas em 11 países.

Fonte: Ryto Comunicação Estratégica

Outback aposta em vibe positiva e muito humor em nova campanha nas redes sociais

Vídeos elevam situações comuns do dia a dia a um nível mais Outback; influenciadores digitais participam de desafio e convidam pessoas a se permitirem com mais diversão e boas risadas

Reconhecido pela capacidade de elevar a experiência de seus clientes à uma potência máxima de boa energia e diversão, o Outback Steakhouse apresenta sua nova campanha institucional intitulada Hoje Pode. Assinada pelas agências Santa Clara e VMLY&R, a nova comunicação convida as pessoas a se permitirem e mergulharem de cabeça na vibe positiva e cheia de humor que a marca entrega em seus restaurantes e no delivery.

Com seis filmes gravados exclusivamente pelo celular, sendo o primeiro lançado no dia 1º de março, a marca quer fazer transbordar em seus clientes o sentimento de liberdade, alegria e descontração – características fortes e já reconhecidas do restaurante. Uma música foi produzida com exclusividade para a campanha e a ideia é colar a vibe na cabeça das pessoas, sendo impossível deixar alguém parado. A ação trará 10 influenciadores digitais mostrando seus momentos de disrupção, dançando ao som do novo hit do Outback e convidando as pessoas a se desligarem do piloto automático e espalharem mais sabor, originalidade e autenticidade por aí, animando as redes sociais e compartilhando seus próprios vídeos com a tag #HojePodeOutback.

“A gente adora proporcionar momentos de diversão para as pessoas. Essa campanha quer justamente deixar a mensagem de que nossos clientes podem se permitir. Quer maratonar, sextar, comemorar? Hoje Pode!” diz Renata Lamarco, diretora de Marketing da Bloomin’ Brands, grupo detentor da marca Outback Steakhouse. “Os vídeos são bem humorados, descontraídos, e mostram o que sentimos quando estamos curtindo um Outback”, diz. “A gente está expressando justamente o sentimento de alegria que cresce quando estamos curtindo nossos favoritos no restaurante ou no delivery. É incrível o quanto a gente se sente bem dentro do universo Outback e queremos incentivar as pessoas a colocarem essa vibe pra fora”, finaliza.

O primeiro vídeo da campanha pode ser conferido aqui 

Ficha Técnica:

Agências: Santa Clara e VMLY&R

Anunciante: Outback Steakhouse

Produto: Institucional

Campanha: Hoje Pode

Agência Santa Clara:

CCO: Fernando Campos

VP de Criação: Leo Avila

Diretor de Criação: Bernardo Machado

Criação: Bernardo Machado, Flavio Bacellar, Sergio Klemtz, Roberta Matsunaga

Atendimento: Thamy Ortiz, Marcela Joares, Emanuela Nascimento

Planejamento: Lorenzo Mendoza, Humberto Ghirardello

Mídia: Juliana Alsberg e Luis Augusto

Produção de RTV: Camila Ximenes

Agência VMLY&R:

VP de Criação: Adriano Abdalla

Diretor de Criação: Bruno Athayde

Redator: Marcelo Rios

Diretor de Arte: Caio Zucchi

Tráfego: Talita Beverari

VP de Negócios: Fábio Imparato

Negócios: Fernanda Salum, Waleska Amabile e Clara Escandura.

Mídia: Thiago Martinez e Guilherme Mazzo

VP de Planejamento: Sumara Osório

Planejamento: André Concourd, Anderson Santiago e Vinicius Máximo

Produtora de imagem: Çava Art

Diretor: Hymalayas

Direção de fotografia: Vitor D’angelo

Produção executiva: Claudia Stancev

Produtor: Lucas Fiori

Pós-Produção: Santiago Paestor

Editor: Larissa Lima

Color: Junior X

Coordenador de Pós-Produção: Rafael Tschope

Finalizador: Larissa Lima

Produtora de Áudio: DaHouse Audio

Produção de Áudio: Silvinho Erné

Produtora de Áudio: DaHouse Audio

Composição: Markus Thomas

Artista: LittleKeys

Gravadora: Dorsal Musik

Mix: Rodrigo Deltoro

Sound Design: Niper Boaventura

Atendimento: Andrea Oliveira

Aprovação Cliente: Renata Lamarco, Laura Godoi, Leonardo Dibe, Antonio Moraes, Cris Berna

Fonte: Alameda Comunicação – Laís Reis