Solução da IBM melhora vendas de site

eFácil adota solução de Commerce da IBM para aprimorar experiência de compras de seus clientes

Empresa de e-commerce com sede em Uberlândia aumentou em 100% a estabilidade do site e registrou crescimento no volume de vendas após uso da tecnologia de smart selling

Para aprimorar a experiência de seus consumidores, a eFácil – varejista online do Grupo Martins – acaba de adotar a solução de Inteligência de vendas da IBM. A partir da plataforma IBM Websphere Commerce, a companhia conseguiu aumentar a disponibilidade do comércio eletrônico em 100%. Este resultado foi comprovado durante as vendas do último Dia das Mães, quando o portal ficou disponível em tempo integral e registrou um crescimento de 49% nas vendas.

O site também registrou números positivos nas últimas duas Black Friday no país, ficando integralmente no ar e registrando um número de vendas superior ao do período anterior à implementação da solução. “Com o IBM Websphere Commerce tivemos as duas melhores vendas do eFácil, em 2015 e 2016, e ficamos acessíveis o tempo todo. Não precisamos colocar ninguém em sala de espera”, afirma o Gerente de TI e Customer Experience do eFácil, Eduardo Souza Pimentel. O executivo esclarece que os períodos do Natal e início do ano também são muito importantes para a companhia, já que as vendas seguem com cerca de 10% e 20% de crescimento, respectivamente.

De acordo com Pimentel, a plataforma IBM é bastante sólida e torna o site da companhia apto a receber usuários sem riscos de sair do ar, mesmo durante os grandes picos de vendas. “Antes, o site era feito in-house e conectado ao Grupo Martins.
Agora, temos nossa própria infraestrutura, com banco de dados individual. A plataforma da IBM trouxe a autonomia e o suporte que precisávamos”, explica.

Além de melhorar a estabilidade do portal, o IBM Websphere Commerce ajudou o time do eFácil com ferramentas de acompanhamento de vendas que antes não existiam, como refinar as buscas de produtos, verificar carrinho de compras “abandonado” e entender a causa, pesquisar o comportamento do comprador, entre outros. “Se não fosse pela ferramenta, nós mesmos teríamos de desenvolver dentro de casa essas aplicações”, conclui.

O IBM Websphere Commerce traz toda a sólida estrutura da IBM no aspecto de segurança da informação. Atualmente, o site da eFácil conta com mais de 15 mil produtos de diversos departamentos, como eletroeletrônico, alimentação, eletrodoméstico etc. Além do atendimento pelo site, o portal possui uma central de atendimento via telefone, chat e redes sociais para suporte à venda e pós-venda.

Varejo cognitivo
A “explosão” dos dados estruturados e não estruturados representa, atualmente, uma grande oportunidade para os varejistas. De acordo com um estudo recente da IBM, 91% dos executivos deste setor estão familiarizados com a computação cognitiva e acreditam que ela desempenhará um papel disruptivo em sua organização. Além disso, outros 83% entendem que a tecnologia terá um impacto crítico no futuro de sua organização e 94% deles pretendem investir nestas capacidades a curto prazo.

Isto quer dizer que os mesmos já reconhecem a importância de utilizar inteligência de dados para personalizar experiências, tirar proveito dos concorrentes e fazer um verdadeiro engajamento com seus consumidores. Segundo o levantamento, espera-se que nos próximos anos o varejo seja totalmente disruptivo.

Sobre o eFácil
Criado pelo Martins com o intuito de oferecer os seus produtos para o consumidor final, o eFácil já nasceu com uma enorme estrutura de armazenagem, estoque, logística, sistemas e áreas de apoio a seu dispor. Surgiu no momento da popularização da internet no Brasil sendo um dos primeiros portais de e-commerce do país.

Fonte: Assessoria de Imprensa IBM Brasil – In Press Brodeur

Saiba mais sobre Youtube TV

Tudo o que você precisa saber sobre o Youtube TV

O novo serviço da Google para o Youtube surge com a ideia de competir com a TV a cabo atualmente, substituindo a TV por assinatura na sua sala. A ideia do serviço é ter uma plataforma de televisão com transmissão ao vivo, em que o usuário pode assistir o que quiser, onde quiser, a hora que quiser. Umas das diferenças entre a TV a cabo e esse serviço é que tudo isso poderá ser feito por meio de um aplicativo. Muito mais fácil e prático para os usuários.

Ficou curioso ? Vem cá, olha esse infográfico bacana que preparamos especialmente para você saber mais sobre esse serviço.

Fonte: Seven Care BR – Seven Care BR

Infográfico mostra as marcas de tecnologia mais influentes

As 5 marcas de tecnologia mais influentes do Brasil atualmente

Somos influenciados direta ou indiretamente por muitas marcas no nosso cotidiano. Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipsos revelou quais são as marcas mais influentes entre os brasileiros em 2017. Elas estão nos celulares que usamos, nos softwares do nosso computador pessoal, do trabalho, são donas dos sites que usamos. Enfim,estão por toda parte!

Ficou evidente a força das gigantes da tecnologia Não é muito novidade o fato delas dominarem a lista. Mas você sabe quais são essas marcas? Por isso, criamos esse infográfico com as 5 marcas de tecnologia mais influentes no Brasil atualmente.

Fonte: Nayrison da Costa

Artigo aborda relação branding e perfomance

Mas afinal, existe branding sem performance?

Por Gabriela Viana*

Recentemente, estive em pelo menos dois eventos nos quais o assunto de marca e performance foram direta ou indiretamente discutidos, bem como apresentações de uma empresa sobre plataformas tecnológicas para marketing. Entre os comentários feitos durante os eventos, os que mais me chamaram a atenção foram:

— Por que empresas de tecnologia estão agora assumindo que fazem marketing?

— Grande parte do que essa empresa de tecnologia acaba de apresentar, nós nem sabemos para o que serve.

— Branding é branding, e performance é performance.

Mais de um cliente ou representante de agências de publicidade questionou a tecnologia, os impactos negativos do seu uso, a invasão de empresas de tecnologia e outras frases de estranhamento ao assunto chato da performance – e ao uso da tecnologia para garantir performance. Uma pergunta (a meu ver, retórica), não saiu da minha cabeça durante os eventos:

— Existe branding sem performance?

A abertura do IAB Branding & Performance deste ano, por exemplo, teve um manifesto do IAB a respeito de Brand Safety: como plataformas digitais e a compra programática de mídia podem garantir que comerciais das marcas não apareçam próximos a conteúdos impróprios. Também incluiu discussões sobre Fake News e o impacto que a disseminação de notícias falsas nas plataformas digitais tem, por exemplo, na política.

Com dois sinais tão claros de que a tecnologia transformou de forma radical a mídia, não deveríamos estar discutindo se cabe ou não o uso da tecnologia e dos dados na construção das marcas. Deveríamos evoluir na discussão de que, para construir marcas, são mandatórios grandes investimentos em mídia. Deveríamos estar discutindo quais as tecnologias eficientes na construção de marcas – e como usá-las.

Existem impactos negativos no uso prevalente de tecnologia? Sim, também. Estamos renegociando vários aspectos da nossa vida, nossa matéria profissional sendo apenas uma parte afetada.

Isso não quer dizer que não haja qualquer impacto negativo em como o marketing tradicional ainda é feito. Desde alocar investimento em um único tipo de mídia até considerar que a comunicação realmente vive apartada da experiência: um comercial lindo, uma experiência com a marca não tão linda.

Experiência! A comunidade do marketing não pode opor branding à performance, como se existissem como elementos isolados. Menos ainda pode seguir adiante usando a tecnologia como mero acessório – obrigatório, porém marginal. Mesmo a frase tantas vezes repetida como um mantra – “a tecnologia é apenas um meio” –, é perigosa, pois aparta. Define a tecnologia como canal e não como centro nevrálgico do que estamos presenciando como uma revolução que já está em curso.

Usemos a Netflix e a Amazon como exemplos. Outras perguntas – retóricas, novamente:

Podemos argumentar que não são grandes marcas? E podemos, realmente, questionar o quanto de tecnologia – e portanto, performance também – está envolvido em entregar a experiência de conteúdo e compras que ambas entregam?

Essas marcas não foram construídas a partir de “campanhas 360” e comerciais no horário nobre da TV. O uso da tecnologia é irreversível, simplesmente porque os consumidores aprenderam a usar – e a gostar – da experiência. Estamos falando de apenas duas marcas que já existem e são gigantes em suas áreas, não sobre marcas que ainda vão surgir. A Netflix vai tão longe quanto criar uma série baseada no perfil de uso da sua audiência. É informação em escala alterando o produto, e não a entrega do produto, nem apenas comunicando a existência do produto.

Uma estratégia de marketing baseada em dados, informação e criatividade é fundamental para criar uma experiência de impacto que seja tanto individual quanto escalável. Isso obviamente não elimina a criatividade. Pelo contrário, a coloca a serviço da entrega de boas experiências aos consumidores.

Será que nós, profissionais de marketing e agências, se pudéssemos escolher, ficaríamos só com o branding? O branding aqui entendido como: “vamos ter uma ideia bem legal e então criar uma campanha linda”? Já perdi a conta das vezes em que me pediram para indicar “alguém bom em digital”. Quantas empresas ainda estão terceirizando atividades que envolvam dados e informação sobre seus próprios clientes? Ou empresas que não fizeram distinção entre mídia e tecnologia na hora de escolher parceiros.

O uso da tecnologia não pode ser entendido como uma simples maneira de mensurar os resultados (como algo que acontece isolado no tempo). A performance faz parte da experiência do consumidor, tanto quanto a ideia criativa. Toda a experiência do consumidor com a sua marca – e o quanto desta experiência demonstra que você o reconhece e o quanto a experiência se transforma ao reconhecer esse consumidor – será determinante para a construção de marca.

Novas marcas nascem de um novo uso ou aplicação dada à tecnologia e outras marcas se transformam, e se mantêm relevantes, ao também encarar a tecnologia como um aspecto indissociável do negócio – e da marca.

Então, vamos à boa (ou à má, dependendo do ponto de vista) notícia: não vai ter branding sem performance. Escolha um caminho através do qual esta seja uma boa notícia para a sua empresa. Comece aprendendo para que servem os produtos criados pelas intrometidas empresas de tecnologia de marketing e então tome decisões sobre quais das soluções disponíveis vão ajudar a sua marca a entregar incríveis experiências de consumo.

*Gabriela Viana é diretora de Marketing da Adobe Systems para a América Latina