Vaga para atuar em Inbound Marketing

GS2 Marketing Digital está em busca de um novo talento para o seu time

Se você é apaixonado por estratégias de Inbound Marketing, gosta de mergulhar em dados, funil de vendas e automações, e tem prazer em ver resultados acontecerem a partir de boas campanhas, essa vaga é pra você!

Vaga: Analista de Inbound
Local: São José dos Campos/SP
Regime: PJ
Formato: Presencial
Nível: Júnior | Pleno

O que esperamos de você:

  • Domínio de RD Station Marketing para criar, disparar e monitorar fluxos de nutrição.
  • Boa escrita para construir legendas e e-mails que convertem.
  • Familiaridade com mLabs e YouTube, aplicando boas práticas de SEO.
  • Visão ampla de estratégias de funil e geração de leads.
  • Muita organização, vontade de aprender e brilho nos olhos!

Será um diferencial se você tiver:

  • Certificação em Inbound ou RD Station.
  • Vivência com métricas de performance digital e otimização de funil.
  • Boa redação criativa e analítica, o equilíbrio perfeito entre arte e dados!

Curtiu? Então envie seu currículo para: rh@grupos2mkt.com
Assunto: Analista de Inbound

YouTube Shopping vai iniciar operação no Brasil com Mercado Livre e Shopee como primeiros parceiros para seu programa de afiliados

O YouTube anunciou hoje a expansão do seu ecossistema de comércio no Brasil com a integração oficial de dois dos maiores marketplaces do país: Mercado Livre e Shopee . A novidade permite que criadores de conteúdo marquem produtos dos catálogos de ambos os varejistas diretamente em seus vídeos, lives, posts e Shorts, facilitando a jornada de compra para milhões de espectadores.

A integração faz parte da chegada oficial do Programa de Afiliados do YouTube Shopping ao Brasil, anunciada recentemente durante o evento global “Made on YouTube”. Com o recurso, criadores elegíveis podem exibir produtos em suas transmissões e vídeos, ganhando comissões sobre as vendas que gerarem, fortalecendo a conexão entre descoberta e compra. O país é um mercado prioritário para as soluções de commerce da plataforma que, globalmente, já conta com mais de 500 mil criadores afiliados ao YouTube Shopping.

“A chegada do Programa de Afiliados do YouTube Shopping ao Brasil é um marco importante, já que o país tem um dos ecossistemas de criadores mais vibrantes do mundo”, afirma Clarissa Orberg, head de parcerias do YouTube.

“Estamos oferecendo aos YouTubers brasileiros novas maneiras de fortalecer suas comunidades e monetizar sua criatividade. Apenas em 2024, o YouTube contribuiu com R$4,94 bilhões para o PIB nacional. A integração do Mercado Livre e da Shopee como nossos primeiros parceiros amplifica ainda mais essa economia de criadores que estamos desenvolvendo”, comemora.

“A Shopee está comprometida em proporcionar experiências que gerem engajamento para vendedores e para consumidores. Com a expansão do YouTube Shopping para o Brasil, estamos entusiasmados em ajudar os lojistas brasileiros a se conectarem com mais criadores e, assim, potencializar suas vendas. Essa colaboração também abre oportunidades para os mais de 5 milhões de participantes do nosso Programa de Criadores e Afiliados monetizarem seus conteúdos enquanto promovem produtos que ressoam com seus públicos. Seguimos firmes em nossa missão de impulsionar vendedores e criadores a prosperarem à medida que a economia digital cresce”, diz Felipe Piringer, Head de Marketing da Shopee.

“A chegada do YouTube Shopping ao Brasil marca um novo capítulo para o comércio digital, e o Mercado Livre tem orgulho de ser um dos parceiros nessa estreia. Nossa força como marketplace, com sortimento amplo e qualificado, presença das grandes marcas, segurança e a entrega mais rápida do país, garante que afiliados e criadores tenham as melhores condições para gerar renda com confiança. O crescimento de 310% no nosso programa no último trimestre e as recompensas mais competitivas do mercado, reforçam nosso compromisso com a Creator Economy, em apoiar novos talentos e impulsionar modelos sustentáveis de empreendedorismo online”, afirma Renata Gerez, Head de Social Commerce do Mercado Livre.

Com a funcionalidade, os espectadores podem navegar pelos produtos destacados pelos seus criadores favoritos diretamente na tela do vídeo e clicar para serem direcionados ao site do Mercado Livre ou Shopee para finalizar a compra.

Rede Vanguarda cria a Área de Mídias Digitais e promove Silas Pereira

A Rede Vanguarda comunicou, através de seu acionista Bruno Boni, que está criando a Área de Mídias Digitais da Rede Vanguarda (“Digital”) como uma frente independente de negócios, reflexo de seu papel crescente e sinérgico com os demais produtos da rede. A nova área será responsável pela comercialização dos sites (g1/ge/gshow/redeglobo/receitas), do streaming (Globoplay) e das redes sociais.

De acordo com o acionista, o digital já é e continuará sendo um dos pilares de crescimento do grupo, fortalecendo a relação com anunciantes que hoje buscam soluções integradas.

E é dentro desse contexto, que a Rede Vanguarda comunica a promoção imediata de Silas Pereira ao cargo de Chefe de Mídias Digitais. Silas faz parte da história da Rede Vanguarda desde 2006, quando iniciou sua trajetória como estagiário no antigo portal VNews. No próximo ano, completará 20 anos desde sua primeira experiência na casa.

Silas Pereira passa a responder como Chefe de Mídias Digitais na Rede Vanguarda

Silas, de acordo com a nota emitida, esteve presente quando a Globo lançou o “g1” e o “ge” e foi coordenador do “ge” em sua implementação, conhecendo essa área desde a sua concepção. Ainda de acordo com Bruno Boni, “sua caminhada dentro da Vanguarda é motivo de orgulho e inspiração para todos nós”.

Além do novo cargo, Silas passa a integrar oficialmente o Grupo Gestor da Rede Vanguarda, reforçando a importância do digital e garantindo mais participação e velocidade nas decisões estratégicas.

O acionista da Rede Vanguarda afirma ainda: “Estamos confiantes de que, sob sua liderança, o digital continuará a se consolidar como um vetor de crescimento e inovação para a nossa empresa”.

A Inteligência Artificial potencializa ou sabota as buscas online?

Por Jair Tavares*

O uso dos mecanismos de busca está passando por uma transformação, mas quem está “puxando” isso? A evolução da Inteligência Artificial (IA), e sua sorrateira penetração em todo o meio digital, ou a experiência do usuário com essa nova ferramenta?

Talvez seja um pouco dos dois.

Parece óbvio, mas não é. A tecnologia em si – a novidade, o hype, a onda -, é o primeiro fator de sua adoção pelos early adopters, aqueles que “ficam na fila” para usar primeiro uma novidade. Mas esse público é pequeno, não forma todo o mercado.

Apenas quando esse pessoal “desbrava”a nova tecnologia e começa a falar que a sua experiência melhorou, é que os latecomers – o mercado em si – passam a adotar em peso a nova tecnologia – agora cool, legal, útil e prática.

Mas há uma diferença aqui: essa jornada, que já era muito rápida, agora acontece na velocidade da luz.

A grande adoção da IA e sua aceleradíssima evolução trazem um cenário de mudanças contínuas em vários processos de trabalho, na nossa relação com a tecnologia e, claro, na forma como nós buscamos informações.

Porém, é importante destacar que em toda e qualquer atividade, ou ramo do conhecimento, a extensão dos impactos da IA e como proceder para “surfar” no seu potencial, ainda estão no campo das hipóteses e especulações.

Há sinais claros para nós, profissionais de comunicação, que o foco da mudança está na experiência nova que as IAs trazem para os usuários.

Agora, com o cenário desenhado em nossas mentes, podemos falar sobre como a IA está redefinindo tanto a busca orgânica quanto à paga.

Busca orgânica

Nas buscas orgânicas, os modelos de IA compreendem a intenção do usuário de forma mais profunda, indo além das palavras-chave. Isso significa que o conteúdo que realmente atende às necessidades e perguntas dos usuários será cada vez mais valorizado.

Os algoritmos de IA estão aprimorando a capacidade de identificar conteúdo de alta qualidade, relevante e confiável, tornando a experiência do usuário mais rica. Para a busca generativa, o foco do SEO se deslocará para a otimização de respostas diretas e contextuais, garantindo que o conteúdo seja facilmente interpretado por modelos de IA para fornecer informações precisas.

Os conteúdos que reconstroem ou reforçam contexto, articulando fatos, fontes e leituras complementares, tendem a ter melhor desempenho.

Busca paga

Nas buscas pagas, a IA já está otimizando as campanhas de forma significativa. Ela pode prever o desempenho de anúncios, otimizar lances em tempo real e segmentar audiências com grande precisão.

A IA está transformando a forma como os anunciantes alcançam seu público, movendo-se de uma abordagem baseada em palavras-chave para uma estratégia focada na intenção do usuário e no comportamento preditivo.

Embora alguns possam especular que a IA eliminará a necessidade de campanhas pagas, o fato é que ela as tornará ainda mais estratégicas e personalizadas. O investimento em mídia paga continuará sendo crucial para a visibilidade imediata e o alcance de públicos específicos.

Em resumo, nas buscas a IA está despontando não como “mais uma ferramenta”, mas sim um catalisador que está remodelando a forma como nós, usuários, interagimos com a informação online.

E, embora a extensão do seu impacto ainda seja desconhecida, a adaptação rápida às mudanças é fundamental para quem busca visibilidade na era da busca generativa. As campanhas de mídia paga e o SEO para o tráfego orgânico, especialmente, continuarão sendo pilares importantes, mas com outro olhar.

A chave é entender a experiência do usuário e como oferecer e fortalecer os nossos próprios ativos digitais com a profundidade e relevância que a IA demandará.

*Jair Tavares é co-fundador e COO da Pólvora Comunicação