Taubaté Shopping presenteia clientes com perfume em campanha de Dia das Mães

Ação “compre e ganhe” dará uma fragrância da linha Floratta, de O Boticário, para compras a partir de R$ 400; limitada a uma unidade por CPF

O Taubaté Shopping, administrado pelo Grupo AD, inicia a divulgação de sua campanha de Dia das Mães, uma das datas mais importantes para o varejo. Neste ano, a ação inicia no dia 23 de abril e irá presentear os clientes com a fragrância Simple Love da linha Floratta, de O Boticário. A edição 2026 destaca que, para cada jeito de ser mãe, há uma celebração única feita para valorizar diferentes histórias, estilos e formas de amar.

A promoção segue até o domingo de Dia das Mães, celebrado em 10 de maio, ou enquanto durarem os estoques. O formato “compre e ganhe” permite que o cliente troque suas notas fiscais pelo brinde ao realizar R$ 400 em compras nas lojas participantes; a ação é limitada a um brinde por CPF. O balcão de trocas fica localizado próximo à loja Renner e o atendimento ao público será realizado de segunda a sábado, das 10h às 22h; e aos domingos e feriados, das 13h às 20h.

“O Dia das Mães é uma das datas mais relevantes para o comércio, e nossa expectativa é impulsionar o fluxo e as vendas com uma campanha atrativa, que combine boas oportunidades de compra e benefícios para os clientes. Também estamos preparando uma programação especial para tornar a experiência no shopping ainda mais completa”, destaca Lilian Giacomini, Coordenadora de Marketing do Taubaté Shopping.

Mais informações sobre a campanha e a programação completa do centro de compras pode ser conferida pelo site www.taubateshopping.com.br ou pelas redes sociais: @taubateshopping.

Campanha de Dia das Mães Taubaté Shopping:

Data: 23 de abril a 10 de maio

Promoção: Ação compre e ganhe a fragrância Simple Love da linha Floratta, de O Boticário

Investimento em anúncios impulsionados por IA deve crescer 63% em 2026, podendo atingir US$ 57 bilhões

Anúncios otimizados por IA já representam 12% do investimento nos EUA, crescendo 12 vezes mais rápido que os métodos tradicionais de publicidade

O investimento em publicidade impulsionada por inteligência artificial deve crescer de forma significativa nos próximos anos. De acordo com dados da Madison and Wall divulgados pelo Business Insider, os gastos nesse tipo de mídia devem crescer 63% em 2026, podendo atingir cerca de US$ 57 bilhões. Em comparação, anúncios que não usam ferramentas baseadas em IA devem crescer apenas 5% neste ano. Atualmente, anúncios otimizados por IA já representam 12% de todo o investimento publicitário nos Estados Unidos, crescendo 12 vezes mais rápido do que os formatos tradicionais.

O movimento evidencia uma mudança estrutural no mercado, motivada pela busca por mais eficiência, escala e precisão nas campanhas. Diferentemente da publicidade tradicional, que depende de segmentações mais amplas e planejamento manual, os anúncios baseados em inteligência artificial utilizam dados em tempo real, aprendizado de máquina e automação para otimizar entregas.

Para Fabio Gonçalves, diretor da Viral Nation e especialista no mercado publicitário, esse crescimento está diretamente ligado à necessidade das marcas de maximizar resultados em um ambiente cada vez mais competitivo: “A inteligência artificial permite uma leitura muito mais rápida e profunda do comportamento do consumidor. Esse dinamismo faz com que campanhas passem a evoluir em tempo real, ajustando automaticamente o público-alvo, o tipo da mensagem e o valor de investimento. É um nível de eficiência que a publicidade tradicional até poderia acompanhar de forma manual, mas demandaria muito mais tempo e paciência”.

Fabio Gonçalves, especialista no mercado publicitário e diretor da Viral Nation
Foto: Divulgação

Segundo o executivo, a principal diferença está na capacidade de otimização constante e na redução de desperdício de mídia e dinheiro: “Enquanto modelos tradicionais trabalham com previsões e segmentações mais amplas, a publicidade otimizada por IA vai estar atuando com base em dados dinâmicos, aprendendo a cada interação que acontece. Isso significa que haverá menos tentativa e erro e mais precisão na hora da entrega. E é importante dizer que isso impacta diretamente em métricas como ROI (Retorno sobre o Investimento) e conversão”.

De acordo com o profissional, o avanço também tem ligação com o desenvolvimento de ferramentas como o Performance Max, do Google, e o Advantage+, da Meta, que automatizam grande parte da operação de campanhas digitais. Essas plataformas utilizam inteligência artificial para realizar a gestão de anúncios.

“Ferramentas como Performance Max e Advantage+ são exemplos claros de como a IA já está no dia a dia das campanhas. Elas tiram do ser humano a necessidade de gerenciar a mídia e colocam todo o foco na estratégia e na criatividade. Ao mesmo tempo, exigem que profissionais e marcas entendam melhor como alimentar esses sistemas com dados e direcionamentos corretos. Dessa forma, podemos esperar que abram mais espaços e vagas para profissionais especializados na área de IA, minimizando a narrativa de que ferramentas de inteligência artificial irão roubar o posto de seres humanos”, explica Gonçalves.

Na avaliação do especialista, o impacto desse crescimento não vai se limitar apenas ao mercado norte-americano e deve se intensificar também no Brasil: “O Brasil tende a seguir esse movimento no futuro, e eu diria que com grande potencial de aceleração. Temos um mercado digital gigantesco, com alta tecnologia e forte presença de plataformas globais. Ao passo que essas ferramentas se tornam mais acessíveis, veremos uma adesão cada vez maior por parte de anunciantes locais”.

Por outro lado, ele ressalta que o avanço da IA também traz novos desafios para o setor: “Se por um lado ganhamos eficiência, por outro aumenta a necessidade de estratégia. A inteligência artificial pode até potencializar resultados, mas nunca vai substituir completamente a visão de marca, criatividade e construção narrativa, que continuam sendo diferenciais nossos”.

Diante desse cenário, as agências já estão se adaptando para acompanhar a nova dinâmica do mercado. “Aqui na Viral Nation e em outras agências do setor, estamos integrando cada vez mais a inteligência artificial nas nossas operações, tanto na parte de mídia quanto na análise de dados e performance. Nosso principal objetivo é melhorar os resultados sem abrir mão da criatividade e da autenticidade dos creators. O futuro da publicidade será híbrido e vai sair na frente quem souber equilibrar esses elementos”, conclui.

Coluna “Discutindo a relação…”

Propósito de marca e oportunismo

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

Imagem gerada pela IA do Canva

Quando a causa vira discurso, o consumidor percebe. Quando vira prática, ele se conecta.

Nos últimos anos, falar de propósito deixou de ser diferencial e virou quase uma obrigação no universo das marcas. Questões sociais, ambientais e culturais passaram a ocupar espaço nas campanhas, nos posicionamentos e até nos slogans. Mas, no meio desse movimento, surge uma pergunta inevitável: estamos diante de marcas mais conscientes — ou apenas mais estratégicas?

A ideia de propósito, em sua essência, é poderosa. Marcas como a Patagonia, por exemplo, construíram sua reputação com base em ações concretas ligadas à sustentabilidade, como incentivo ao consumo consciente e ativismo ambiental real. Nesse caso, o discurso não veio primeiro — ele é consequência de uma prática consistente ao longo do tempo. E isso faz toda a diferença.

Por outro lado, há casos em que o propósito parece surgir apenas em momentos de conveniência. Datas como o Mês do Orgulho LGBTQIA+ ou campanhas em torno de diversidade e inclusão frequentemente colocam marcas sob os holofotes — nem sempre de forma positiva. Quem não lembra da polêmica envolvendo a Pepsi e seu comercial com a Kendall Jenner? A tentativa de associar a marca a movimentos sociais foi vista como superficial e desconectada da realidade, gerando forte rejeição.

Propósito não é campanha. É coerência.

O consumidor de hoje — especialmente o mais jovem — é atento, crítico e, principalmente, informado. Ele acompanha o que as marcas dizem, mas também observa o que elas fazem. Não basta levantar uma bandeira em uma campanha se, internamente, a empresa não pratica aquilo no dia a dia. A incoerência, nesse cenário, não passa despercebida — e pode custar caro em termos de reputação.

Isso não significa que marcas não possam — ou não devam — se posicionar. Pelo contrário. O silêncio, em muitos casos, também comunica. A questão central está na autenticidade. Quando o propósito é genuíno, ele aparece de forma natural na comunicação, nas ações internas, nos produtos e até nas decisões de negócio. Quando não é, ele soa como oportunismo — e o público sente.

Entre o discurso e a prática, existe um abismo — e o consumidor enxerga esse espaço.

Talvez o maior desafio para as marcas hoje não seja encontrar um propósito bonito para comunicar, mas sim construir um propósito verdadeiro para sustentar. Isso exige tempo, consistência e, muitas vezes, decisões difíceis que vão além do marketing. Afinal, propósito não se cria em uma reunião de briefing — ele se constrói na cultura da empresa.

No fim das contas, fica a reflexão: em um mercado cada vez mais atento e exigente, vale mais parecer engajado ou ser, de fato, relevante? Porque, no jogo da comunicação contemporânea, não é a marca que diz quem ela é — é o público que decide no que acredita.

Cenp divulga ranking nacional das agências que mais investiram em mídia em 2025

Levantamento é feito a partir do Painel Cenp-Meios e conta com dados de agências de publicidade que autorizaram sua divulgação

O Cenp – Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário apresenta o ranking nacional das agências que mais investiram em mídia no Brasil em 2025. No período, as 330 agências que integram o Painel Cenp-Meios movimentaram R$ 28,9 bilhões, uma variação positiva de 10% quando comparado ao ano anterior. O ranking das agências, por sua vez, é composto por empresas que autorizaram a sua divulgação, organizadas por estado e por ordem decrescente de volume de investimento.

O Painel Cenp-Meios, fonte oficial dos dados do estudo, é publicado trimestralmente e considera os Pedidos de Inserção (PI) efetivamente executados em nome dos anunciantes. As informações enviadas via sistema Cenp-Meios não identificam o anunciante nem o nome do veículo utilizado.

“A adesão das agências é fundamental para um panorama de mercado abrangente, baseado em dados confiáveis e padronizados”, afirma Melissa Vogel, presidente do Cenp. “Ao utilizar informações dos próprios sistemas das agências, fortalecemos a autorregulação de um setor que é motor da economia e do desenvolvimento das marcas”, finaliza Melissa.

Confira as 20 primeiras colocadas no ranking nacional:

1 – AFRICA DDB BRASIL PUBLICIDADE LTDA (AFRICA DDB BRASIL PUBLICIDADE)
2 – ALMAP BBDO PUBLICIDADE E COMUNICAÇÕES LTDA. (ALMAP BBDO)
3 – GALERIA ESTRATÉGIA E COMUNICAÇÃO LTDA (GALERIA)
4 – BETC HAVAS AGÊNCIA DE PUBLICIDADE LTDA. (BETC HAVAS)
5 – MMS BRASIL COMUNICAÇÃO LTDA (PUBLICIS BRASIL)*
6 – MEDIABRANDS PUBLICIDADE LTDA (MEDIABRANDS PUBLICIDADE)
7 – ARTPLAN COMUNICAÇÃO S A (ARTPLAN)
8 – MCCANN ERICKSON PUBLICIDADE LTDA. (WMCCANN)
9 – TALENT MARCEL COMUNICAÇÃO E PLANEJAMENTO LTDA. (TALENT MARCEL)
10 – GUT AGÊNCIA DE PUBLICIDADE LTDA (GUT AGÊNCIA DE PUBLICIDADE)
11 – SUNO COMUNICAÇÃO INTEGRADA LTDA (SUNO UNITED CREATORS)
12 – OGILVY & MATHER BRASIL COMUNICAÇÃO LTDA (OGILVY & MATHER BRASIL)
13 – DPZ COMUNICAÇÕES LTDA. (DPZ)
14 – MIDIA 123 SERVIÇOS DE PUBLICIDADE VIA INTERNET LTDA (ESSENCEMEDIACOM)
15 – VML BRASIL PROPAGANDA LTDA (VML)
16 – WIEDEN + KENNEDY BRASIL COMUNICAÇÃO LTDA. (WIEDEN + KENNEDY BRASIL COMUNICAÇÃO)
17 – LEW’LARA\TBWA PUBLICIDADE PROPAGANDA LTDA. (LEW’LARA\TBWA)
18 – WF/MOTTA COMUNICAÇÃO, MARKETING E PUBLICIDADE LTDA (AGÊNCIA WE)
19 – AGÊNCIA NACIONAL DE PROPAGANDA LTDA. (AGÊNCIA NACIONAL)
20 – LEO BURNETT NEO COMUNICAÇÃO LTDA. (LEO BURNETT TAILOR MADE)

*Em jan/25 a agência MMS BRASIL se estabeleceu em São Paulo e incorporou a Publicis Brasil.

Fonte: NOVA PR