São José fortalece estrutura para o desenvolvimento do turismo

São José dos Campos fortalece estrutura para o desenvolvimento do turismo com o FUNTUR e COMTUR

Com a instituição do Fundo Municipal de Turismo (FUNTUR) e do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), São José dos Campos reforça suas iniciativas para fomentar o turismo local. Ambas as entidades foram criadas pela Lei nº 5636/00, sancionada em 17 de maio de 2000.

Sede do COMTUR em São José dos Campos
Imagem: Google Street View

O FUNTUR, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, tem a finalidade de captar, repassar e aplicar recursos destinados às ações de desenvolvimento do turismo no município. Já o COMTUR, também vinculado à mesma secretaria, é um órgão colegiado de caráter permanente, deliberativo, consultivo e fiscalizador das atividades turísticas desenvolvidas em São José dos Campos.

O COMTUR é composto por trinta representantes titulares e igual número de suplentes, incluindo dez representantes do poder público e vinte de entidades representativas da sociedade civil. O mandato dos representantes é de dois anos, permitindo recondução. Rodrigo Chediek, conselheiro da Destination São José dos Campos (DSJC), é um dos membros do COMTUR e do FUNTUR.

Entre as atribuições do COMTUR estão a avaliação e proposição sobre a política municipal de turismo, inventário e diagnóstico de informações turísticas, organização de debates, intercâmbio com entidades de turismo, proposição de programas e projetos turísticos, e promoção de atividades ligadas ao turismo. O conselho também monitora o crescimento do turismo no município e sugere medidas para melhorar a prestação dos serviços turísticos locais.

“O FUNTUR e o COMTUR são fundamentais para a estruturação e desenvolvimento do turismo em São José dos Campos. A criação de um fundo dedicado e a formação de um conselho com ampla representatividade garantem que o turismo local seja tratado com a seriedade e o profissionalismo que merece”, disse Mauricio Guisard, presidente da DSJC.

A Destination São José dos Campos tem trabalhado ativamente na organização, promoção e posicionamento da cidade como destino turístico, colhendo frutos dessas ações. “Nossa visão de posicionar São José dos Campos como um hub turístico do Vale do Paraíba está se consolidando. As ações de recepção e acolhimento de turistas, como a realizada no SJK Airport, são exemplos concretos dos resultados positivos de nosso trabalho”, complementa Guisard.

A instituição do FUNTUR e do COMTUR representa um passo significativo para o fortalecimento do turismo em São José dos Campos, beneficiando tanto os moradores quanto os visitantes e o comércio local.

Fonte: Matéria&Mídia – Gabriel Camacho

Coluna “Discutindo a relação…”

Faça sempre o dever de casa

Por Josué Brazil

Imagem de Rosy / Bad Homburg / Germany por Pixabay

Nos últimos anos desenvolvi um gosto bastante particular por séries e realitys shows sobre mercado imobiliário, principalmente o de luxo ou alto padrão. Assisti e assisto vários deles.

Comecei recentemente a assistir a uma nova série sobre o mercado imobiliário de Nova York. É a série “Owning Manhattan”. E em um trecho de um dos episódios, o dono da imobiliária e protagonista decide delegar a venda de um lançamento a um de seus corretores, já que estava bastante atolado em serviço. Resolve então levar dois de seus corretores para uma apresentação ao construtor para que o mesmo escolhesse com qual iria trabalhar.

Um dos corretores é veterano, experiente e muito capaz. O outro é uma moça com menos experiência, mas com bons números de vendas e muito aguerrida.

Os dois corretores vão para a apresentação. O mais experiente leva um vaso de planta para presentear o construtor. A moça nada leva. O mais experiente apresenta primeiro e fala bastante dele: o quanto já vendeu, os recordes que bateu, o quanto é experiente e capaz. Depois vem a corretora. Ela fala pouco dela e mais do empreendedor e do arquiteto que projetou o edifício. Mostra conhecer bastante os negócios do construtor e a carreira, o estilo e as ideias do arquiteto, que por sinal é brasileiro.

Ao final das apresentações o empreendedor escolheu a corretora.

O que dá pra aprender com isso?

Dá pra aprender que muitas vezes você deve esquecer um pouco o que você já fez ou faz e focar no que o seu cliente já fez ou faz. Ele é o cliente. Seu desempenho e capacidade são importante? Sim, é óbvio. Mas mostrar que você buscou conhecer e entender os negócios e os produtos que vai ajudar a vender é FUNDAMENTAL!

Pesquise, faça o dever de casa. Estude o objeto de sua apresentação.

E no mercado e carreira publicitários? O que isso tem a ver?

Eu acredito que em duas ocasiões/momentos/oportunidades esse exemplo seja bastante útil. Vamos a eles:

1 – Em uma entrevista de estágio e/ou emprego

É muito importante em uma entrevista de estágio e/ou emprego que você estude antes o mercado e a empresa para a qual está se candidatando. Pesquise números, desempenho, projetos, realizações, produtos, serviços, filosofia de atuação. Pesquise a vida do empreendedor ou dos empreendedores e todos que estão imediatamente ligados a isso. No caso da corretora da série, ela estudou toda a obra do arquiteto responsável por aquele produto do empreendedor, leu artigos e entrevistas sobre e com ele. Na apresentação ela sabia o que move os projetos que o arquiteto realiza. De novo: issso é FUNDAMENTAL!

2 – Em uma prospecção ou concorrência

Em uma situação com esta parece até óbvio, não é? Mas nem sempre o pessoal que está na disputa pela conta faz o dever de casa. Chegar para uma apresentação com um profundo conhecimento do cliente e de seu mercado é decisivo. Entender o posicionamento, a missão, os valores e o modelo de negócios da empresa em prospecção ou disputa é um ponto crucial.

A informação está aí. Pega quem quer. E analisa bem quem pode.

Hoje há tanta informação disponível. Está tão mais simples obter informações através da internet. O que fazer com as informações já é outro passo. Em uma apresentação ou entrevista não adianta apenas despejar dados, números e informações. É necessário que você apresente algo a partir de tudo isso.

Em sua apresentação a corretora escolhida, após falar da trajetória e dos projetos e realizações anteriores do construtor e de tudo que havia apreendido do trabalho do arquiteto que projetou o imóvel, apresentou uma linha de trabalho para as vendas baseada em insights sólidos colhidos na pesquisa.

Fica a dica simples, mas sempre valiosa: faça o dever de casa. Sempre!

Inteligência Artificial do aplicativo Albert otimiza processo de vendas

Ferramenta promete revolucionar as relações de consumo entre empreendedores e consumidores.

A Inteligência Artificial do aplicativo Albert foi lançada oficialmente no mês passado durante uma palestra do seu idealizador, o empresário e mentor Luis Namura, na Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos.

Para quem ainda não conhece, o Albert é uma rede que melhora as relações de consumo, ou seja, de quem vende e de quem compra. O app se chama assim para homenagear Albert Einstein, um dos grandes nomes na história da Física.

Uma das ferramentas usadas pelo aplicativo é o cashback, mas de maneira diferente do comum. Além do cliente ganhar esse benefício quando efetuar uma compra, o app proporciona que ele seja bonificado com uma recompensa sem ter a obrigatoriedade de consumir algo do estabelecimento.

Para entrar nessa rede e participar do aplicativo, é necessário receber um convite, que vem de alguém que já está utilizando o app. Neste caso, você pode usar o código “IMPRENSA” ou clicar neste link. Aliás, a indicação tem papel fundamental na quantidade de recompensas recebidas.

Luis Namura explica como funciona: “O melhor vendedor do mundo é o comprador logo depois da compra. A tendência é que ele mostre seu novo produto para os outros, e isso nada mais é do que uma venda. Aí que vem a chave: se o comprador conseguir fazer com que outras pessoas entrem no Albert através dele, ele vai ganhar cashback depois de todas as compras de seus indicados.”

Esta estratégia também faz parte de uma análise do empresário, que vê as indicações de terceiros com uma força maior do que as propagandas na atualidade. Qualquer empresa pode se tornar uma parceira da rede. Basta ter um produto ou serviço para vender que tenha pessoas interessadas em comprar. O app se compromete em fidelizar os clientes e aumentar o ticket médio, ao mesmo tempo que atrai novos clientes.

Além de atrair consumidores para o negócio, o Albert possibilita a personalização da experiência, programas de recompensas, comunicação direta, análise de dados e insights, aumento da retenção de clientes e fortalecimento da marca.

No momento, o aplicativo está disponível em São José dos Campos, Jacareí e Taubaté, mas será expandido para todo o Brasil nos próximos meses.

A Inteligência Artificial a serviço dos empreendedores e consumidores

Para desenvolver a tecnologia, uma equipe altamente capacitada passou dois meses explorando diversas ferramentas de Inteligência Artificial disponíveis no mercado, investigando funcionalidades, capacidades e possibilidades de integração, com o objetivo de agregar ainda mais valor ao produto para os parceiros e associados, ou seja, empresários e consumidores.

A execução do projeto foi realizada exclusivamente pelos colaboradores do grupo Vitae Brasil, que é comandado por Luis Namura, além de terem sido consultados diversos outros profissionais experientes no mercado para que fossem estudadas várias iniciativas de uso da Inteligência Artificial para projetar e desenvolver esta funcionalidade.

A equipe de desenvolvedores é composta por 8 colaboradores, divididos nas funções de testers, desenvolvedores Full-Stack, Back-End, Front-End, além de um Tech Lead e um Scrum Master. Todos os membros da equipe estiveram envolvidos neste projeto, contribuindo desde a concepção até o lançamento, o que foi fundamental para o sucesso do projeto.

“Nesta primeira fase, disponibilizamos aos nossos parceiros a oportunidade de explorar diferentes formas de utilização da inteligência artificial. Eles poderão utilizar a IA para otimizar processos como divulgação, exposição de produtos, criação de promoções, desenvolvimento de experiências para clientes, melhoria na apresentação de produtos e aprimoramento do atendimento ao cliente”, explicou o Gerente de Tecnologia da Informação do grupo, Marcelo Justino.

A funcionalidade criada utiliza diversos recursos de ferramentas disponíveis no mercado nacional e internacional, que colaboram entre si. Dependendo do tipo de recurso utilizado pelos clientes, uma ferramenta específica e especializada é acionada.

A plataforma apresenta diversos diferenciais, contribuindo em diversos aspectos, tais como: disseminação do uso da Inteligência Artificial por qualquer pessoa; colaboração da ferramenta com parceiros, auxiliando nas atividades diárias; e análise de cenários com propostas de possíveis soluções.

Para o especialista, os resultados tendem a ser bastante positivos para todas as partes envolvidas no processo:

“Acreditamos fortemente que o uso do nosso aplicativo aumentará a criatividade e a produtividade de nossos licenciados, parceiros e associados em suas atividades diárias, seja na procura de produtos e serviços ou na exposição deles. Buscamos atender ao pedido do nosso CEO, Luis Namura, de garantir que os usuários do nosso aplicativo tenham o menor trabalho possível para que possam ter mais tempo livre para outras atividades, integramos a Inteligência Artificial ao nosso produto para proporcionar esse benefício”, pontua Justino.

Para Namura, a tecnologia do app promete revolucionar as relações de consumo: “A Inteligência Artificial já faz parte dos processos de todo o grupo Vitae Brasil e a meta é gerar, continuamente, valor para um produto acessível que foi lançado com o objetivo de atender às necessidades dos empreendedores. E as inovações não param por aí. A equipe já está testando novos recursos e funcionalidades incríveis que farão os clientes se apaixonarem ainda mais pelo Albert”, finaliza.

Fonte: Agência Maria Fumaça – Patrícia Lima (assessora de imprensa)

Só 11% dos consumidores conseguem associar celebridades às marcas que elas anunciam

Pesquisa da TroianoBranding, feita em parceria com a Brazil Panels, levanta a questão: será que o investimento das empresas em garotos-propaganda é eficaz?

Uma pesquisa realizada pela TroianoBranding, em parceria com a Brazil Panels, mostra que apenas 11% dos brasileiros conseguem relacionar as celebridades às marcas que elas anunciam. O estudo, que ouviu 2,3 mil pessoas em todo o País, levanta a questão: será que o alto investimento que as empresas estão fazendo em seus garotos-propaganda é realmente eficaz?

“Não cabe a nós dizermos se este valor de 11% é alto ou baixo, mas sim apresentar este número”, afirma Jaime Troiano, presidente da TroianoBranding. “Mas devo dizer que o dado tão baixo nos surpreendeu. Isso reforça o desafio de atrair e reter a atenção do consumidor em um mundo em que os estímulos vêm dos mais diferentes meios: rádio, TV, internet, redes sociais etc.”

Dentro do levantamento, cada entrevistado foi exposto a dez celebridades, com nome e foto, escolhidas aleatoriamente a partir da lista total de 27 nomes. E para cada uma das personalidades, o participante tinha o nome de 15 marcas, entre as quais uma ou mais apoiadas por aquela personalidade. A pesquisa apenas levou em conta celebridades, excluindo influenciadores digitais.

O levantamento também mostra as celebridades com os maiores índices de conexão. Entre elas estão a cantora Iza, a atriz Marina Ruy Barbosa, e os apresentadores Fátima Bernardes, Tiago Leifert e Marcos Mion. Mesmo nestes casos, a capacidade dos participantes de relacionar a celebridade e a marca não passou de 21%.

Em outro recorte da pesquisa, a TroianoBranding levou em consideração apenas os resultados das pessoas que diziam conhecer as celebridades apresentadas: neste caso, a capacidade de relacionar o garoto-propaganda com a marca sobe para 16%. Dentro deste recorte, as celebridades mais reconhecidas foram o chef Alex Atala, a tenista Bia Haddad, a cantora Iza, a atriz Camila Queiroz e o ex-BBB Gil do Vigor.

“Entre as conclusões que chegamos com a pesquisa está a importância da identidade, o ‘fit’ da marca com a escolha da celebridade para apoiá-la ou representá-la. Essa decisão não deve ser tomada com base em oportunidades pontuais. No caso do Alex Atala, uma das inferências que se pode fazer é o fato de ele representar marcas que têm forte relação com sua área de atuação”, afirma Jaime Troiano.

Fonte: William Correia